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10 de julho de 2015

AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Tamyris Farias Lunay

Tamyris Farias Lunay

Foi em meados de 2012 que houve o primeiro movimento de despertar em Recife o interesse pelo ATS®, com a ideia de um grupo de estudos, já que não havia professoras certificadas na região. Aliás, essa era uma das grandes dificuldades para quem queria aprender o Tribal criado pela Mama C, não havia fonte que não fossem os vídeos do youtube (aqueles que não são reais) e os DVDs (tão difíceis de conseguir). Raramente, um ou outro workshop do estilo era oferecido.
A ideia do grupo de estudos se fortaleceu em outro círculo de atuação, o qual eu não pude participar por incompatibilidade de horários e outras questões (como faculdade), e deu origem à Trupe Valkírias Tribal. No entanto meus estudos continuaram, surgindo a oportunidade de ir para a Argentina ter aulas com a Carolena em um evento produzido pela hermana Emine Di Cosmo. Neste momento o cenário ATS® em Recife era bem tímido e tinha a supervisão de Nadja El Baladi, que misnistrou workshops sobre o tema.
Quando houve o anúncio sobre a vinda da Carolena para ministrar os General Skills e o Teacher Training, eu e Karina Leiro decidimos fazer a formação pensando na carência de informação que ainda havia no cenário pernambucano. Desde então venho me apresentando com solos baseados no ATS para divulgar ainda mais o estilo. Ao voltarmos de São Paulo criamos a Samsara Trupe, voltada apenas para o ATS®, com a qual temos como objetivo, além de fomentar o crescimento do estilo na cidade, a união entre bailarinas(os) do estilo. Apresentações em  conjunto e a ideologia de “tribo” está sendo cada vez mais incentivada e resgatada. Em agosto as minhas aulas regulares de ATS® terão inicio e a expectativa é de que o Tribal cresça e seja apreciado ainda mais em Pernambuco.
Um de meus sonhos foi realizado em São Paulo, no mês de Abril. Estudar com a Carolena foi um momento sublime de muita emoção e carinho. Agora, meu sonho é a Zoe. Embora saia do círculo ATS®, a precisão dos movimentos e os isolamentos do “estilo Zoe” são fascinantes.


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Tamyris Farias - Coluna Sementes & Frutos
Biografia completa - AQUI
FIQUEI APAIXONADA POR ESSES RELATOS!
O PILARES DESEJA  SUCESSO A TODAS!!! _/|\_
XEROS
Maria Badulaques

AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Karina Leiro

Karina Leiro


O grupo Valquirias começou a estudar ATS em Recife em 2013, numa parceria com Nadja el Baladi ️q veio dar works e ficava corrigindo as meninas durante o processo. A líder do grupo aqui é a Carol Constantino. Eu, apesar de ter interesse de estudar com elas desde o começo não consegui conciliar horário e dai, quando apareceu a oportunidade de fazer a formação este ano eu e Tamyris, minha parceira na Lunay PE, decidimos estudar ️que nem doidas para conseguirmos fazer.

Dai, fomos e voltamos já abrindo turmas. A minha já funcionando e a de Tamy pra começar em agosto.

Estamos fazendo apresentações em duo, trio (junto com Maya ️q também é do Valquirias e da Lunay).

E agora eu e Tamyris formamos a Samsara troupe e estamos em uma parceria muito gostosa com as Valquirias para estudo e apresentações.

AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Raisa Latorraca

Raisa Latorraca
Depois da inesquecível experiência com Carolena Nericcio e Megha Gavin no primeiro semestre, enfrentamos algumas dificuldades já previstas na nossa cidade, mas nem um pouco desanimadoras. 

Infelizmente o American Tribal Style® ainda esteve poucas vezes em solo brasiliense, mas enfrentamos aquele desafio gostoso do começo de qualquer grande movimento, o de difundir, expandir e divulgar, com muita responsabilidade e amor, aquilo em que acreditamos. Ao retornar da formação com Carolena, convidei Amanda Zayek (uma das maiores responsáveis pelo que Brasília já conhecia de ATS®) e Carol Freitas, que esteve comigo no Teacher Training, para nos reunirmos e mantermos um estudo contínuo. Em Brasília não temos conhecimento de muitas pessoas formadas, mas esse cenário deve mudar em breve e estamos muito felizes com isso. 


