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6 de fevereiro de 2015

67 - SORORIDADE

67 por Maria Carvalho - SEMANA 36

A tal sororidade...

Lendo o post da Natiii fiquei com saudade de nossos vídeos :/ ...

Algo que faz meu dia mudar de cor, saber que em algum momento vou me encontrar com a dança.

Observei, atentamente, a dinâmica do evento que divulgamos aqui - ATS HomeComing... e o que se via? Sororidade saindo pelos poros! 

Alguns eventos que tive a oportunidade de participar no correr de 2014 senti a mesma sensação. Todos juntos ao mesmo tempo agora.

O conceito de respeito e união, não se restringe aos seus antecessores, demandamos por humildade para acolher os sucessores de maneira que se sintam bem-vindos a tribo. Muito se leu sobre as restrições aos "Outros", como eram chamadas as bailarinas que não estudaram com Miss J e iniciavam suas apresentações em público sem seu aval, e pasmem... há "outros... e outras" vagando por nosso universo até hoje.

Acredito firmemente que estudar, escolher instrutores de sua confiança e respeito é fundamental para uma relação sadia de aprendizado e evolução, e dançar publicamente será uma consequência natural do estudo e trabalho.

Amém a sororidade!

5 de fevereiro de 2015

68 - MASHA ARCHER

68 por Natália Espinosa - SEMANA 36


Legado de Masha: O conceito de tribo e sororidade

O conceito de sororidade, segundo a página Dicionário Informal: Sororidade é o pacto entre as mulheres que são reconhecidas irmãs, sendo uma dimensão ética, política e prática do feminismo contemporâneo.


Hoje a Cibelle Souza, da companhia Shaman Tribal, publicou esta imagem em seu Instagram: 

Além de toda a movimentação e preocupação com o figurino, Masha pontuava o principal conceito do tribal, que é o respeito e o apoio mútuo, como se todas nós (e todos, pois temos homens na nossa tribo hoje em dia) que praticamos essa forma de arte fizéssemos parte de uma grande tribo. Mesmo enquanto solistas, podemos manter em mente esse conceito e tratar nossa dança como algo que faz parte e contribui para algo maior, não como uma forma de brilhar mais que as outras colegas.

Eu, como feminista, confesso que esse foi o ponto que mais me encantou na dança tribal: a possibilidade de vivenciar essa união, esse respeito e essa troca entre mulheres através de uma dança que é "feminina" por princípio: trabalha aspectos atribuídos à mulher e ressalta características da anatomia feminina.

Espero que todas nós possamos fortalecer nossa sororidade, pois o tribal é uma ferramenta poderosa. É só querer usar :)
Masha, Carolena e a solista Rachel Brice: exemplos de sororidade.

Para saber mais sobre sororidade: