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30 de janeiro de 2018

Flamenco como base para postura de ATS®


Lee Honda é nossa instrutora convidada a trazer o FLAMENCO como base técnica para postura do ATS®. Sabemos que este lindo estilo de dança, com origem (segundo alguns flamencólogos) na dança gypsy é também uma das danças que servem de referência para construção de nosso vocabulário dentro do American Tribal Style®.

Esta oficina visa conferir base estrutural a mantença de nossos braços e a conhecida intenção flamenca, presente na alma, rosto e olhar de um dançarino.



Lee Honda – Campinas-SP – 01h/aula  -“Flamenco/Fundamentos para Fusões e Braços e Postura para ATS”.

Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), teve seus primeiros passos no ballet clássico em sua infância.

Ingressou à arte Flamenca em 2001 com a professora Verena Menichelli e desde então aprofunda-se nesta arte com referências do cenário artístico nacional e internacional.

Aprimorou seus estudos na Espanha em 2002 na Escola Amor de Diós com professores de renome internacional e em 2014 com o projeto Viagem Encuentro Flamenco, apoiada pelo Governo Federal através do Ministério da Cultura junto ao grupo Soniquete.

Atuou no projeto "Nosso Flamenco", contemplado pelo FICC-2013 (Fundo de Investimento a Cultura de Campinas) em apresentações pela RMC, dando sequencia pelo circuito SESC.
Atualmente integra o Grupo Soniquete Arte Flamenca, é professora de dança flamenca no Estúdio Em Cena de Indaiatuba e dirige o Lagartera Coletivo em shows de tablado e projeto de fusão com ballet contemporâneo e música brasileira.

 E se você se interessou pelo Flamenco, pense no Indiano compondo sua fusão, com Andrea Albergaria e o Tribal Brasil com bases em matrizes e raízes da cultural nacional o Duo Talu da Paraíba.

Inscrições e informações:
festivalpílares@gmail.com

17 de março de 2015

28 - REFLEXÃO

28 por Maria Badulaques - SEMANA 41

Pensando com meus botões tribais... nas palavras de Carolena.

Na entrevista que postamos essa semana vimos tia Lena mencionar que após 7 anos de estudo com Masha e depois da professora "pendurar as chuteiras" foi meio que no rolar da coisa que se viu dando aulas de tribal. Pausa, pensando: aqui o pessoal faz duas aulas e sai dando aula kkk, tem quem nem faça aula nenhuma, a genialidade é linda, mas como não a tenho preciso estudar mesmo, repetir-repetir-repetiiiiiir. 

Tudo na vida demanda esforço, determinação e muita muita força de vontade. 

Faço flamenco há uns 3 anos, e só agora me senti preparada pra encarar uma bata de cola, pq as coisas são um processo, onde seu corpo vai assimilando e vc vai observando naturalmente a evolução. Isso de dança fast-food que tá virando febre (uma aula, pronto... tou pronta, tou linda e perfeita) não transmite a dançarina a maturidade necessária para se entender dentro do universo. 

A dança tem que ser degustada!!! 

É como um flerte com aquele caritcha lindo dos seus sonhos, vc começa com uma piscada de olho, migra pra um sorriso com os dentes em polvorosa e com o tempo o cara tá tirando aquele cravo no meio das suas costas (pensou que eu ia dizer outra coisa, né?)... mas quero chegar na intimidade, no envolvimento... e é assim o processo com a dança, ao menos na minha opinião.

(post atrasado do dominho, soooorrry)

10 de dezembro de 2014

127 - REYNA ALCALA

127 por Carine Würch - SEMANA 28

Reyna Alcala, dançarina, coreógrafa, professora, foi apresentada a dança do Oriente Médio (dança do ventre), enquanto ela estava no colégio, por Jamila Salimpour, e também participou do seu grupo de dança, o Bal Anat. Ela também estudou Flamenco com cigana espanhola Rosa Montoya, bem como com vários professores de dança na Espanha. 
Sua capacidade de melhorar uma forma de uma dança com seu conhecimento sobre a outra, a distingue no mundo da Dança Oriental. Reyna tem o orgulho de ter sido um membro do lendário Ibrahim Farrah Near East Dance Company, com quem ela se apresentou no Carnegie Hall, Avery Fisher Hall, Warren Theater e no Teatro Merkin. 

Seu domínio das duas formas de dança: Dança Oriental e o Flamenco / Dança Espanhola é evidente no revival do Man of La Mancha no The Paper Mill Playhouse. A beleza e expressividade dos movimentos de mãos e braços tem hipnotizado todo seu público. Além de dançar em palcos extraordináorios, Reyna Alcala dançou no teatro ao longo de sua carreira, uma experiência que tem aproveitado, pois usa sua capacidade bem afinada, de responder com toda a força do seu poder físico, as sutilezas e nuances da música árabe. Dançou em ambas as casas noturnas Bagdad e Casbah na Broadway, em Sao Francisco, CA e foi capa do álbum gravado "Bagdad Cabaret". Importante dizer que os estudos e performances de Reyna se estendem além das fronteiras dos Estados Unidos: México, Espanha, Grécia, Turquia e Egito.

"Reyna Alcala é uma dançarina única, no mundo global da dança, hoje em dia. Ela é uma dançarina oriental, que também é tecnicamente proficiente em Flamenco / Dança Espanhola. Uma combinação perfeita para aqueles interessados na fusão dessas duas culturas importantes ". Mariano Parra, principal expoente de Flamenco na America.



Fonte:
** Tradução livre - Carine Würch **


8 de dezembro de 2014

129 - REYNA ALCALA

129 por Carine Würch - SEMANA 28


Reyna Alcala, dançarina, coreógrafa, professora, foi apresentada a dança do Oriente Médio (dança do ventre), enquanto ela estava no colégio, por Jamila Salimpour, e também participou do seu grupo de dança, o Bal Anat. 

Ela também estudou Flamenco com cigana espanhola Rosa Montoya, bem como com vários professores de dança na Espanha. Sua capacidade de melhorar uma forma de uma dança com seu conhecimento sobre a outra, a distingue no mundo da Dança Oriental. 






Reyna tem o orgulho de ter sido um membro do lendário Ibrahim Farrah Near East Dance Company, com quem ela se apresentou no Carnegie Hall, Avery Fisher Hall, Warren Theater e no Teatro Merkin. 






FONTE:
** Tradução livre - Carine Würch **