Cada vez mais as pessoas têm se interessado no ATS® e se encantado com a filosofia dele. Cada vez mais as pessoas têm se descoberto, se divertido, se alegrado, se curado e se sentido "em casa", tanto assistindo quanto dançando. Sentimos que o ATS® está ganhando força aos poucos aqui e sabemos  o quanto ele une e fortalece as pessoas. Além de aulas e cursos, existem alguns projetos sendo idealizados utilizando o ATS® como forma de resgate do feminino, da autoestima, além de integração social. Um belo projeto sendo elaborado pela Amanda Zayek poderá ser conferido em breve aqui em Brasília.

Por aqui ele tem encantado o público e as bailarinas, mas ainda com potencial de desenvolvimento. 

Estamos muito otimistas e acreditamos muito nesse potencial. Essa é uma das melhores motivações para seguir e ensinar o que sabemos para as pessoas que podem ajudar a passar para frente esse legado tão precioso.

Nas aulas percebo os olhinhos brilhando, cada vez mais curiosos e em busca de mais conhecimento, aproveitando, curtindo a sintonia entre o grupo e aprendendo a confiar nas companheiras de dança, motivações como essas não nos deixam desanimar!






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AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Karina Christmas

Karina Christmas
Estudar com a Carolena Nericcio - Bohlman não tem preço. Foi uma experiência única. Comecei a dar aulas de ATS® 2 meses antes da vinda dela. 

Depois de ter tirado a certificação descobrimos que tudo está apenas começando. Como sisters Studio® temos a responsabilidade de continuar estudando e isso não envolve somente a teoria e sim o desenvolvimento de técnicas de improviso, memória muscular dos passos, toque de snujs, etc. E claro, acredito que humildade e respeito nesse estilo de dança é o que não pode faltar! O ATS® não se dança sozinho e a confiança que é gerada nas suas parceiras enquanto dançamos é apaixonante!
Dar aula pra mim é uma terapia. É um momento em que estou 200% presente e muito focada na performance das alunas. Particularmente acho muito mais gostoso dar aula do que se apresentar. Sou muito preocupada com a explicação e execução dos passos de ATS® e faço de tudo para que minhas alunas entendam o  estou ensinando. Vê-las dançando depois é um prazer inexplicável. O ATS®, na minha opinião, ensina muito sobre você mesmo. A arte de improvisar mostra muito quem somos. É um estilo cheio de detalhes e bem desafiador...e repito: quanto mais dançamos, mais nos apaixonamos!

Thelema Trupe
O Thelema nasceu em um bate papo entre amigas onde a ideia era simplesmente dançar.  Nossa primeira apresentação foi no Yalla 2014 onde fizemos uma coreografia de tribal fusion e ITS. Em 2015 nos apresentamos em alguns lugares com o ATS® e já estamos trabalhando uma nova apresentação de Tribal Fusion. Hoje contamos com 4 integrantes mas pretendemos aumentar a trupe onde 3 membros do grupo estudaram com a Carolena e duas já são sisters studio.


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AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Barbara Kale

Barbara Kale
Meu nome é Barbara (Vianna) Kale, sou gaúcha, e atualmente moro em Santa Maria, no interior do estado do Rio Grande do Sul.


Meu primeiro contato com ATS® foi em 2002, quando morei em Chicago, IL. 

Eu fazia aulas de dança do ventre e uma de minhas colegas, que era membro do grupo Read My Hips (www.readmyhips.com), me convidou para assistir uma apresentação delas para eu conhecer o estilo. Eu fui e me apaixonei perdidamente! Isso foi muito antes do youtube, então eu realmente não tinha nenhuma pré-concepção sobre o que eu estava assistindo, nunca tinha ouvido falar daquilo, não sabia nem que existia tribal. Na semana seguinte eu já comecei a fazer aulas com a Stephanie Barto, fundadora e diretora do grupo. As aulas seguiam o padrão do FatChance, apesar do vocabulário de movimentos e combos ser muito mais amplo. Naquela época, não havia distinção entre ATS® e ITS - o segundo termo foi cunhado muito depois - então o vocabulário de todas as professoras que haviam sido treinadas e certificadas pela Carolena, mesmo aquele desenvolvido independentemente, era considerado como ATS. A maioria dos grupos se esforçava ativamente para desenvolver vocabulário próprio, incrementando o padrão do FCBD, que tinha muito poucos combos formalizados (o volume 4  do vídeo "Tribal Fundamentals" só foi lançado em 2004).
Foi neste contexto que eu aprendi ATS®. Em 2003 participei da trupe de estudantes do nível intermediário (Blue Cat Tribe), e alguns meses depois passei a fazer parte da troupe principal, Read My Hips. Foi uma experiência fantástica, e fiquei com o grupo até eu voltar para o Brasil, em 2006. De volta a Porto Alegre comecei a dar aulas de ATS com o intuito de formar meu próprio grupo, mas nunca tive muito sucesso nesta empreitada. Foi bem nesta época que a Rachel Brice e o núcleo tribal do Bellydance Superstars explodiu por aqui, então a demanda era realmente de tribal fusion - solo ou coreografia. 

Apesar de eu sempre incorporar o ATS® aos meus solos e mesmo às aulas de tribal fusion, foi bem difícil representar o estilo sem ter um grupo. O "coração" do ATS é justamente a improvisação e a transição entre as bailarinas, e esta mágica eu nunca consegui recriar fora da sala de aula. Dei aulas em Porto Alegre até 2009, quando mudei para Santa Maria e parei de dançar tribal. Dois filhos e 5 anos depois resolvi retornar a ativa, num cenário muito melhor e mais receptivo do que havia quando eu parei. Atualmente no RS o tribal fusion já é bem mais reconhecido, graças ao esforço de diversas fusionistas talentosas, e apesar de sermos apenas 2 Sisters Studio,  acredito que o ATS® tem um boa chance de crescer e florescer por aqui também, a exemplo de outros estados, como o Rio e São Paulo. *\o/*


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Barbara Kale - Coluna Sementes & Frutos
Breve Biografia - AQUI

AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Bia Vasconcelos

Bia Vasconcelos 

Comecei a estudar tribal em 2006 ainda quando cursava a faculdade de Direito. Como a maioria das meninas que começaram a estudar o estilo nessa época, não tinha uma professora regular uma vez que o estilo tribal era praticamente desconhecido em minha cidade. Estudava em casa por meio de Dvds do FatChance Bellydance® e apenas em 2010 estudei pessoalmente com Isabel de Lorenzo, num workshop de ''Introdução ao American Tribal Style®'' que ela ministrou em Salvador. 

Comecei a ministrar aulas profissionalmente em minha cidade desde 2009 tendo lançado o primeiro curso de tribal no Centro Cultural da Universidade Estadual de Feira de Santana. Neste curso,  o qual ministro até os dias de hoje, leciono não só movimentos de ATS® mas também de Tribal Fusion.

Levar o tribal para um ambiente acadêmico foi muito importante, não só por legitimar o curso, relevando sua importância no meio artístico e cultural,  mas também por promover uma maior publicização do estilo, até então inexistente aqui. 

No entanto, apesar do imenso esforço em implantar o curso, promover sua divulgação e fomentar sua prática, senti que ainda faltava alguma coisa para completar minha formação e validar ainda mais o trabalho que eu estava desenvolvendo. Faltava minha certificação profissional com a fundadora do estilo no mundo, Caroleena Nericcio.

Com a notícia da vinda desta bailarina para o Brasil pela primeira vez, não medi esforços e resolvi participar da formação no início deste ano. Obtive êxito na formação e recebi o meu tão sonhado certificado profissional, estando no quadro oficial de Sister Studio pelo FatChance Bellydance®. Antes, algo que estudava apenas por Dvds, hoje faz parte de minha vida profissional de fato e o mais incrível é que meu nome consta lá naquela lista internacional, em meio a tantas bailarinas que eu amo e admiro e que tanto já estudei apenas pela tv.

Para mim, o momento mais marcante da formação foi quando tivemos de dar aula na presença da Caroleena, nos moldes do ATS® que ela havia criado. Neste momento pude relatar minha experiência de vida e de trabalho não só para a Caroleena mas para todos os meus colegas que estavam formando junto comigo. Percebi que meu relato comoveu não só a nossa mestra mas a todos que estavam presentes, num momento de muita emoção e acolhimento que apenas o tribal pode promover. Fazer parte de um todo, de uma tribo e dançar uma mesma linguagem independente de onde você esteja é algo inspirador e que me dá um grande sentido de pertencimento no mundo.

Após minha legitimação, me tornei a única bailarina da Bahia com o Certificado Profissional em ATS® a ingressar no quadro de Sister Studio do FatChance Bellydance®. Além de ser uma honra, é a realização e consolidação de um sonho antigo o qual vivo a cada dia. 

Continuo na minha missão de promover a expansão do estilo em minha cidade e atualmente iniciarei a 1ª turma do Curso Regular de American Tribal Style® em minha própria escola, no Bia Vasconcelos Centro Artístico e Cultural, outro sonho que consegui realizar no início deste ano.

Com alegria, anuncio que as aulas iniciarão dia 11 de Julho e serão realizadas todos os sábados das 10:30 às 12:00. 

Espero todos com muito amor e muita gratidão! Vamos dançar!


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20 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Marri Moraes

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Marri Moraes)
Nunca tive pretensão de virar dançarina. Sempre fui meio, desengonçada e todos os predicados relativos à meninas/mulheres masculinizadas (nada a ver com opção sexual). Porém, sempre gostei muito de dançar, desde os 15 anos tenho uma história forte com a música e acredito que uma coisa leva à outra. Enfim, em 2005 comecei a fazer aulas de dança do ventre para "ver de qual é dessa dança" e me dei super bem... porém, depois de 6 meses fazendo aula, estava eu despretensiosamente procurando vídeos de trompetistas da Europa Oriental, quando me deparo com um vídeo do "The Indigo", que começa com um trompetista solando. Quando vi aquelas 3 mulheres divosas com aquelas roupas mutcho locas dançando lindamente com aquela música hipnótica, fiquei num estado de euforia e felicidade enormes, porque ali eu pensei "caraca... é isso... é isso que procuro na dança..." 

Mostrei pra minha irmã que ficou igualmente fascinada e começamos a vasculhar tudo que podíamos sobre o tal de Tribal Fusion, e por conta e risco, fizemos video aulas e montamos uma coreografia. Dançamos em alguns lugares e mostras de dança. Nesta época, fizemos um workshop com a Surrendra de BH.

Entre 2008 e 2012 fiquei sem dançar por motivos de mudança, e em 2012, já morando no interior de SP, uma amiga viu um vídeo meu e da minha irmã dançando e me incentivou à dar aulas. Como eu não tinha qualquer respaldo para tal, procurei uma escola em SP, achei a Campo das Tribos, onde estudo até hj!! Fiz aulas com a Mariana Quadros e Rebeca Piñeiro, duas professoras incríveis às quais agradeço muito!! 

OBS: desculpa, mas não deu pra ser muito breve...rsrsrs


O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 
Poutz... acredito que qualquer pessoa que dance ATS e até outros estilos dentro do Tribal, aproveitariam essa oportunidade única!!! 

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
Fiz aulas com a Mariana Quadros e faço com a Rebeca Piñeiro. Estou formando um grupo de ATS na cidade onde moro atualmente, São Francisco Xavier/ SP.


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
A forma como as coisas aconteceram foram tão providenciais e harmônicas que não tive nenhuma dificuldade no curso... foi tudo pleno, suave, aproveitei cada segundo!!!


Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Sim!! Com certeza!!

O que mais você absorveu de toda esta experiência?
O Espírito do Tribal, do ATS!! Estar numa sala com Mama C, Meghan, Kelsey e 70 mulheres TODAS com personalidades fortes, tocando snujjs, dançando... ptz...indescritível!! 

Me arrepiei várias vezes e me emocionei tbm!! Principalmente no momento que ela disse: "quando você entra no palco, você não é você, você é a própria dança"


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Quando ela entrou na sala no primeiro dia, foi muito louco porque senti como se uma entidade estivesse entrando ali... não que eu esteja colocando Mama C em um pedestal, mas ela traz o Espírito do ATS, do Tribal muito forte consigo... e ao olhar pra ela sentia como se estivesse olhando para uma grande mestra!! Ela carrega muito amor dentro de si, muita generosidade e verdade... foi o que senti. E não achei ela nada rígida... muito simpática a meu ver!! 
Deixe uma mensagem para nossas leitoras. (Marri Moraes)
A dança apareceu na minha vida para me reconectar com minha essência feminina, e hoje vejo e sinto que essa conexão vai além de nós como seres individuais. Para ela ser completa precisamos nos envolver coletivamente, como grupos, como tribos... quando tive essa percepção entendi o porque do nome "Dança Tribal"!! Liberdade, amor e união à todos os seres!! 

14 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Karuna Jayashakti

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Karuna Jayashakti)
Eu comecei muito nova mas por muitos motivos me afastei e voltei muitas vezes a dança. Já dei por encerrada a dança na minha vida várias vezes mas ela insiste em se fazer presente e eu sempre a recebo de volta de braços abertos. Minha base foi o Clássico e o Jazz que foi mais uma preparação corporal, mais tarde o Afro aonde me dediquei mais tempo fazendo parte de um grupo profissional. Fiquei muito tempo longe da dança até voltar com o estudo do Oriental Árabe, me formei instrutora no estilo mas já estava me envolvendo com o tribal (e com o pé na porta para deixar a dança de novo por motivos de saúde), mas o ATS me fisgou. 


Fiz uma formação no estudo do movimento de Rudolf Laban (com uma professora formada no Laban Centre) e agora estou envolvida com um projeto de pesquisa. Sou terapeuta corporal e de florais, que não são danças, claro, mas tem a ver com nosso movimento (ritmo) interno.

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio?
Não foi uma escolha, foi uma oportunidade que não se dispensa, é a fonte pura e cristalina. 

Você abriria mão de beber uma água fresquinha direta na fonte? O ATS é uma dança atual, a sua criadora está viva! Não é sempre que podemos ser contemporâneos de uma criadora e acho que não devo perder a oportunidade de ir direito a origem enquanto posso.


Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
Aula regular não, como muitas de nós, bati os dvds dos Basics no liquidificador com flores e frutas e bebi sem moderação. :) 


Fiz workshops importantes com a Isabel De Lorenzo, Kristine Adams e com a Carolena e a Megha



Tive grupos de estudos, nos reuníamos sempre que possível, com pessoas em diferentes níveis de experiência: iniciantes e pessoas que já dançavam a mais tempo do que eu, foi muito bom. Atualmente tem outro em início de formação. 



Procurei não perder os workshops mais importantes porque sempre parece que já sabemos muito ou tudo mas é sempre bom voltar para a sala de aula e ser aluna, aliás, eu adoro estar na condição de aluna, sou uma eterna estudante, em outras áreas do meu interesse também. Mesmo um certificado profissional não me tira desta condição, podemos aprender para sempre. 


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Fisicamente é o de sempre, haja braço! Mas fui preparada com meu kit sobrevivência a treinos longos. Nos últimos dois dias tive dores nos joelhos mas estas me acompanham a vida toda porque me recuso a fazer cirurgia. Só na segunda metade do último dia senti cansaço mental, me lembro que iniciei a liderança com um grupo e consegui fazer egiptian step, shimmy ghawazee e hip twist de uma vez só, cada parte do meu corpo fez uma coisa, foi engraçado mas minhas irmãs de formação não acharam, me olharam com aquela cara tipo: 'wtf?'... Mas não acho que foi por causa do curso, eu estava vindo de três congressos, um deles de hatha yoga, Abril foi intenso, então uma hora a gente cansa mesmo. Mas dei conta. 

Financeiramente foi tranquilo porque foi num bom momento, sempre tem um sacrifício aqui e ali mas tudo bem, foi uma questão de determinar prioridades.

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Pode ser, estou envolvida no projeto de pesquisa que mencionei e dedicada a outras áreas de trabalho. Mas se houver oportunidade darei aula sim porque é ótimo compartilhar o ATS e  a gente aprende ensinando, quando se permite, claro.

O que mais você absorveu de toda esta experiência?
A mudar de lugar na minha relação com esta dança, este lugar é interno. Vou encontrar uma forma de compartilhar isto quando isto amadurecer em mim.


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
É um privilégio, pense se fosse possível ter aprendido dança moderna com Isadora Duncan ou Ruth St Dennis ou Martha Graham... Ou Butoh com Tatisumi Hijikata ou Kazuo Ohno...

Carolena está viva! Criando, tomando decisões, produzindo mais dentro da dança e da comunidade, abrindo espaço para outros produzirem dentro da dança formulando coisas novas, somos contemporâneas destas pessoas, somos a geração que bebe na fonte. 

Foi a segunda vez que tive aulas com ela, fiz o seminário em Buenos Aires (MEM), ela tem energia maternal sim, já ouvi dizer que nos Estados Unidos ela é mais rígida, mas qual mãe zelosa não tem seus momentos de rigidez?  Esta energia é pela sua filha mais preciosa, a dança, e por nós quando manifestamos esta filha dançando. Ela é uma mestra. Muita gente se intitula mestre, mestra, mas a maestria é algo que se amadurece com o tempo ou nunca, uma excelente professora pode ainda não ser uma mestra. 

Carolena é o ATS, no show de Gala, Megha dançava muito e passava a vez para Carolena, ela fazia um floreo...  parava... e a platéia desabava. rs. 
Era como ver o ATS encarnado. Ela é a dança dela.

É muito gratificantes estar com a Megha também, ela é muito generosa conosco e conectada com a Carolena

Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Certificação não é uma varinha de condão que nos torna donos da realidade absoluta e apitos a validar ou invalidar ninguém.

Certificação é uma certificação. Ponto. Na verdade eu entendo que isto nos obriga a estar mais comprometidas com o estudo, a ser mais generosos e mais responsáveis.


Carolena já disse que isto não é sobre como saber uma dança mas sobre relacionamento. E entender isto não se consegue através de certificações mas através da vontade pessoal de se desenvolver como pessoa. Não estou invalidando a certificação, tenho tanto orgulho dela quanto todo mundo que carrega estes certificados no mundo todo, também postei fotos dos meus, claro! 

É para nos orgulharmos mesmo. Mas este não é um fim (aprendizado), é um outro degrau do caminho. Um degrau muito valioso, mas é um degrau ainda.(Karuna Jayashakti)

4 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Sister Studio Mariana Esther

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Mariana Esther)
Em meados de 2009, comecei, como a maioria das bailarinas do Estilo Tribal do Brasil, a ter aulas de Tribal Fusion, no interior de São Paulo. No ano seguinte, nossa professora, Larissa Elias, teve que se afastar temporariamente para dar andamento às suas atividades profissionais em outro país. A partir daí me pediram para continuar tocando os estudos e treinos com minhas companheiras de aula até que nossa teacher retornasse. Para cumprir a missão, comecei a estudar por meio dos dvd's didáticos disponíveis à época. Nesse entremeio, me deparei com os vídeos do FCBD® Inc.Tribal Basics e enquanto assistia, pensei: "que coisa estranha...". Daí percebi que era o American Tribal Style® do qual minha professora havia falado num breve relato da história do estilo. "Hum, engraçado isso aqui. E esses pompons?!? Eu nunca usaria isso!" Ha-ha!

Bom, depois que resolvi sentar e estudar o tal de ATS® é que percebi que aquilo de fato era um formato muito bacana, para não falar genial, com uma beleza própria, e que ele promovia a segurança e paz interior que eu não encontrava nos outros estilos de dança oriental ou derivados, e que tais elementos me faltavam para conseguir canalizar a emoção que a dança deve mostrar.

Passado mais um ano, decidi que era isso o que gostava de fazer e que queria compartilhar. Intensifiquei os estudos, visitei festivais, e, em 2012, fui a São Francisco, onde participei dos cursos General Skills e Teacher Trainings, e de aulas regulares no estúdio do FatChanceBellyDance®, conquistando na sequência o status de FCBD® Sister Studio.

A partir daí, todo dia que danço ATS® é um dia mais feliz! E se tiver pompons, é ainda melhor!

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 

Mesmo após certificada, não ter uma professora de carne e osso ao seu lado faz muita falta. Além disso, cada vez que eu assisto à série de dvd's do Tribal Basics, ou às aulas online desenvolvidas pelo FCBD®, eu vejo algo ali que não havia visto antes. Isso porque quem assiste à explicação pela segunda vez já não é mais a mesma pessoa que a assistiu na primeira vez. Por isso considerei tão importante participar novamente do General Skills e do Teacher Training. Jamais perderia a oportunidade de ter contato novamente com minha mestra Carolena e, de quebra, conhecer a simpática Megha!

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
Dou aulas semanais de ATS® desde o início de 2013, no Espaço La Luna de Dança Egípcia Clássica (que, sim, agora tem Tribal também!), para alunas do município de Ribeirão Preto/SP e região. Como fui pioneira no estilo nesta cidade, somente agora, dois anos depois, as alunas que têm me acompanhado desde o início estão se sentindo mais confiantes e preparadas para se apresentar fora do ambiente familiar da escola. A partir daqui o Espaço La Luna ajudará o ATS® a conquistar o mundo!   *\o/*


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Felizmente, ao contrário do que imaginava, não senti dificuldades neste curso. Talvez quando fiz o GS em São Francisco tenha sentido bastante cansaço, devido, todavia, à falta de costume à postura e, claro, à ansiedade. Desta vez foi só alegria! Definitivamente o curso não foi caro pelo que promoveu. Cada centavo investido não paga o valor do conhecimento que se desenvolveu ali. 

A única coisa que aconteceu que me gerou um certo cansaço mental foi o fato de em várias explicações algumas perguntas serem repetidas, muitas vezes com as mesmas palavras, mesmo havendo uma tradução simultânea de alta qualidade. Acredito que tenha sido pelo tamanho da turma e por distrações momentâneas. Claro que o importante é que todos os participantes tenham concluído o treinamento com suas dúvidas resolvidas!

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Continuarei dando minhas aulas semanais, e provavelmente desenvolverei cursos intensivos.

O que mais você absorveu de toda esta experiência?
Percebi que um fenômeno muito interessante acontece quando praticantes desse estilo de dança se reúnem: uma amostra do que o amor que inúmeras pessoas têm por um só objetivo gera. Quando 140 braços se levantaram e snujs começaram a ser tocados, olhava ao meu redor boquiaberta. Me senti num transe que só acabou uma semana depois. Se temos pessoas com verdadeira empatia com os princípios do ATS®, cooperação e respeito é o que passa a reger as interações. É uma simulação de uma comunidade boa e civilizada!


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Carolena Nericcio-Bohlman é o que ela prega. Bom, na verdade ela prega aquilo no qual acredita, seguindo princípios adquiridos na sua formação familiar e artística. Professora de respeito, que não precisa fazer macaquices ou ser durona para chamar a atenção. É precisa e sincera no que diz, e muito generosa com seu conhecimento. Tudo isso ela faz não por princípios morais, mas pelo amor à sua arte e desejo de que sua criação se expanda por todos os cantinhos desse mundo. É alguém que se orgulha do que faz e que não tem vergonha de mostrar e de defender isso.


Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Acho que todas as pessoas deveriam praticar ATS® um pouco na vida. Também acho isso da música e dos esportes, por outros motivos. O ATS® ajuda a desenvolver rapidamente um pacotinho de habilidades das quais sinto tanta falta quando olho para as pessoas no dia-a-dia, tanto que às vezes me pego pensando: "isso não estaria acontecendo se essa pessoa soubesse dançar ATS®". Seja o olhar nos olhos, seja a comunicação não-verbal, a postura que lhe dá poder e confiança, a noção espacial, a capacidade de trabalhar em conjunto para um bem maior, único e impessoal, e ter e expressar a gratidão e reconhecimento por tudo aquilo que faz você ser você. Todos esses elementos eram inexistentes em mim antes do Tribal aparecer. Desde então não tive mais dores nas costas, consigo me impor de forma positiva numa discussão, me faço presente no meu trabalho, passei a conseguir fazer amigos mais facilmente (um verdadeiro desafio para a pessoa tímida como eu!) e a me amar.

Por isso sou grata pelos encontros com as pessoas certas ao longo da vida, que me levaram até aqui e me ensinaram a apreciar a arte, que pode não ser essencial para a sobrevivência fisiológica, mas inestimável para a vivência social. (Mariana Esther)

3 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Carol Feitas

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Carol Freitas)
Bom, eu comecei no balé clássico com 4 anos. E sempre que eu ia dormir, o meu avô e minha mãe me contavam histórias das culturas: greco-romana, egípcia, celta, nórdica, hindu. Quando eu entrei na pré-adolescência meu corpo mudou bastante. Tinha mais seios, mais quadril do que as outras meninas. E isso não era nada bom para os padrões do balé clássico. Antes das apresentações, a professora colocava faixas em mim para diminuir tamanho de seios e coxas. 

Eu quase desisti de dançar. Porque eu comecei a me achar feia, que nada estava bom o suficiente. E durante esse período, graças às histórias que sempre ouvi quando pequena, eu comecei a ler sobre uma dança que a essência era o feminino: dança do ventre

Comecei a fazer a adorei! Eu era aceita, todas eram! Mas eu ainda sentia falta de algo, porque eu gostava de dançar outros tipos de música, de colocar movimentos de dança irlandesa ou flamenco ou do balé. E eu gostava dos aspectos teatrais, pois sempre gostei de dançar criando um personagem e histórias. Foi quando eu vi um vídeo de uma mulher dançando toda misteriosa, com tatuagens... e eu pensei: pronto! É isso que faltava!


O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio?
Minha primeira aula de Tribal Fusion foi com a Paula Braz, uma professora que tenho um carinho muito especial. Também fiz aulas com outras professoras e professores. Um dia, em uma aula teórica com a Paula, aprendi o que veio antes do Tribal Fusion: ATS®. E que a criadora deste estilo estava por aí linda, se apresentando e ensinando.

Eu logo pensei: preciso fazer aulas com a Carolena! Quantas pessoas têm a chance de fazer aula com a criadora do estilo?? 
Eu já estava me preparando para ir aos USA, quando chegou a notícia: a Carolena, a mãe do ATS®, vem para o Brasil. Eu simplesmente não podia perder essa oportunidade!

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
O grupo de dança que eu fazia parte se chamava Filhas da Lua. Éramos um trio: Shabbanna Dark, Walkiria Eyre e eu. Minhas irmãs de dança e coração! Nós sempre nos colocamos como um grupo Vaudeville Avant-Garde FusionNunca tinha feito aulas regulares de ATS®. Tudo o que eu aprendi foi com DVDs do FatChanceBellyDance®, DVD da Rebeca Piñeiro e um workshop com a Isabel de Lorenzo, que veio aqui no DF e nos deu um gostinho do ATS®.

Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Para mim, os maiores desafios foram mentais e físicos. Eu tenho depressão e hipotireoidismo. E o ano passado e o início deste ano foram muito difíceis para mim. A minha depressão voltou com força total e o problema da tireoide também. Até cheguei a pensar em desistir da dança. Então, esse curso também me serviu como um desafio: eu precisei voltar a acreditar em mim.

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Mas é claro que sim! Eu não consigo aprender algo e ficar só para mim. Eu tenho essa necessidade de sair espalhando, dividindo o que aprendi! Adoro! Claro que com o compromisso: turma de Tribal Fusion e turma de ATS® separadas! 

O que mais você absorveu de toda esta experiência? 

Aprendi a acreditar e a confiar mais em mim de novo. E reforçou algo que eu sempre valorizei muito: o trabalho em equipe e o respeito pelas suas colegas de dança. 

Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Ter aula com a criadora do estilo é algo maravilhoso! Você bebe na nascente! Ela explica o porquê dos passos, você escuta dela mesma como que tudo isso aconteceu. Carolena nos acolheu, respondeu nossas dúvidas e cobrou disciplina. Ou seja, uma mãe!

Antes de fazer o curso, eu escutei de muita gente que ela era rígida, uma pessoa muito difícil. Eu fui pro curso pensando "caramba, ela deve ser parente da minha antiga professora de balé!". 

Já imaginei a Carolena passando no meio de nós, todas em filas perfeitas executando os exercícios... e Carolena com uma vara na mão corrigindo tudo. Mas ela não fez nada disso, claro! Ela não era isso. 

Carolena apenas é de uma cultura diferente. Mas é algo que eu já estou acostumada, porque eu também tive uma criação diferente. Enquanto ela fala, não gosta de ser interrompida. E quando você falava algo, ela também não te interrompia. 

Carolena é pontual e cobrou isso. O que foi ótimo, porque muita gente aprendeu a ter disciplina e Carolena conseguiu cumprir todo o cronograma dela conosco.

Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Aprenda a respeitar os seus limites e o das suas colegas, porque o ATS® não acontece sozinho. É um trabalho em equipe. Tem que aprender a dominar o ego, a confiar em si e em suas companheiras. Criar uma conexão. Assim, todas dançam, todas brilham e todas se divertem. E público também se diverte, pois toda essa energia é passada para a plateia =) 

http://pilaresdotribal.blogspot.com.br/2015/04/carolena-no-brasil-2-dia-carolena-e.html  (nesse link tem fotos minhas com a Maria Badulaques e a Raisa, minhas duas grandes companheiras de curso, de almoço, de desabafos!)

A primeira foto que eu a Raisa Latorraca, logo depois que recebemos nossos certificados! Aqui no DF somos as primeiras. Uma grande honra e responsabilidade. 
A outra foto é com a Grande Mãe Carolena Nericcio. Segurando muito para chorar neste momento!(Carol Freitas)