14 de novembro de 2017

SARAU PILARES DO TRIBAL - 10dez (Palco Aberto)



Você sabe como nasceu o Pilares do Tribal?


Nasceu com minha euforia pela vinda de Carolena ao Brasil e desta vontade de registrar minha emoção e ansiedade, rolou uma feliz parceria com  Carine Würch e nossa vontade (nerd que somos) em registrar a história da nossa dança, desde Jamila Salimpour até todas as pessoas que foram se somando no correr do tempo. Este vasto material de pesquisa está no blog à disposição da comunidade. Desta ideia, nada pretensiosa, pensamos em dançar e não somente falar de dança... e assim ocorreu o Festival Internacional Pilares do Tribal em 2016.













O Sarau Pilares do Tribal objetiva reunir a tribo e Lançar Oficialmente o Pilares 2018 que trará Wendy Allen pela 1ª vez ao Brasil.

Somos um blog que ama a dança, sobretudo ama o espírito de Tribo! O Palco é aberto e vc é nossa convidade de Gala. 


Onde: 
Milord Taverna
 https://www.facebook.com/milordtaverna
Início: 19hs
Quando: 10 dezembro
Inscrições: mariabadulaques@gmail.com
Evento: https://www.facebook.com/events/1908832782700182/

(*Vagas limitadas - palco aberto)

2 de novembro de 2017

Como uma comunidade pode dar suporte a um membro? Megha Gavin foi diagnosticada com câncer de mama.




Megha Gavin, uma das pessoas mais amadas dentro de nossa comunidade e professora de muitas de nós foi diagnosticada com câncer de mama recentemente. A notícia me deixou chocada, revivi meu processo com meu pai que teve câncer de pulmão.

Uma das professoras mais amorosas, sempre com um olhar e uma palavra de carinho para quem a procura, amo Megha!

Após o choque observei que uma de suas amigas criou uma página na web onde podemos enviar mensagens de amor, comidinhas para o hospital onde ela realiza o tratamento, doar dinheiro... enfim, concretamente se pode fazer parte do processo de CURA. 

Click aqui e veja como mandar mensagens, fazer doações e enviar seu amor:


Em 2015 - Brasil

Essa egrégora de amor é muito importante, o espírito se alimenta disto, nutrimos a alma e o corpo segue o fluxo. Megha é aromaterapeuta portanto ela acredita na energia do sutil, as plantinhas cedem sua alma através dos óleos essenciais que são eficazmente curadores.

Numa das várias aulas que fiz com ela ouvi uma lindo relato, bem emocionado de uma pessoa que sempre se preocupou com o humano. Ela narrava uma aula online na qual a aluna executava uma sequência de movimentos, enquanto ela atenta observava. Ao termino da aula a pessoa muito triste questionava se teria se saído tão mal. Megha foi surpreendida com esse comentário, ela estava atenta observando a execução dos movimentos, mas não sorria... A lição que ela nos deu foi SEMPRE SORRIA porque para quem está se expondo é muito difícil se deparar com um rosto fechado (ainda que seja de concentração)

Em 2017 - San Francisco

O sorriso é uma das suas marcas registradas! Sempre, sempre sorridente!!!!

Quando fiz meu teacher training ela me dizia "tive vontade de estar na aula", um comentário desses levamos para toda a vida!!!  Estava tão tensa em dar aula para ela, Carolena, Kelley e em inglês, olhei para Megha que me disse: "admiro você, como é difícil falar outra língua".

Está é Megha!
Eu a amo, quero ajudar!!!

Vamos nos unir a essa corrente?

Vamos incorporar esse comportamento em nossas vidas? 



Pertinho de nós há amigas passando pelas mais diversas situações onde uma palavra amiga ajudaria muito, um comentário amoroso, um café... aproveitando THAIS QUILLES, eu amo você, minha irmã querida!!!! Vibro energia do amor para você sempre!!!!!!!!!!!!

Em 2016 - San Francisco

Amor!!!
Alegria!!!
Cura!!!
Um sorriso no rosto sempre...

Megha você é muito amada!
Thais, você é muito amada!

Xeros cheios de amor da Maria Badulaques






1 de novembro de 2017

"Eu desde sempre, quando abria meus círculos, “convidava” a Sombra para ocupar uma cadeira, o que deixava muitas participantes assustadas" (Entrevista com Cler Barbiero de Vargas)

ENTREVISTA PILARES FEMININOS
Projeto: Sagrado Feminino 

Há muitas afinidades entre o universo da dança e o Sagrado Feminino, muito mais do que supomos. Vamos começar colocando LUZ em nossas sombras e entendendo um pouco mais sobre este aspecto que quando negligenciado pode destruir pessoas, grupos e a nós mesmas, enquanto gênero feminino, porém quando equilibrado...bem, vamos nos deleitar com essa entrevista deliciosa, pipoca, suco...3...2...1

Cler Barbiero de Vargas
Escritora, curadora, pintora, curandeira e mãe. Autora de O livro das Orações à Deusa (Pólen livros), e cocriadora do Sistema de Cura Essências da Deusa, que oferece Florais da Deusa e Polaridade Sistêmica®, tem se destacado portar conhecimentos novos e propostas em que a luz e a Sombra são igualmente completadas. Trabalho sólido há de 20 anos com Círculo de Mulheres

Pilares - Vejo uma corrente  buscando LUZ, emanando luz, honrando a luz. Ano passado tive contato com "As faces escuras da Grande Mãe" Mirella Faur, que me abriu a mente para este lado que todas temos e agora me chega ao coração o seu livro "A sombra nos grupos e círculos de mulheres". Fale um pouco sobre este seu trabalho.

Cler - Eu desde sempre, quando abria meus círculos, “convidava” a Sombra para ocupar uma cadeira, o que deixava muitas participantes assustadas. Mas no meu entendimento, a Sombra é a Mestra, que traz os aspectos inconscientes ou negados daquele grupo ou das participantes e quando ela é compreendida e integrada, há um aprofundamento na conectividade mútua e na consciência geral do grupo. Meu foco nisso veio de experiências minhas mesmo, onde neguei a Sombra e ela cresceu tanto que destruiu a unidade do grupo. Daí fui olhar minha própria Sombra, estudar, experimentar, e ver meu próprio jeito “tudo luz”, que negava a interação com a Sombra. Aí o trabalho com a consciência da Sombra se tornou a marca registrada do meu método de Círculos e Grupos de Mulheres.

Pilares -  Quem leu seu livro terá vontade de iniciar um Círculo de Mulheres, ou ao menos participar. Que sugestão você daria para uma irmã-mais-nova iniciando este caminhar? Ou mesmo querendo estar na guiança de outras mulheres.

Cler - Acho que se a Irmã-Mais-Nova tiver oportunidade, é sempre bom – e mais seguro – participar de uma boa formação. Eu ofereço uma Formação Intensiva no meu método aqui em Florianópolis, e tem a formação da irmã Soraya Mariani na Cirandda da Lua, outro trabalho forte e profundo. Se, porém, a mulher não tem como atender uma formação adequada e confiável, recomendo que comece devagar, com círculos avulsos e curtos, e que trabalhe com os assuntos que conhece. Ou traga textos de autoras para um estudo conjunto, isto é, se apoie no trabalho daquelas que vieram antes.

Pilares - "Não gostamos do Caos; gostamos do Antes e do Depois..." esta passagem do seu livro traz à tona o incômodo, as mudanças (talvez). Percebo uma tendência a abstrair ou colocar panos quentes, quaisquer subterfúgios para não olhar o que deve ser visto e tomar as atitudes necessárias. Como vivenciar o caos com equilíbrio (eis o paradoxo)?

Cler - Primeiro temos que nos ancorar na estrutura espiritual de Luz ao qual estamos ligadas. É como quando estamos numa tempestade de raios e pedimos proteção aos anjos e guias, aos Deuses e Deusas, aos Santos. Isso é o primeiro passo – pedimos proteção. Em seguida, minha sugestão é que a facilitadora pare tudo e dê uma aula sobre o Caos e traga consciência de que o grupo está atravessando esta poderosa energia. E as convide a não negar – mas a atravessar com atenção redobrada – a si mesma e ao que está projetando.

Pilares -  O "bode expiatório" figura abordada em várias passagens e que contém outros 3 papéis: a vítima, o perpetrador e o defensor. Essas figuras vemos dentro e fora dos círculos de mulheres, como sair destas armadilhas e boicotes? 

Cler - De modo geral é trazendo consciência e nomeando o que está acontecendo. Como digo no livro, é parar tudo e perguntar:

- Não estaria acontecendo aqui a dinâmica do Bode Expiatório? E explicar o que é, e quem sabe trabalhar um pouco as situações familiares e de grupo onde as pessoas se identificam como num dos papéis. Muitas vezes fomos Bode Expiatório tantas vezes que quando percebemos a energia se apresentando já vamos para o Perpetrador, para não correr o risco de ser o Bode. Então, o trabalho em grupo é um constante navegar e observar os sinais.

Pilares - Vivemos no Brasil um período de trevas na economia e comumente vemos críticas ao trabalho (sério) de irmãs que cobram energia de troca, pode acender uma luz para nos guiar nesta sombra?

Cler - A energia do dinheiro é onde vejo forte a Sombra da irmandade feminina se manifestar. Quando a pessoa não valida o trabalho da outra, não valoriza, não se abre para trocar. E tem pessoas que falam “círculos ou trabalhos espirituais não devem ser cobrados, pois não se cobra o que vem da Divindade”. Verdade. Não é isso que se cobra: se cobra o tempo e formação da facilitadora, o espaço, o lanche, os materiais e tudo mais que envolve uma organização. Quando alguém que é uma Mulher Medicina profissional é cobrada porque pede energia de troca, fico até irritada, porque estamos na matéria, num corpo físico, e queremos viver como no Espiritual? Porque se você não cobra um Círculo que tem custos, ALGUÉM paga estes custos – ou a própria facilitadora ou um espaço que oferece isso gratuitamente. Agora, se você oferece um trabalho num parque, num local gratuito, então tudo certo – você pode oferecer seu trabalho como uma oferenda à Divindade e não cobrar. Além disso, acredito que uma participante recebe MUITO num Círculo, se ela não faz uma troca (seja dinheiro, trabalho ou qualquer outra coisa), cria um desequilíbrio kármico e o Universo vai cobrar. A cobrança de uma taxa protege a relação Facilitadora-Participante, porque ela fica clara e definida. A energia do dinheiro é onde mais a Sombra entra, é preciso ter muito cuidado com ela!

