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24 de fevereiro de 2016

PILARES ENTREVISTA MEGHA GAVIN - Interview (with english and portuguese version)


 As you know, after you came with Carolena to Brazil tripled or quadrupled the amount of studio sisters here. What advice would you give to this new generation?

Teaching to such a large and enthusiastic group in Brazil was quite an experience.  I’m delighted by the enthusiasm for ATS® that we see in South America.  My advice for the new Sister Studios would be to continue working on the fundamentals of the dance through workshops, online lessons and reviewing the DVDs as much as possible. We’re never too good to work on the basics and the stronger our foundation is, the more beautiful and enjoyable our dance will be.  

You are the director of FCBD education program, can you tell us more about it?

This year I have taken over administration of all aspects of Tribal Pura International, including the Sister Studio Continuing Education Program and Advanced Teacher Training, as well as continuing to be the contact person for organizing Tribal Pura, General Skills and Teacher Training workshops around the globe, as well as our two new certification courses, “Technique for Teachers” and “Perfecting Performance”. These new workshops are designed for dancers who have already completed Teacher Training.  

Sister Studios who are enrolled in, or interested in,  the Continuing Education program can now direct all questions about the program to me at Megha@fcbd.com.  I will also be reviewing the evidence of SSCE workshops and private lessons for re-certification in the program.  

Can you tell more about continuing education program?

The Sister Studio Continuing Education program is an optional program that anyone who has elected to become a Sister Studio can participate in.  It is a way for dedicated students to maintain their skill levels while collecting certificates for attending approved workshops with SSCE eligible teachers and private lessons with myself and Carolena.  There is a $75US registration fee for each year that you sign up and you get an enhanced listing on the Sister Studio page of www.fcbd.com which shows that you are actively participating in continuing education.  This allows potential students to see that you are actively polishing your skills and allows us to publicly acknowledge you for doing so. The annual requirements for the program are 10 hours of SSCE approved workshops or classes, including at least one hour of private instruction with Carolena or myself either in person of through Skype or PowHow. 

Kae will come this year to Brazil and three works are approved for the SSCE, how we can complete the hour we need for recertification program?

The one hour of private instruction can be completed by Skype or PowHow with Carolena or myself. 


When you see a troupe dancing what you expect to see? Technique? Variations movements?

Mostly I hope to see joy.  As a teacher I can’t help but notice technique, and I’m always thrilled by great posture and clean lines.  But mostly, I expect to see the joy of the dance and a sense of cooperation.  I want to see dancers who look confident, empowered and happy actively creating something vibrant on the stage.  

 Can you tell about your work "Indian Temple" in ATS Homecoming? And how can we use it in our ATS.

The Indian Temple Dance Poses for Stretching and Dancing workshop is one that is very dear to my heart.  The concept of the class was based on my love of classical Indian art and dance, combined with my excitement at discovering temple dance poses at the end of the Woman Power Workout DVD produced by FatChanceBellyDance® and Karen Andes.  The workshop itself focuses on flowing gently between poses inspired by Indian temple carvings depicting the temple dancers who would dance for the deities.  There is also an Indian Temple Poses choreography that Devyani created many years ago that we still love to perform.  It combines some of the same postures from the workshop with the existing gratitude meditation that we perform at the beginning of every class.  It has been referred to as the extended puja for quite some time.   

 How is  dance with Devyani in ATS Homecoming 2016?

Dancing with Devyani again at Homecoming was such a rewarding experience.  We hadn’t all danced together for two years.  We were together as a troupe in Birmingham for 10 years before I moved to Texas so dancing with them felt totally familiar and solid.  It truly was a “Homecoming” experience in more ways than one.  

What is the most important principle in the ATS for you?

This is a tough question.  I think the joy of feeling empowered is the core of the ATS® dance experience for me.  In order to get there, we have to become confident in our abilities and so comfortable with the technique of the dance that we don’t consciously think about it while we’re dancing. The sense of community and trust is also vitally important.  We can only achieve these things through being committed, humble and vulnerable.  There are so many factors involved that it’s hard for me to pin down one “most important” principle.  
In Brazil, we are a beginner community which your advice for us?


As a beginner community my advice would be to stay committed and try to find the joy in dancing the basic steps and formations.  Don’t rush to do all the new steps or come up with new ideas.  Stay connected to the mothership and keep exploring the beauty of the foundations of our dance form and this amazing global community. 


Bem, pessoal a entrevista de Megha é um deleite. Ela reproduz o que nos EUA é a base do estudo do ATS® os FUNDAMENTOS (O BÁSICO), fala sobre a importância do SSCE, como consegui-lo e da dicas para o fortalecimento de nossa comunidade brasileira.

Em suas palavras: ensinar a um grupo tão grande e entusiasmado como no Brasil foi uma grande experiência. Fiquei encantada com o entusiasmo que vimos na América do Sul. Meu conselho para as novas Sister Studios seria a de continuar a trabalhar sobre os fundamentos da dança através de workshops, aulas on-line e rever os DVDs, tanto quanto possível. Nós nunca seremos boas demais para trabalhar sobre os conceitos básicos e os fundamentos de nossa dança, assim mais bonita e agradável ela será.


Este ano eu assumi a administração de todos os aspectos da Tribal Pura Internacional, incluindo o Programa de Educação Continuada de Sister Studio e Formação de Professores avançada, bem como continuo a ser a pessoa de contato para organizar Pura Tribal, competências gerais, Formação de Professores e oficinas ao redor do globo, bem como nossos dois novos cursos de certificação, "técnica para Professores" e "desempenho aperfeiçoamento". Estas novas oficinas são projetadas para os dançarinos que já tenham concluído Formação de Professores.

Sisters Studios que estão inscritas, ou interessadas, o programa de Educação Continuada podem direcionar todas as perguntas sobre o programa para mim em Megha@fcbd.com. Eu também irei rever as oficinas SSCE e aulas particulares para re-certificação no programa.

O programa Educação Continuada de  Sister Stúdio é  opcional para alguém que tenha feito o Sister Studio. É uma maneira para os estudantes dedicados manterem suas habilidades durante a coleta de certificados ao assistirem oficinas aprovados com SSCE, com professores credenciados e aulas particulares comigo e com Carolena. Há uma taxa de inscrição de 75 dolares para cada ano que  se inscrever e você estará numa lista de destaque na página de Sisters Studio ( www.fcbd.com) que mostra que está participando ativamente da educação continuada. Isso permite que os potenciais alunos vejam que você está polindo ativamente suas habilidades e nos permite reconhecê-lo publicamente por isso. Os requisitos anuais para o programa são 10 horas de workshops ou aulas aprovadas pelo SSCE, incluindo pelo menos uma hora de aula privada com Carolena ou eu mesma, pessoalmente via Skype ou PowHow.

*Opa, quem se inscreveu nas oficinas de Kae e é Sister Studio terá 6h de oficina aprovada para SSCE.

Questionada sobre o que gosta de ver em uma performance, Megha diz:  Espero ver alegria. Como professora, eu não posso ajudar, mas um aviso sobre a técnica... sempre me emociona ver uma linda postura e linhas limpas. Mas, principalmente, espero ver a alegria da dança e um senso de cooperação. Quero ver dançarinos seguros, confiantes, alegres, ativamente criando algo vibrante no palco. 

Megha está desenvolvendo um workshop, inclusive fiz a oficina sobre Poses Indianas em San Francisco, questionada sobre o tema ela responde: Para Alongamento e oficina de dança é um tema muito querido. O conceito da classe foi baseada em meu amor pela arte indiana clássica e a dança, combinada com a minha emoção ao descobrir a dança de templo e o final do DVD Poderoso Exercício Feminino produzida por FatChanceBellyDance® e Karen Andes. O workshop em si incide sobre o fluir suavemente entre poses inspiradas em esculturas do templo indiana que descreve os dançarinos do templo que iria dançar para as divindades. Há também uma coreografia criada anos atrás pelo Devyani sobre as Poses de Templo Indiano que nós ainda amamos executar. Ele combina algumas das mesmas posturas da oficina com a meditação de gratidão existente que realizamos no início de cada aula. Aquilo que tem sido referido como o Puja.

Sobre dançar com o Devyani no ATS Homecoming 2016; Foi uma experiência tão gratificante. Havia dois anos que não dançavamos juntas. Nós estávamos juntas como uma trupe em Birmingham por 10 anos antes de me mudar para o Texas, assim sendo  dançar com todas elas soa familiar e sólido. Foi realmente uma experiência de "Homecoming" de diversas maneiras.

Questionada sobre qual o princípio mais importante do ATS, Megha responde: Esta é uma pergunta difícil. Eu acho que a alegria de sentir o poder é o núcleo da experiência dessa dança para mim. A fim de chegar lá, temos que nos tornar confiante nas nossas capacidades e tão confortáveis com a técnica da dança que não se pense conscientemente sobre isso enquanto estamos dançando. O senso de comunidade e confiança também é de vital importância. Nós só podemos conseguir essas coisas por ser cometido, humilde e vulnerável. Há tantos fatores envolvidos que é difícil para mim definir um princípio  "mais importante".

Dica de Megha, para nossa comunidade brasileira que engatinha nos passos do ATS: Como uma comunidade iniciante meu conselho seria ficar comprometida e tentar encontrar a alegria de dançar os passos básicos e formações. Não se apresse para fazer todas as novas etapas ou chegar a novas ideias. Fique ligado com a nave-mãe e continue a explorar a beleza dos fundamentos da nossa  dança e essa comunidade global incrível.

Fez sentido para você?
Ah, pessoal...a tradução foi livre, voltei a estudar inglês e tou praticando...o texto original tá aí, traduza conforme suas habilidades.

Xeros
Maria Badulaques.



5 de agosto de 2015

PILARES ENTREVISTA - SISTER STUDIO KELSEY SUEDMEYER



Kelsey e um papinho cheio de badulaques!
(with english version)

Aprender a ser pequeno, enquanto procuramos ser grandes, eis o mistério da fé.

A entrevista com Kelsey trás a baila questões muito importantes para nós, tanto para os que estiveram com Carolena e Megha quando aos que estudam através dos multiplicadores (instrutores).

A pessoa faz um workshop e vira professor do tema, essas pessoas chamo de NINJA, a outra estuda, vira instrutor e entende não precisar mais de aulas, esses chamo de BUDA (alcançaram a luz)... - afasta desse corpo, xô xô soberba!!!

Uma das coisas que mais reverencio numa profissional é quando pergunto: e isso?...daí acende aquela luz e a pessoa fala, vou estudar e vemos no próximo encontro. Meu primeiro contato com o ATS(r) foi com a instrutora de Tribal Fusion Elaine Martins, depois procurei estudar o ATS(r) de forma mais profunda e comecei minha jornada com Natalia Espinosa,  com ela houve a sedimentação e base do que é minha técnica hoje. Apesar de ter começado a ensinar o estilo, não pretendo, nem me passa pela cabeça deixar de estudar permanentemente, alias agreguei a Kelsey, com quem estudo mensalmente on line. Acredito que hoje somos mais maduros, na compreensão da filosofia que está por trás do ATS(r), há mais respeito por parte de todos, então saber dosar todo estudo com a humildade na caminhada realmente será nosso desafio.

Com essa breve introdução, vamos a conversa com Kelsey, tradução da Nati e entrevista de minha badulacada pessoa.



Senta com pipoca no colo, tá legal como um bom livro.

Xeros no pulsante!!!!
Maria Badulaques
Work em Minas
1 – Fale de você enquanto dançarina e sobre o ATS® em sua vida. Eu descobri o estúdio FCBD® em São Francisco em 2009. Eu nunca tinha feito aulas de dança antes, a não ser uma única aula de dança do ventre que eu havia tido anos atrás. Era uma aula de Dança do Ventre estilo Oriental, e mesmo tendo gostado da aula, eu nunca mais fui. Por algum motivo, eu não senti que eu me encaixava ali. Mas quando eu fiz minha primeira aula de ATS®, minha vida mudou! Eu senti como se tivesse voltado para casa. Aquele sentimento, de estar em casa, é a razão pela qual eu continuo a dançar e que me inspira a ensinar. Quando eu danço ATS®, eu sei que estou sendo eu mesma, e poder interagir com outras pessoas nessa experiência torna-a ainda melhor! O aspecto de improvisação me ajuda a relaxar minha mente e escutar meu corpo, e o aspect tribal me mantém conectada à comunidade.
Work no Rio
2 – Fale sobre sua experiência no Brasil ensinando ATS®Eu realmente curti ensinar aqui no Brasil! Estou feliz em ver que o ATS® está ficando mais popular por aqui. O que percebi até agora é que o ATS® ainda é relativamente novo no Brasil, e que a maioria dos dançarinos aqui (exceto por um punhado de professoras the Sister Studio) ainda são iniciantes. Eu me sinto honrada em estar aqui dando workshops neste momento, porque eu sinto que os básicos são extremamente importantes. Quanto mais prática de base um dançarino tiver, melhor. Existe uma fome de ATS® aqui no Brasil, e eu adoro! Todas as pessoas que eu encontrei são tão gratas por qualquer coisinha que eu possa ensinar, e isso me deixa me sentindo muito bem e me faz querer voltar logo!
Festival Campo das Tribos
3 – Depois do TT e da presença de Carolena e Megha, qual  você acha que será o maior desafio para nós? Esta é uma ótima pergunta! Como muitos de vocês foram certificados como professors de ATS®, o grande desafio que enxergo para todos vocês(inclusive os dançarinos que apenas fizeram o General Skills) é continuar com uma mentalidade de iniciante. Nossa derrocada enquanto dançarinos começa no momento em que pensamos que sabemos tudo e nos fechamos para aprender algo novo, ou para aprofundar nossos conhecimentos naquilo que já sabemos. Existem tantas camadas no nosso desenvolvimento enquanto dançarinos, e é nosso trabalho manter a mente aberta para tudo o que pudermos receber.
GS e TT com Carolena e Megha
4 – Que conselho você daria para dançarinos que começaram recentemente e completaram o TT? Meu conselho para os formandos recentes do Teacher Training é continuar com seu próprio estudo do ATS®. Continue a aprender com seu professor e assista aulas como aluno! Se seu professor não estiver por perto ou se você for o único professor na sua região, mantenha-se em contato com a Carolena! Eu acho que ela ama saber de vocês. Faça aulas por Skype com ela ou com outros professores para continuar aprendendo e crescendo.

E ainda, seja você mesmo e respeito os outros professores. Não comprometa que você é para ganhar mais alunos – os alunos certos virão até você se você estiver sendo você mesmo. Respeitar outros professores também será muito benéfico no sentido de que trabalhar juntos como irmãos é muito mais poderoso do que gastar sua energia em ser competitivo!

5 – Que conselho você dá para quem está começando no ATS®? Divirta-se e mantenha a mente aberta! Há muito a aprender e muita diversão pela frente.

6 – Na sua opinião, a utilização de acessórios deve vir apenas após uma fundamentação forte dos básicos? Você está falando de props, como espada e cesto? Minha opinião é que sim, uma fundamentação forte dos básicos é melhor.  

7 – E os dialetos, você acredita que já temos maturidade para começar a criar? Dialetos de Movimentos (Movement Dialects) podem ser divertidos de se explorar. Eu definitivamente acredito que é melhor ter uma compreensão sólida da técnica e estética do ATS® antes de começar a criar, de forma que qualquer coisa que você venha a criar mantenha-se fiel ao ATS®. Além disso, eu gosto de pensar nos Dialetos como uma oportunidade de capturar algo divertido e natural que brotou instantaneamente durante a dança em um grupo de dançarinos que são realmente próximos e se conhecem muito bem, ao contrário de uma oportunidade de criar algo diferente e completamente novo. Eu acredito que este conceito de criatividade através da conexão imediata e no momento é o que dá ao ATS® um sentimento diferente daquele do Tribal Fusion.

Eu vou ser honesta. Não sou muito fã de Dialetos. Eu prefiro me aprofundar no repertório de passos e formações que foram criados pela Carolena, e explorar todas as possibilidades nuances esperando pra serem descobertas nele, e apenas and sprinkle o uso de um Dialecto muito raramente. Eu acho que se você gasta muito tempo e energia focando nos Dialetos, você está exercitando seu cérebro de Fusion muito mais que seu cérebro de ATS®. Lembra do que a Carolena disse no General Skills? Se você gosta de brincar dentro das regras do ATS®, você é um dançarino de ATS®. Se você está sempre pensando em formas novas de fazer as coisas ou em criar passos e combos novos, então você provavelmente está mais para um dançarino de Tribal Fusion. Nenhum é melhor ou pior que o outro, mas são coisas diferentes!https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif

8 – Quais são suas metas enquanto dançarina e professor de where your goal as a dancer and teacher of ATS®? Haha, eu acho que minhas metas são muito simples. Continuar dançando, continuar aprendendo e continuar ensinando! Por quanto tempo eu conseguir. E também me manter fiel a mim mesma, me conhecer e me compartilhar com outras pessoas.
Work em Floripa
9 – Você ainda estuda ATS®? Sempre! Minha prática é estudar ATS® toda semana, seja fazendo uma aula presencial ou me mantendo conectada aos ensinamentos de Carolena e ao estúdio FCBD® através de aulas online. Enquanto estive no Rio de Janeiro, eu fui às aulas da Aline Oliveira (Muhana) sempre que pude, e planejo ir às aulas de outras Sister Studios enquanto continuar viajando. Não importa qual nível--Nível 1 ou mais alto—eu estarei lá! Só porque eu estou viajando para outras cidades para ensinar, não significa que eu tenha parado de aprender! Todos nós somos professores uns dos outros e podemos aprender algo um com o outro. Estar mais exposta a diferentes estilos de ensinar me ajuda a crescer e melhorar como professora, também.
Work no Rio
10 - Que experiência você vai levar de volta pra casa? Gratidão. Eu sou tão grata ao Brasil e às pessoas daqui, por me receberem e me deixarem conhecer e participar de suas vidas. Minhas primeiras experiências como professora aconteceram aqui no Brasil, e isso eu nunca vou esquecer! Vocês confiaram em mim para ensinar o que eu sei, e me permitiram ver que eu posso. Eu posso ensinar ATS®! Ver vocês melhorando enquanto dançarinos e compreender o que eu estou ensinando (mesmo com a barreira do idioma) preenche meu coração de alegria. É a realização de um sonho para mim, e eu sempre me lembrarei disso.  

11 – E quando você quer voltar pro Brasil? Meu desejo é vir ao Brasil todo ano se eu puder! Então, para o futuro próximo, eu espero visitar o Brasil novamente em 2016 ou 2017.

Obrigada por me entrevistar!



1 - Talk about you as a dancer, and ATS in your life. I discovered the FCBD® studio in San Francisco back in 2009. I had no other dance training prior to that, and had only taken 1 belly dance class many years before. It was an Oriental Belly Dance class, and while I enjoyed the class, I never went back. For some reason, I didn't feel like I fit in there. But when I took my first ATS® class, my life changed! I felt like I had come home. That feeling, of being at home, is why I continue to dance and why I am inspired to teach. When I dance ATS®, I know that I am being myself, and getting to play with others in that experience makes it even better! The improv aspect allows me to relax my mind and listen to my body, and the tribal aspect keeps me connected to community.


2 - Talk about your experience in Brazil - teaching ATS. I have really enjoyed teaching here in Brazil! I'm happy to see that ATS® is becoming more popular here. What I've learned so far is that ATS® is still fairly new here, and that most dancers here (except for a handful of the Sister Studio teachers) are still beginners. I feel honored to be here teaching workshops at this time because I feel that the basics are extremely important. The more practice that a dancer has with the fundamentals, the better. There is a large appetite for ATS® here in Brazil, and I like that! Everyone I've encountered is so grateful for anything that I can teach, which feels really good and makes me want to come back soon!

3 - After the TT and the presence of Carolena and Megha what you think will be the big challenge for us? This is a great question! As a large group of you have now been certified to teach ATS®, the big challenge I see for you all (including the dancers who only took General Skills) is to stay in the Beginners Mindset. Our downfall as dancers begins when we think we know everything and close ourselves off to learning something new, or gaining a deeper understanding of something we already know. There are so many layers to our development as dancers, and it's up to us to keep ourselves open to all that we can receive.

4 - What advice would you give to recent dancers who got the TT? My advice to recent graduates of Teacher Training is to continue your own studying of ATS®. Continue learning from your teacher and attend classes as a student! If your teacher is not around, or you are the only teacher in your area, stay connected to Carolena! I think that she loves to hear from you. Take Skype lessons with her or other teachers to continue learning and growing.

Also, be yourself and respect other teachers. Don't compromise who you are in order to get more students--the right ones will come to you if you are being yourself. Respecting other teachers will also go a long way, as working together in Sisterhood is far more powerful than spending your energy on being competitive!

5 - For anyone who is starting in ATS which advice you give? Have fun and be open! There is much to learn and much fun to be had.

6 - For you use accessories must come after a strong foundation of basics? Are you talking about props, like sword and basket? My opinion is that yes, a strong foundation of the basics is best. 

7 - What about the dialects, you feel that we have the maturity to start creating? Movement Dialects can be fun to explore. I definitely believe that a strong understanding of ATS® technique and aesthetic are best to have before you start creating, so that whatever you create remains true to ATS®. Furthermore, I like to think of Movement Dialects as an opportunity to capture something fun and natural that popped up spontaneously while dancing with a group of dancers who are really close and know each other well, rather than an opportunity to create something different and totally new. I believe that this concept of creativity through immediate and in-the-moment connection is what gives ATS® a different feeling than Tribal Fusion.

I will be honest. I'm not a huge fan of Dialects. I prefer to go deeper into the repertoire of steps and formations that were created by Carolena, and explore all of the possibilities and nuances that are available to discover there, and sprinkle in the use of a Dialect very rarely. I think that if you spend a lot of time and energy focusing on Dialects, you're exercising your Fusion brain more than your ATS® brain. Remember what Carolena said in General Skills? If you're happy to play within the rules of ATS®, you're an ATS® dancer. If you are constantly thinking of new ways to do things or new steps or combos to create, then you're probably more of a Tribal Fusion dancer. Neither is better than the other, but they are different!

8 - Where your goal as a dancer and teacher of ATS? Haha, I think that my goals are very simple. To keep dancing, to keep learning, and to keep teaching! For as long as I can. Also, to stay true to myself, know myself, and share myself with others.

9 - Do you still studying the ATS? Always! My practice is to study ATS every week, whether I am taking a live class, or staying connected to Carolena's teachings and the FCBD® studio via online classes. While I've been here in Rio de Janeiro, I've been attending Aline Oliveira's classes when I can, and I plan to attend classes with other Sister Studio's as I continue to travel. It doesn't matter what level--Level 1 or higher--I'll be there! Just because I am traveling to other cities to teach, doesn't mean I'm finished learning! We all are each other's teachers and can learn something from one another. Additionally, more exposure to different teaching styles helps me to grow and improve as a teacher.

10 - What experience will take you back home? Gratitude. I have so much gratitude for Brazil and the people here, for welcoming me and letting me experience your lives. My first teaching experiences happened here in Brazil, and I will never forget that! You trusted me to teach you what I know, and that allowed me to see that I can do it. I can teach ATS®! To see you improve as dancers, and understand what I am teaching (even with the language barrier) fills my heart with joy. It is a dream come true for me, and I will always remember this. 

11 - When do you want to return to Brazil? My wish is to come to Brazil every year if I can! So, for the near future, I hope to be back in Brazil for my next visit in 2016 or 2017.


Thank you for interviewing me!

20 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Marri Moraes

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Marri Moraes)
Nunca tive pretensão de virar dançarina. Sempre fui meio, desengonçada e todos os predicados relativos à meninas/mulheres masculinizadas (nada a ver com opção sexual). Porém, sempre gostei muito de dançar, desde os 15 anos tenho uma história forte com a música e acredito que uma coisa leva à outra. Enfim, em 2005 comecei a fazer aulas de dança do ventre para "ver de qual é dessa dança" e me dei super bem... porém, depois de 6 meses fazendo aula, estava eu despretensiosamente procurando vídeos de trompetistas da Europa Oriental, quando me deparo com um vídeo do "The Indigo", que começa com um trompetista solando. Quando vi aquelas 3 mulheres divosas com aquelas roupas mutcho locas dançando lindamente com aquela música hipnótica, fiquei num estado de euforia e felicidade enormes, porque ali eu pensei "caraca... é isso... é isso que procuro na dança..." 

Mostrei pra minha irmã que ficou igualmente fascinada e começamos a vasculhar tudo que podíamos sobre o tal de Tribal Fusion, e por conta e risco, fizemos video aulas e montamos uma coreografia. Dançamos em alguns lugares e mostras de dança. Nesta época, fizemos um workshop com a Surrendra de BH.

Entre 2008 e 2012 fiquei sem dançar por motivos de mudança, e em 2012, já morando no interior de SP, uma amiga viu um vídeo meu e da minha irmã dançando e me incentivou à dar aulas. Como eu não tinha qualquer respaldo para tal, procurei uma escola em SP, achei a Campo das Tribos, onde estudo até hj!! Fiz aulas com a Mariana Quadros e Rebeca Piñeiro, duas professoras incríveis às quais agradeço muito!! 

OBS: desculpa, mas não deu pra ser muito breve...rsrsrs


O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 
Poutz... acredito que qualquer pessoa que dance ATS e até outros estilos dentro do Tribal, aproveitariam essa oportunidade única!!! 

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
Fiz aulas com a Mariana Quadros e faço com a Rebeca Piñeiro. Estou formando um grupo de ATS na cidade onde moro atualmente, São Francisco Xavier/ SP.


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
A forma como as coisas aconteceram foram tão providenciais e harmônicas que não tive nenhuma dificuldade no curso... foi tudo pleno, suave, aproveitei cada segundo!!!


Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Sim!! Com certeza!!

O que mais você absorveu de toda esta experiência?
O Espírito do Tribal, do ATS!! Estar numa sala com Mama C, Meghan, Kelsey e 70 mulheres TODAS com personalidades fortes, tocando snujjs, dançando... ptz...indescritível!! 

Me arrepiei várias vezes e me emocionei tbm!! Principalmente no momento que ela disse: "quando você entra no palco, você não é você, você é a própria dança"


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Quando ela entrou na sala no primeiro dia, foi muito louco porque senti como se uma entidade estivesse entrando ali... não que eu esteja colocando Mama C em um pedestal, mas ela traz o Espírito do ATS, do Tribal muito forte consigo... e ao olhar pra ela sentia como se estivesse olhando para uma grande mestra!! Ela carrega muito amor dentro de si, muita generosidade e verdade... foi o que senti. E não achei ela nada rígida... muito simpática a meu ver!! 
Deixe uma mensagem para nossas leitoras. (Marri Moraes)
A dança apareceu na minha vida para me reconectar com minha essência feminina, e hoje vejo e sinto que essa conexão vai além de nós como seres individuais. Para ela ser completa precisamos nos envolver coletivamente, como grupos, como tribos... quando tive essa percepção entendi o porque do nome "Dança Tribal"!! Liberdade, amor e união à todos os seres!!