Pilares - Costumo falar sobre ética nas redes sociais é muito comum mulheres que copiam textos, pensamentos, imagens fruto do trabalho e meditação das irmãs de caminhada. Então surgem duas questões a falta de ética de uma versus a necessidade de reconhecimento da outra, como você vê esta questão? A pessoa que se incomoda com o "furto" necessariamente busca reconhecimento? Aquela que por sua vez furta o trabalho intelectual de outra se vê como alguém incapaz de desenvolver suas próprias ideias? Tudo realmente se copia?

Cler - Fico tipo a deusa Kali na sua versão irada quando copiam meus textos e ideias sem dar o crédito. (risos)  Acho desleal uma irmã fazer isso. No meu livro falo muito disso e falo da Ordem de Precedência, quando você dá crédito e honras para quem veio antes, o que é um conceito das Constelações Familiares que traz cura e ordem para as relações. Kaká Werá diz que seria uma irresponsabilidade não cuidarmos do que colocamos no mundo, sejam filhos, projetos, textos ou ideias. Então não penso que quem se incomoda está buscando reconhecimento, embora seja muito adequado que ela o receba. Já temos esta relação de competição que envenena a relação das mulheres. Quando citamos ou usamos a ideia de uma irmã e damos crédito, fortalecemos o vórtice de cura, ajudando esta chaga a ser curada.

Pilares - O chamado a largar toda uma vida "normal" e se jogar em trabalhos como o seu, dedicados ao sagrado, a cura, ao crescimento espiritual... é geralmente muito forte, pode falar um pouco sobre usa jornada?

Cler - Como para muitos outros buscadores, o meu despertar veio através de uma doença. Aos 26 anos de idade eu tive um AVC (o popular “derrame”). Pequeno, mas suficiente para me deixar debilitada e com várias sequelas. Eu era uma jovem publicitária bem sucedida, trabalhando meio período na maior agência catarinense e no resto do tempo abri uma agência pequena com uma amiga. Basicamente trabalhava 12 horas por dia, me alimentava mal, vivia estressada, tinha pouco dinheiro e todos aqueles sonhos de grandeza fazendo pressão. Junto com tudo isso, o homem que eu estava para casar colocou a mala na porta e se foi da minha vida sem muitas explicações e minha melhor amiga que recém tinha tido nenê foi diagnosticada – ela e a bebê – com Aids e estavam muito doentes na UTI de um hospital. Eu “explodi” - minha biologia me fez parar e olhar pra mim. Eu tinha dores horríveis de cabeça, desmaiava e estava com restrições de movimento no lado direito do corpo. E, atenção: continuava trabalhando. Quando olho para trás parece uma vida passada e alguém levemente relacionado comigo (risos). Então a “bruxinha de plantão” lá da agência – graças a Deusa sempre tem uma, né? – me falou de um trabalho energético que uma pessoa fazia. Eu não acreditava, mas estava desesperada. Fui até lá – e jamais vou esquecer o olhar carinhoso desta mulher chamada Holberina, uma Mãe de Santo, o cheiro de incenso do ambiente, a música suave, era um oásis. Ela me disse que eu tinha “levado um raio no meu sétimo chakra”. Eu não entendi nada, mas me entreguei completamente e em seis meses estava curada. Mudei de vida: vendi a pequena agência, me tornei vegetariana e fui morar numa casinha no meio do mato. O meu despertar foi através deste momento desafiante.

Pilares -  Em seu livro você cita a Ordem de Precedência, como a chave entre iniciadas e iniciadoras para uma convivência saudável. E a necessidade da iniciadora estar atrás sustentando e ancorando, qual deve ser o papel da Iniciadora num grupo cheio de egos "fora da casinha"?

Cler - Com os “egos fora da casinha” você vai ter que ser firme e não ceder um só centímetro do seu Lugar. Não é ser territorial, é ESTAR NO SEU LUGAR, o que é bem diferente. Mas, lhe digo já, se você realmente está em seu lugar “os egos fora da casinha” não vão aparecer no seu Círculo. Se eles estão lá, lhe desafiando, é porque tem uma Sombra sua, relacionada com autoestima e autovalor, que precisa ser curada. O outro é só um espelho de nós mesmas.

Pilares -  "Amar firme", sem "mi-mi-mi"... sinto uma tendência a tudo virar comercial, as pessoas falarem de maneira a idiotizar as demais ou então vestirem o papel de "Irmãs-mais-velha-deusa-consorte de Buda", como ser firme mantendo o amor evidente e sem cair no abismo sedutor de querer vender o pacote da Iluminação subtraído das sombras?

Cler - Ah, grande desafio! O buraco negro do “tudo luz” é difícil de resistir mesmo. Acho que quando eu falo do “amor firme”, me refiro especialmente a uma GENEROSIDADE - em acolher, ancorar e ajudar a outra. Sempre vamos ter pessoas que embarcam no movimento do tal “empoderamento feminino” como uma forma de esconder suas vulnerabilidades e de se apresentarem como pessoas “iluminadas”. Se você quer ser uma facilitadora que ocupa seu lugar, mas se coloca também como humana e, portanto, passível de erros e fragilidades, tudo se equilibra. Quem é facilitadora não está lá para sobrecarregar o Círculo com seus problemas, mas pode e deve mostrar suas vulnerabilidades.

Pilares -  Acredito em práticas integrativas, em nos beneficiarmos de todos conhecimentos e assim buscar suavizar nosso caos e jornada. Mesmo na primavera devemos trabalhar as sombras? Individualmente e nos círculos de mulheres?

Cler - A Sombra deve ser trabalhada quando ela se apresenta. O Caos também. Simples assim.

Pilares - Que sugestões daria como temas a serem abordados em círculos de mulheres?

Cler - Acho importante que a facilitadora observe muito bem no seu grupo de amigas e de conhecidas, o que as mulheres estão se queixando, o que elas estão precisando. E procure ir nesta direção.

Pilares -  A cura é um processo longo e exige muita vigília, estudo, autoconhecimento. Você se diria uma pessoa curada?

Cler - Eu andei muito – digo que com quase duas décadas escolhendo sinergias de Essências de Campos de Consciência Polaridade Sistêmica®, eu adiantei dez vidas. Mas tenho ainda coisas a curar. O processo de cura e consciência é contínuo e interminável, até que nos iluminemos. E certamente eu ainda estou longe disso.

Pilares -  Você é artista plástica, fale um pouco das imagens dos Oráculos das Deusas e a inspiração para tais desenhos.

Cler - Eu criei uma modalidade de arte que se chama ARUMIEH Arte Curativa, onde ao invés de usar água para diluir as tintas, uso as Essências da Deusa. Uso símbolos, mantras e rituais enquanto pinto, o que resulta num quadro que é uma espécie de portal para dimensões elevadas. A inspiração vem das descrições das Essências, onde temos no Sistema 48 Deusas e 48 Deuses, de diferentes culturas.

Se quiser saber um pouco mais, tem um vídeo da minha primeira exposição, em 2012:
http://www.clerbarbiero.com.br/sobre-cler-barbiero/palestras-online/

E se quiser saber mais sobre Polaridade Sistêmica®: 
https://www.floraisdadeusa.com.br/terapia/terapia-com-os-florais-da-deusa/


Pilares -  São Paulo receberá você em breve para um workshop em parceria com Soraya Mariani, como será essa vivência?

Cler - Eu ofereço um Workshop de final de semana para facilitadores e facilitadoras de grupos neste tema. Então a Soraya me convidou para dar um “aulão” de um dia para as alunas dela da formação e abriremos 20 vagas para pessoas de fora.

Pilares - Círculos funcionais, observo que as vezes nada é funcional, é possível o processo de cura, iniciado dentro dos círculos femininos beneficiarem todos em volta da mulher que dele participa?

Cler - Sem dúvida! Uma mulher, quando cura a si mesma, cura o mundo!


Pilares -  Como trabalhar crianças que ainda não tiveram sua Menarca para que sigam o Caminho ancestral do Sagrado Feminino?

Cler - Eu penso que o melhor caminho sejam as histórias, contos e mitos. Através deles vamos fornecendo para esta criança este imaginário – que já está no inconsciente dela – sobre as histórias antigas. Oferecer rituais bem lúdicos e energeticamente protegidos também pode ser um caminho.

Pilares -  O homem, qual seu papel quando do lado há uma mulher desperta?

Cler - É honrar esta mulher como se fosse a própria Deusa manifestada na Terra e através dela encontrar o seu próprio Masculino Sagrado. Vejo muitas mulheres que entram para o Caminho, despertam, e deixam o parceiro para trás. Às vezes ele não quer, às vezes nem foi convidado. No meu ponto de vista, este é o ponto mais nevrálgico de nossa caminhada no despertar e cura do feminino – o equilíbrio com o Masculino.

Pilares -  Que recado gostaria de deixar para aquela mulher que se encontra desestimulada, se sente só e repetindo (inconscientemente) papeis de "bode expiatório", "vítima"...?

Cler - Vá fazer uma sessão de Polaridade Sistêmica® com um dos Terapeutas Autorizados do Sistema de Cura Essências da Deusa! É o maior motor que eu conheço para tirar a pessoas das armadilhas que, frequentemente, não são nem dela, são transgeracionais.

Pilares - "Que a Sombra seja a Mestra, que a Luz seja a Guia." Com base neste seu pensamento, entende que integrar as sombras é o caminho mais "fácil" para nos tornarmos equilibradas?

Cler - Não há outro caminho. Se será o mais fácil, não sabemos, mas certamente o mais proveitoso.

Pilares -  Qual seu entendimento sobre o movimento de EMPODERAMENTO feminino? Um termo bem controverso atualmente, uns odeiam outros veneram.

Cler - Acho que, infelizmente, o termo ganhou um viés bem comercial e agora tudo é “empoderamento feminino”. Vejo homens oferecendo cursos – lotado de mulheres – sobre empoderamento feminino. Puro oportunismo. Tem uma geração de jovens mulheres que começaram a facilitar a recém e se apresentam como as “magas” do Empoderamento Feminino. Então, acho que está na hora de criarmos novas nomenclaturas. De todo modo, penso que o Empoderamento Feminino se dá, basicamente, numa valorização do Universo feminino – suas questões e fragilidades forjadas no Patriarcado. Passa sem dúvida pelo Feminismo – pois se queremos igualdade, não tem como se dizer “não feminista”. Mas passa por um apoiar-se, um caminhar juntas com as outras irmãs e sentir que pode levantar a voz em todas as relações e situações abusivas. O Empoderamento Feminino é uma realidade – gostem ou não, se segurem, pois estamos dando as mãos e unindo nossa voz e nossos corações novamente, unidas pelo ventre, pelo sangue e pela irmandade.

Xeros tribais!
Após a leitura, uma reflexão longa: entendeu a necessidade de abordarmos tais temas e esse projeto de entrevistas voltadas para o Sagrado Feminino?! Traremos quinzenalmente mulheres de destaque em seus segmentos de trabalho, sigamos.
Maria Badulaques



26 de outubro de 2017

Mulheres contemporâneas, uni-vos! Somos os pilares de nossa dança.

Olá, mundo tribal.

O ATS@ sendo apresentado ao Círculo de Mulheres
Retornei de um encontro fantástico neste fim de semana em São Paulo, em sua 4ª edição o Encontro Mundial de Círculo de Mulheres abriu suas portas ao ATS@. Experiência impactante, ainda estou me recuperando, por assim dizer...

Independente de nossas crenças pessoais é óbvio para todas que sentimos falta de vivermos em harmonia, correto?! Que há uma lacuna a ser preenchida em nossos corações e alma! De fato, muitas de nós encaramos a pessoa ao lado como rival, alguém a ser superada,... desconfiança eis a mola propulsora.

Sou uma pessoa naturalmente desconfiada (então busco não julgar), sei a natureza deste sentimento, veio de minha "menina ferida" (que perdeu o pai, vítima de um câncer)... passei a me observar e ver como trabalhar esse sentimento e suas repercussões em minha vida. Ainda não é um movimento natural, mas me vigio constantemente para permitir que a cura aconteça e a confiança se estabeleça, nem o código penal tem como premissa que todos são culpados, por que eu agiria instintivamente assim?

Encontrei a dança como viés de tratamento, muito caminhei neste sentido, mas há muito o que fazer então dar abrangência e tornar nosso espaço de dança um local SEGURO, de cura, reencontros, acolhimento e funcional me parece ser a solução para nossa solidão, desconfiança, processos traumáticos...tal tal tal... 

Pacotes avulsos, diários e completos.
A dança cura, mas também causa traumas, depende da abordagem e do meio! Dançamos desde tempos imemoriais. Dançávamos celebrando os ciclos da vida (nascimento e morte), reverenciávamos o sagrado (nossa essência sagrada, nossos ventres), o profano.... então BUM, perdemos o caminho de migalhas deixado por nossas ancestrais e ficamos como os Zumbis daquele seriado, "Walking Dead"... O que estamos fazendo, para que e por que?

Subimos num palco com medo do JULGAMENTO, a mulher ao lado aponta o dedo, a seguinte ri da nossa barriga ou peitos reverenciando a terra (como diz graciosamente minha mãe), competimos de diversas formas e intensidades. ONDE ISTO NOS LEVA? A um dolorido processo de isolamento, má-água... e em níveis mais profundos e graves, abandonamos a dança, por fim esquecemos quem somos.

Em alguns meses ocorrerá o Festival Internacional Pilares do Tribal e independente de crenças, religião... promoveremos um encontro onde uma unica TRIBO seja vista, sentida e compartilhada, somos os PILARES(eu, você, todas nós) deste movimento de retorno a nossa essência sagrada. É fundamental esse partilhar sem receios atávicos, medos... estar ABERTA a ser acolhida. Você está?

VOCÊ ESTÁ???

VAMOS VIVENCIAR A DANÇA COMO CURA, COMO DESPIR DE AMARRAS E CONCEITOS PATRIARCAIS... ESSA É A PEGADA DO FESTIVAL PILARES DO TRIBAL. VIVER A TRIBO!!! LEMBRAR DO QUE SENTIMOS TANTA FALTA: O COLETIVO, O SEGURO, A IRMANDADE.

Wendy e Melody, duas pessoas que amo

Escolhi a Wendy para dividir conosco por "n" motivos, mas o principal e fundamental é que Ruby Star compartilha sem filtros todo seu conhecimento com quem tem a dádiva de estar com ela em sala de aula. Perfeita em suas imperfeições se apresenta descabelada, sem maquiagem e nos faz ver que  NÃO TEMOS QUE SER PERFEITAS PARA SERMOS AMADAS.

Wendy me fascina de diversas formas!
Permita-se este momento de compartilhar, o Pilares aguarda você com um círculo de mulheres que buscam autoconhecimento e cura, nada mais curador que dançar sem preocupações.

Vamos fluir!

Uma só tribo e um só pulsante, com Carla Brasil - reencontro
Inscrições abertas: festivalpilares@gmail.com
Pacotes completos, diários e avulsos.

A tribo espera você!
ATS@ nas veias do pulsante.
Xeros tribais.

23 de outubro de 2017

O feminino e seus diversos padrões

Neste fim de semana, 21 e 22 outubro ocorreu o 4º Encontro Mundial de Círculo de Mulheres.

Onde há a relação entre o Sagrado Feminino, Círculo de Mulheres a a dança tribal, mais especificamente o ATS®? Convido a uma viagem, prontas(os)?

Ano passado estávamos sediando o Festival Pilares Internacional, Kae Montgomery sem visto (embaixada em greve) e nós da organização em surto, buscando soluções, calma e paz para seguir, fui para o 3º Encontro Mundial de Círculo de Mulheres onde me deparei com 13 Sacerdotisas guiadas por Mirella Faur invocando a Sra. Hécate. BUM!!! Meu cérebro parou de receber ar, fiquei em suspensão, paralisei... algo antigo e profundo me invadiu e nada, nunca mais seria o mesmo. Fui embora do evento com o sentimento de gratidão e CHAMADO, fui convocada a seguir meu caminho, me perdi, me achei, surtei e agora estou mais equilibrada. Encontrei respostas e mais perguntas vieram substituindo as anteriores... assim é o autoconhecimento e o saber, sempre cavamos mais fundo. (*Kae, após um intenso período de pedidos e súplicas a Sra Hécate, conseguiu um visto em meio a greve de todas embaixadas brasileiras ao redor do mundo, e virei devota e grata a Sra das Encruzilhadas para todo o sempre).

Este ano, não somente iria ao encontro (me reenergizar), mas para minha honra (máxima honra) fui convidada, por Soraya Mariani, a conduzir uma oficina, então o desespero; o que levar para um lugar onde todas sabem muito??? Sra Hécate me ilumine!!!...(Assim foi) VAMOS LEVAR A TRIBO!!!

Começamos a jornada deste lindo evento com "Enas Mythos" (focalização de Soraya Mariani) chamando essa ancestralidade e ditando como seriam os próximos 2 dias. Animais de Poder foram despertos, cobras, lobas, lagartos, pássaros, peixes, todos convocados a nos ancorar.  Meditações dos 4 elementos com Xanupa e a medicina do tabaco, com minha querida amiga Luana Almeira e Carina Biancardi.  


Dançando com seu animal de poder (Oficina de Mariana Mourão)
Entramos em contato com o antigo que nos habita, o sacro, o feminino, aquela que lemos nos livros e ansiamos em CÓLERA reviver, porque nossas células reconhecem nossos "xeros" e sabores. Minha cobra verde de cura foi chamada e nos integramos em um só ser, os bichos soltos no ambiente, tambores poderosos de Mariana Mourão e as irmãs das 4 direções ditavam o compasso de nossos corações (acelerados em frenesi).


Mariana Mourão





Abençoadas somos por nos permitir viver nossa ancestralidade, o atávico e o sacro. Afinal, é um se jogar muitas vezes sem saber ao certo onde a jornada nos levará e o melhor sem paraquedas que é para dar aquele frio na barriga.




Tum-tum, tum-tum, tum-tum, tum-tum 
A melodia xamânica trazida pelos tambores de cura do Grupo Pulsar da Terra.



Hora de desacelerar e ouvir, a "contação" de história, tal qual nossas ancestrais faziam para nos ensinar sobre nós mesmas e aquelas que nos precederam. A jornada feminina na História, com Bia Del Picchia e Cristina Balieiro, emoção, lágrimas em revivermos casos como de Maria da Penha, A-ha!!!! Livro disponível e necessário.




Novamente somos conclamadas a olhar nossa essência SELVAGEM, agora com o Yoga Dance e Fernanda Cunha, u-huuuu...dançamos, pulamos, gritamos e passamos a cheirar nossa essência selvagem. 

Sim, sim eu digo SIM a essa mulher que me habita!!!




Então, aquietamos os espíritos coléricos e nos voltamos ao centro do nosso caldeirão seguimos atentas as nossas VULNERABILIDADES, proposta da comadre Raquel Anwar. Mulheres de poder não deixam de ser poderosas por terem fraquezas, olhar situações traumatizantes, concilia-las em nossas mentes e corações, sobretudo saber que somos LUZ e SOMBRAS é imprescindível e parte do processo de CURA.




Maria Badulaques
Então, o ATS®... mas não só ele! 

Levamos aromaterapia (com a parceria de Luana Almeida).

Benzição com a anciã Sandra Carvalho, histórias de vovó, varinha de condão e o rezo para benzer a amiga, consagrando assim umas as outras. Assim falei!!!

aromaterapia
Nossas pinturas tribais, assim o Mandacaru Tribal integrou todos elementos que nos permitem identificar a TRIBO. 

Um só pulsante ecoando em todos corações, ao som agora dos Snujs. O aroma deu o tom, tintura preparada pela Luana com tanto zelo e carinho, o mel da alegria chamou as abelhinhas que voaram para se lambuzar e as palavras de Sandra inundaram o ambiente com a sabedoria da anciã. Orgulho, me dei conta! Eu sou benzedeira, filha e neta de benzedeira. 

Sandra Carvalho - mulher da terra


Luana Almeida

 Tribo, comadres, irmãs... assim me vi, em meio a tantas mulheres maravilhosas, corajosas, que já foram cinzas em fogueiras do patriarcado e hoje são LUZ (e sombras). Se olham e reconhecem. 

Honro esse caminhar, honradas somos por sairmos de nossos casulos e garimparmos RESPOSTAS.



Mandacaru Tribal, Carla Brasil, um só ventre e um só coração.



"Mãe que eu saiba honrar o ventre de um onde eu vim, o ventre onde estou e o ventre que há em mim"


  


Auriel e o Xale mais desejado de todos.
A doçura carioca de Auriel dos Anjos trás a força do quartzo rosa e o carinho de presenteá-lo a cada uma de nós. 

Para sermos prósperas, acredito que devemos ser generosas. A próspera é aquela que abundantemente compartilha,  ato diário de dar e receber, o Universo contribui reverberando, afinal não é contável, trata-se de qualidade e não quantidade.

Fomos prósperas e generosas nos doamos em tudo, inclusive em carinhos quentes levados ao coração e memórias de todas presentes. Agenda, vidrinhos das 13 avos, amuletos de poder, cristais, spray de relacionamento... além de todo amor inalado e pureza expirada. 

Eis que o recinto é invadido pela Bruxona Patricia Ramos , EMPODERAMENTO FEMININO (me arrepio - compartilhamos alguma fogueira por aí)

Patricia Ramos

Fibra!!! Empoderamento!!! A-haaaaa.... e bruxarias, óbvio. Amuleto de poder para todas irmãs (o meu já está no colo da sra. Hécate), mulher que arrepia sem abrir a boca, abrindo aí ...bem, comparece em 2018 e saberá. 

Daí, aparece uma nordestina? Não, não uma gaúcha (rapaz, como são parecidas essas duas culturas). Cler Barbiero e as Sombras nos Grupos e Círculos de Mulheres. 

Respiração suspensa, escuta, processa e executa: "o amor não é para ser mole. Amar firme" Uau, e não é mesmo?!

Para com Mi-mi-mi, mulher!!!! Amar firme!!!

Quer mais?! Leia o livro de Cler, "A sombra  nos grupos e círculos de mulheres". Puxa vida, como demorei para entender o valor do meu trabalho, saber que cobrar por ele é parte do processo e dar o valor justo é natural, mais que natural... é necessário para que a qualidade do que todas nós oferecemos seja mantida. 
Cler, gratidão!!! Gratidão, por lembrar a todas o valor que temos!

Pat Cuocolo


Neste mesmo caminhar... de olharmos nossas sombras, Pat Cuocolo suscita a necessidade de revisitarmos relações tóxicas, com nossas mães. Quem disse que vamos a um encontro deste somente para purpurinar?! Não, vamos para INTEGRAR e o processo não deve ser indolor, há que se ter coragem de olhar de frente aquilo que machuca, inclusive nas pessoas que mais amamos (nossas mães) e redefinirmos para seguir de maneira mais fluída, feliz e curada. Reconhecer e mudar aquilo que for necessário.

Trabalho de Suindara Ribeiro

Vem os momentos de calma e tranquilidade? Nãooo, vem a emoção em forma de rimas e sons que nos remetem a casa da avó, Suindara Ribeiro, As 13 avós e nossas avós, tantas lágrimas lavaram o recinto. Um lindo tecido fluído colocado ao centro da roda e meninas fluindo por baixo como quem brinca numa nuvem de algodão doce. Assim senti.


Vó Marina invoquei a ti e a minha bisa Rosa!
Saudade eterna.


Carla Brasil


Recompomos um pouco, sorrisos e lágrimas, emoção, emoção... adentra Carla Brasil com o Desperta da Mulher Selvagem, 
La Loba...invocada!!!!
5 sentidos, uivemos. Saiu o bando de lobas, a alcateia tá solta...
Corre, pula, uiva, fareja, sente, sente sente....auuuuuuuuuuuuuuuu
Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu (mas agora com saber do poder que o uivo suscita)
TRIBO unida, ligadas pelo olhar, tato, olfato, paladar e o SENTIR.

T R I B O


O coração reconhece aquilo que lhe é aprazível, revejo Ana Cecilia Nasi, com o terço do amor e a Jornada da Mulher Triluna, ciganas... mães e bruxas, Hécate...Hécate...Hécate!!!!!!!, recados e intuições....sorrisos bruxescos.... 


Aahahaahahahahahaahahahahahaahah, a bruxa solta no ambiente e os pêlos da nuca arrepiam.

Amar eu sou, amar eu sou, amar eu sou, 
AMAR EU SOU!!! (te amo, Ana)




Clau Sbano chega com cânticos, tambor e o convite a um Despertar consciente da Sacralidade Feminina, assim parimos nossos sonhos e ajudamos nossa irmã a parir o dela. Geramos, há algo mais sagrado?! E manutenimos a vida através de nosso próprio corpo.

Diz o axioma Persa "as rosas não são deste planeta, então ao morrerem, voltam para sua casa". Nós mulheres também não somos, então voltamos para o ventre da Grande Mãe.

Rosas Brancas para todas irmãs 
Luciana Magalhães e Gabi Raio de Luz harmonizaram nossa relação com as mães, vejam, observem e sintam o poder e a importância da relação com essas mulheres poderosas, revisitamos em diversos contextos tive o prazer e o presente de estar com minha mãe neste momento. Gratidão, Universo.

Rosas Brancas coroaram esse momento de olhos nos olhos, palavras não ditas mas tanto sentimento sendo acolhido.


  


Tali Kailash e seu tacho de ervas curadoras! Alecrim, alecrim dourado que nasceu no campo para ser semeadoooo, quanto amor senti automaticamente!!! Ervas, ervas...ervas, não só cultivamos em casa como as tenho em vidrinhos chamados óleos essenciais. Abençoadas sejam as ervas que nos curam e mostram saberes ancestrais. Tali trouxe os benefícios da vaporização do útero, quem já fez sabe como é delicioso e curativo.



Myrhiam Conde, Lilian Kimura e Ivete Saab lindamente teceram junto a todas comadres tranças de sonhos e aspirações e assim Resgatamos as Comadres que nos amparam durante esse caminhar. Tecemos e nos reconhecemos, assim somos... seres coletivos e mágicos.







O corpo foi exigido, a alma foi acariciada, as memórias revividas e para tanto gasto de energia demandamos alimentos, correto?


Fátima (011) 94383 2015
 Fátima é refugiada da Síria, veio para o Brasil com seus filhos tentar um novo começo... tantas delícias nos ofereceu com amor, muito amor, comemos esses dias basicamente AMOR!!!

Sempre com um sorriso no rosto e a timidez típica de mulheres que já viveram e viram coisas que não deveríamos saber existir... Fátima se reconciliou com algo sagrado para ela, a dança.


Estava em meio a Oficina de ATS® qdo a vi no cantinho dançando timidamente, fui me integrar... ela veio trazida pelo som dos SNUJS (instrumento que segundo Marina, minha filhota, trás as Fadas para perto de nós). Bem, Fátima foi trazida pelo tilintar do ta-ka-ta...e voltou diversas vezes para dançar em diversos outros momentos, após 7 anos sem movimentos que despertam a alma e feminilidade. Quanta emoção nos invadiu!!!



Fátima vive de sua arte culinária, sustenta a si mesmo e seus filhos. Segue o contato para todas que quiserem e puderem convida-la a seu evento, a irmandade deve ser exercida por todos. SORORIDADE.

*Fátima (011) 94383 2015

SORAYA, vivemos dias lindos, incríveis e de puro resgate do SAGRADO QUE NOS HABITA!!! Olhe, veja, perceba quanto você possibilitou a todas nós em termos de cura, constelações de temas doloridos, contações de histórias, benzimentos, dança, jornadas... EMOÇÕES. Sobretudo, todas observamos os seres DIVINOS e CAPAZES que somos!!! 

Encarar e lidar com nossos medos, sim...claro, porém ACEITAR NOSSO EMPODERAMENTO eis o desafio. Aceitar ajuda na caminhada, quão digno é saber pedir e aceitar ajuda. Linda foi a sua tribo composta por duas mulheres maravilhosas, Luma e Mariana, acolhedoras, ancoradoras e totalmente dedicadas a receber e nutrir todas nós.


O evento leva um adjetivo que resume (resume??? impossível), explica e norteia; 

                             TE-SU-DAL!!!

Orgasmos em foma de sorrisos, múltiplos e coletivos!!!






EU SOU MARIA, filha de Sandra, neta de Marina e bisneta de Rosa, mãe de Rodrigo e Marina. Eu sou mulher benzedeira, arte que via minha avó desenvolver e minha mãe continuar, uso minha varinha de condão (plimplim - dedinho mágico que minha mãe ensinou a não apontar), sou mulher medicina e minha cura é a DANÇA, a aromaterapia, os tambores, os snujs SOBRETUDO



AS MULHERES QUE CAMINHAM COMIGO.

AHA.

Opa, e a pergunta inicial?
Encontrou sua resposta?

ÓTIMO....vamos integrar nossas tribos?! Dança e o Sagrado Feminino ladeadas para ancorar nossa cura. Lililililiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii