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17 de outubro de 2015

Expandindo Horizontes (Annamaria & Surrendra - MG)

Annamaria Marques e Surrendra (Belo Horizonte - MG)

Data: 16 de outubro de 2016 (domingo)

Horário: 17:00 às 18:30.


Tema: Expandindo horizontes


Estudos de passos do ATS® e formas de reconfigurar de forma criativa seu uso para o tribal fusion e a aplicação destes em sequências coreográficas.







Mais informações sobre o Festival, visite o site do evento: http://festivalpilaresdotribal.blogspot.com.br/

Dúvidas, entre em contato: festival@gmail.com

14 de outubro de 2015

Bases e desenvolvimento do estilo Balkan/ Gypsy Fusion no Tribal (Raisa Latorraca - DF)

Raisa Latorraca (Brasília - DF)


Data: 15 de outubro de 2016 (sábado)

Horário: 10:00 às 11:30


Tema: Bases e desenvolvimento do estilo Balkan/ Gypsy Fusion no Tribal

Neste workshop serão abordadas possibilidades de fusões de Tribal com o estilo Gypsy Balkan, bases do estilo e fundamentos necessários para desenvolver fusões dentro do Tribal Fusion com características étnicas.







Mais informações sobre o Festival, visite o site do evento: http://festivalpilaresdotribal.blogspot.com.br/

Dúvidas, entre em contato: festival@gmail.com

10 de julho de 2015

AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Bia Vasconcelos

Bia Vasconcelos 

Comecei a estudar tribal em 2006 ainda quando cursava a faculdade de Direito. Como a maioria das meninas que começaram a estudar o estilo nessa época, não tinha uma professora regular uma vez que o estilo tribal era praticamente desconhecido em minha cidade. Estudava em casa por meio de Dvds do FatChance Bellydance® e apenas em 2010 estudei pessoalmente com Isabel de Lorenzo, num workshop de ''Introdução ao American Tribal Style®'' que ela ministrou em Salvador. 

Comecei a ministrar aulas profissionalmente em minha cidade desde 2009 tendo lançado o primeiro curso de tribal no Centro Cultural da Universidade Estadual de Feira de Santana. Neste curso,  o qual ministro até os dias de hoje, leciono não só movimentos de ATS® mas também de Tribal Fusion.

Levar o tribal para um ambiente acadêmico foi muito importante, não só por legitimar o curso, relevando sua importância no meio artístico e cultural,  mas também por promover uma maior publicização do estilo, até então inexistente aqui. 

No entanto, apesar do imenso esforço em implantar o curso, promover sua divulgação e fomentar sua prática, senti que ainda faltava alguma coisa para completar minha formação e validar ainda mais o trabalho que eu estava desenvolvendo. Faltava minha certificação profissional com a fundadora do estilo no mundo, Caroleena Nericcio.

Com a notícia da vinda desta bailarina para o Brasil pela primeira vez, não medi esforços e resolvi participar da formação no início deste ano. Obtive êxito na formação e recebi o meu tão sonhado certificado profissional, estando no quadro oficial de Sister Studio pelo FatChance Bellydance®. Antes, algo que estudava apenas por Dvds, hoje faz parte de minha vida profissional de fato e o mais incrível é que meu nome consta lá naquela lista internacional, em meio a tantas bailarinas que eu amo e admiro e que tanto já estudei apenas pela tv.

Para mim, o momento mais marcante da formação foi quando tivemos de dar aula na presença da Caroleena, nos moldes do ATS® que ela havia criado. Neste momento pude relatar minha experiência de vida e de trabalho não só para a Caroleena mas para todos os meus colegas que estavam formando junto comigo. Percebi que meu relato comoveu não só a nossa mestra mas a todos que estavam presentes, num momento de muita emoção e acolhimento que apenas o tribal pode promover. Fazer parte de um todo, de uma tribo e dançar uma mesma linguagem independente de onde você esteja é algo inspirador e que me dá um grande sentido de pertencimento no mundo.

Após minha legitimação, me tornei a única bailarina da Bahia com o Certificado Profissional em ATS® a ingressar no quadro de Sister Studio do FatChance Bellydance®. Além de ser uma honra, é a realização e consolidação de um sonho antigo o qual vivo a cada dia. 

Continuo na minha missão de promover a expansão do estilo em minha cidade e atualmente iniciarei a 1ª turma do Curso Regular de American Tribal Style® em minha própria escola, no Bia Vasconcelos Centro Artístico e Cultural, outro sonho que consegui realizar no início deste ano.

Com alegria, anuncio que as aulas iniciarão dia 11 de Julho e serão realizadas todos os sábados das 10:30 às 12:00. 

Espero todos com muito amor e muita gratidão! Vamos dançar!


Leia também:

AS SEMENTES E OS FRUTOS - Tamirys Farias Lunay
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AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Barbara Kale
AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Maria Badulaques

11 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Marcelo Justino - A postura masculina no ATS

Os homens no ATS, entrevista com Marcelo Justino. 
Por Maria Badulaques

Inegavelmente, eles ocupam todos os espaços e o que fazem é sempre nababesco!

Pilares - Depois de 20 anos de dança e tanta bagagem o que lhe atraiu no ATS? O que mais me atraiu no ATS foi a beleza dos movimentos, essa fusão de estilos, que me abriu a mente para muitas possibilidades de criação de movimentos fusionados.

Pilares - O ATS foi feito pensando no corpo feminino, como você observa esses movimentos se estruturando no seu corpo? Não consigo sentir  diferença na execução dos movimentos num corpo masculino, mas pra mim, a minha  maior dificuldade é executar os movimentos onde os quadris são soltos e relaxados, como a estrutura da pelve masculina é diferente  e não temos o dito "quadril" e nem cintura tão acentuada, executar esses movimentos é um pouco mais difícil.

Pilares - Como descreveria o seu ATS? Eu ainda estou em aprendizagem, ainda estudando e com muita coisa para aprender. Diferente do que muitos dizem, que dançar ATS é fácil, pra mim não acontece do mesmo jeito. São muitos detalhes, muitos movimentos, muitas nuances que fazem desse estilo algo tão singular e belo.

Pilares - O ATS é uma dança coletiva, você é um bailarino eminentemente solista como observa esse lado coletivo da dança? Apesar de ser solista, dou aula há muitos anos, ou seja, sempre tive que montar coreografia para grupo, e raramente para solista. Sempre preguei para os alunos a relação de grupo, o perceber e enxergar os parceiros de dança, o respeito em grupo e a união em cena, então viver isso com o ATS não me causou estranhamento, só tive que pôr em prática aquilo que sempre preguei para meus alunos.

Pilares - Pensa em ser brother studioNão penso em ser brother studio, quero sim ainda estudar bastante e continuar mantendo minhas aulas regulares. Se algum dia vir a ser "brother" será apenas por consequência dos estudos, mas hoje não é algo que eu almeje.

Pilares - Você já fez curso com Carolena, que passo lhe chamou mais atenção? Eu fiz um work com a Carolena em Buenos Aires e na época o passo que mais me encantou foi o Medusa. Tem uma base de estrutura indiana que eu gosto muito.

Pilares -  O Dress Code masculino está em aberto, como pensa estruturar o seu? 
Pensar o figurino masculino para o ATS foi e ainda continua sendo uma dificuldade. Como não se tem  muito em que inspirar, a dificuldade  para isso é grande. Impreterivelmente usarei  calça, não consigo me imaginar usando saias e  manterei o xale de quadril. A maior dúvida é se mantem o tronco nú ou se cubro com uma bata ou colete. Como gosto muito do artesanato brasileiro, quero que meus figurinos sempre sejam estruturados com os acessórios com base na minha cultura. Mas para minha primeira apresentação em publico estarei com o torso coberto com um colete.

Pilares -  Para você o ATS é a base do tribal fusion? Depois que conheci o ATS, tenho plena certeza que ele é a base do tribal fusion. Pra mim tudo se originou com ele.

Pilares -  Após todas experiências novas, percebe modificações em sua dança? Eu percebo diferença no meu estilo tribal fusion. O ATS me ajudou a trabalhar melhor minhas fusões e com minha postura em palco na execução dos movimentos.

Pilares - Quais os pilares do seu ATS? Eu tenho apenas um pilar para o meu ATS, ESTUDARRRRR  e muito. Quanto mais aprendo, mais vejo que tenho muito mais a descobrir.


Comentários do Pilares: Fez sentido pra você? O olhar de Marcelo para o ATS e o Tribal Fusion casam com minha forma de analisar a dançar, essa conclusão então, frisando os estudos é algo a ser moldurado... afinal se um dançarino com mais de 20 anos de experiência, entende que a base de sua dança é o estudo... bem, precisa dizer mais nada. Parfait!!! 
{Maria Badulaques}

Super xeros e vamo que vamo.

4 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Sister Studio Mariana Esther

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Mariana Esther)
Em meados de 2009, comecei, como a maioria das bailarinas do Estilo Tribal do Brasil, a ter aulas de Tribal Fusion, no interior de São Paulo. No ano seguinte, nossa professora, Larissa Elias, teve que se afastar temporariamente para dar andamento às suas atividades profissionais em outro país. A partir daí me pediram para continuar tocando os estudos e treinos com minhas companheiras de aula até que nossa teacher retornasse. Para cumprir a missão, comecei a estudar por meio dos dvd's didáticos disponíveis à época. Nesse entremeio, me deparei com os vídeos do FCBD® Inc.Tribal Basics e enquanto assistia, pensei: "que coisa estranha...". Daí percebi que era o American Tribal Style® do qual minha professora havia falado num breve relato da história do estilo. "Hum, engraçado isso aqui. E esses pompons?!? Eu nunca usaria isso!" Ha-ha!

Bom, depois que resolvi sentar e estudar o tal de ATS® é que percebi que aquilo de fato era um formato muito bacana, para não falar genial, com uma beleza própria, e que ele promovia a segurança e paz interior que eu não encontrava nos outros estilos de dança oriental ou derivados, e que tais elementos me faltavam para conseguir canalizar a emoção que a dança deve mostrar.

Passado mais um ano, decidi que era isso o que gostava de fazer e que queria compartilhar. Intensifiquei os estudos, visitei festivais, e, em 2012, fui a São Francisco, onde participei dos cursos General Skills e Teacher Trainings, e de aulas regulares no estúdio do FatChanceBellyDance®, conquistando na sequência o status de FCBD® Sister Studio.

A partir daí, todo dia que danço ATS® é um dia mais feliz! E se tiver pompons, é ainda melhor!

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 

Mesmo após certificada, não ter uma professora de carne e osso ao seu lado faz muita falta. Além disso, cada vez que eu assisto à série de dvd's do Tribal Basics, ou às aulas online desenvolvidas pelo FCBD®, eu vejo algo ali que não havia visto antes. Isso porque quem assiste à explicação pela segunda vez já não é mais a mesma pessoa que a assistiu na primeira vez. Por isso considerei tão importante participar novamente do General Skills e do Teacher Training. Jamais perderia a oportunidade de ter contato novamente com minha mestra Carolena e, de quebra, conhecer a simpática Megha!

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
Dou aulas semanais de ATS® desde o início de 2013, no Espaço La Luna de Dança Egípcia Clássica (que, sim, agora tem Tribal também!), para alunas do município de Ribeirão Preto/SP e região. Como fui pioneira no estilo nesta cidade, somente agora, dois anos depois, as alunas que têm me acompanhado desde o início estão se sentindo mais confiantes e preparadas para se apresentar fora do ambiente familiar da escola. A partir daqui o Espaço La Luna ajudará o ATS® a conquistar o mundo!   *\o/*


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Felizmente, ao contrário do que imaginava, não senti dificuldades neste curso. Talvez quando fiz o GS em São Francisco tenha sentido bastante cansaço, devido, todavia, à falta de costume à postura e, claro, à ansiedade. Desta vez foi só alegria! Definitivamente o curso não foi caro pelo que promoveu. Cada centavo investido não paga o valor do conhecimento que se desenvolveu ali. 

A única coisa que aconteceu que me gerou um certo cansaço mental foi o fato de em várias explicações algumas perguntas serem repetidas, muitas vezes com as mesmas palavras, mesmo havendo uma tradução simultânea de alta qualidade. Acredito que tenha sido pelo tamanho da turma e por distrações momentâneas. Claro que o importante é que todos os participantes tenham concluído o treinamento com suas dúvidas resolvidas!

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Continuarei dando minhas aulas semanais, e provavelmente desenvolverei cursos intensivos.

O que mais você absorveu de toda esta experiência?
Percebi que um fenômeno muito interessante acontece quando praticantes desse estilo de dança se reúnem: uma amostra do que o amor que inúmeras pessoas têm por um só objetivo gera. Quando 140 braços se levantaram e snujs começaram a ser tocados, olhava ao meu redor boquiaberta. Me senti num transe que só acabou uma semana depois. Se temos pessoas com verdadeira empatia com os princípios do ATS®, cooperação e respeito é o que passa a reger as interações. É uma simulação de uma comunidade boa e civilizada!


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Carolena Nericcio-Bohlman é o que ela prega. Bom, na verdade ela prega aquilo no qual acredita, seguindo princípios adquiridos na sua formação familiar e artística. Professora de respeito, que não precisa fazer macaquices ou ser durona para chamar a atenção. É precisa e sincera no que diz, e muito generosa com seu conhecimento. Tudo isso ela faz não por princípios morais, mas pelo amor à sua arte e desejo de que sua criação se expanda por todos os cantinhos desse mundo. É alguém que se orgulha do que faz e que não tem vergonha de mostrar e de defender isso.


Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Acho que todas as pessoas deveriam praticar ATS® um pouco na vida. Também acho isso da música e dos esportes, por outros motivos. O ATS® ajuda a desenvolver rapidamente um pacotinho de habilidades das quais sinto tanta falta quando olho para as pessoas no dia-a-dia, tanto que às vezes me pego pensando: "isso não estaria acontecendo se essa pessoa soubesse dançar ATS®". Seja o olhar nos olhos, seja a comunicação não-verbal, a postura que lhe dá poder e confiança, a noção espacial, a capacidade de trabalhar em conjunto para um bem maior, único e impessoal, e ter e expressar a gratidão e reconhecimento por tudo aquilo que faz você ser você. Todos esses elementos eram inexistentes em mim antes do Tribal aparecer. Desde então não tive mais dores nas costas, consigo me impor de forma positiva numa discussão, me faço presente no meu trabalho, passei a conseguir fazer amigos mais facilmente (um verdadeiro desafio para a pessoa tímida como eu!) e a me amar.

Por isso sou grata pelos encontros com as pessoas certas ao longo da vida, que me levaram até aqui e me ensinaram a apreciar a arte, que pode não ser essencial para a sobrevivência fisiológica, mas inestimável para a vivência social. (Mariana Esther)

3 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Carol Feitas

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Carol Freitas)
Bom, eu comecei no balé clássico com 4 anos. E sempre que eu ia dormir, o meu avô e minha mãe me contavam histórias das culturas: greco-romana, egípcia, celta, nórdica, hindu. Quando eu entrei na pré-adolescência meu corpo mudou bastante. Tinha mais seios, mais quadril do que as outras meninas. E isso não era nada bom para os padrões do balé clássico. Antes das apresentações, a professora colocava faixas em mim para diminuir tamanho de seios e coxas. 

Eu quase desisti de dançar. Porque eu comecei a me achar feia, que nada estava bom o suficiente. E durante esse período, graças às histórias que sempre ouvi quando pequena, eu comecei a ler sobre uma dança que a essência era o feminino: dança do ventre

Comecei a fazer a adorei! Eu era aceita, todas eram! Mas eu ainda sentia falta de algo, porque eu gostava de dançar outros tipos de música, de colocar movimentos de dança irlandesa ou flamenco ou do balé. E eu gostava dos aspectos teatrais, pois sempre gostei de dançar criando um personagem e histórias. Foi quando eu vi um vídeo de uma mulher dançando toda misteriosa, com tatuagens... e eu pensei: pronto! É isso que faltava!


O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio?
Minha primeira aula de Tribal Fusion foi com a Paula Braz, uma professora que tenho um carinho muito especial. Também fiz aulas com outras professoras e professores. Um dia, em uma aula teórica com a Paula, aprendi o que veio antes do Tribal Fusion: ATS®. E que a criadora deste estilo estava por aí linda, se apresentando e ensinando.

Eu logo pensei: preciso fazer aulas com a Carolena! Quantas pessoas têm a chance de fazer aula com a criadora do estilo?? 
Eu já estava me preparando para ir aos USA, quando chegou a notícia: a Carolena, a mãe do ATS®, vem para o Brasil. Eu simplesmente não podia perder essa oportunidade!

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
O grupo de dança que eu fazia parte se chamava Filhas da Lua. Éramos um trio: Shabbanna Dark, Walkiria Eyre e eu. Minhas irmãs de dança e coração! Nós sempre nos colocamos como um grupo Vaudeville Avant-Garde FusionNunca tinha feito aulas regulares de ATS®. Tudo o que eu aprendi foi com DVDs do FatChanceBellyDance®, DVD da Rebeca Piñeiro e um workshop com a Isabel de Lorenzo, que veio aqui no DF e nos deu um gostinho do ATS®.

Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Para mim, os maiores desafios foram mentais e físicos. Eu tenho depressão e hipotireoidismo. E o ano passado e o início deste ano foram muito difíceis para mim. A minha depressão voltou com força total e o problema da tireoide também. Até cheguei a pensar em desistir da dança. Então, esse curso também me serviu como um desafio: eu precisei voltar a acreditar em mim.

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Mas é claro que sim! Eu não consigo aprender algo e ficar só para mim. Eu tenho essa necessidade de sair espalhando, dividindo o que aprendi! Adoro! Claro que com o compromisso: turma de Tribal Fusion e turma de ATS® separadas! 

O que mais você absorveu de toda esta experiência? 

Aprendi a acreditar e a confiar mais em mim de novo. E reforçou algo que eu sempre valorizei muito: o trabalho em equipe e o respeito pelas suas colegas de dança. 

Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Ter aula com a criadora do estilo é algo maravilhoso! Você bebe na nascente! Ela explica o porquê dos passos, você escuta dela mesma como que tudo isso aconteceu. Carolena nos acolheu, respondeu nossas dúvidas e cobrou disciplina. Ou seja, uma mãe!

Antes de fazer o curso, eu escutei de muita gente que ela era rígida, uma pessoa muito difícil. Eu fui pro curso pensando "caramba, ela deve ser parente da minha antiga professora de balé!". 

Já imaginei a Carolena passando no meio de nós, todas em filas perfeitas executando os exercícios... e Carolena com uma vara na mão corrigindo tudo. Mas ela não fez nada disso, claro! Ela não era isso. 

Carolena apenas é de uma cultura diferente. Mas é algo que eu já estou acostumada, porque eu também tive uma criação diferente. Enquanto ela fala, não gosta de ser interrompida. E quando você falava algo, ela também não te interrompia. 

Carolena é pontual e cobrou isso. O que foi ótimo, porque muita gente aprendeu a ter disciplina e Carolena conseguiu cumprir todo o cronograma dela conosco.

Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Aprenda a respeitar os seus limites e o das suas colegas, porque o ATS® não acontece sozinho. É um trabalho em equipe. Tem que aprender a dominar o ego, a confiar em si e em suas companheiras. Criar uma conexão. Assim, todas dançam, todas brilham e todas se divertem. E público também se diverte, pois toda essa energia é passada para a plateia =) 

http://pilaresdotribal.blogspot.com.br/2015/04/carolena-no-brasil-2-dia-carolena-e.html  (nesse link tem fotos minhas com a Maria Badulaques e a Raisa, minhas duas grandes companheiras de curso, de almoço, de desabafos!)

A primeira foto que eu a Raisa Latorraca, logo depois que recebemos nossos certificados! Aqui no DF somos as primeiras. Uma grande honra e responsabilidade. 
A outra foto é com a Grande Mãe Carolena Nericcio. Segurando muito para chorar neste momento!(Carol Freitas)

1 de maio de 2015

PILARES DO TRIBAL - Juliana Santos (Ayanna Munirah)

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Juliana Santos) - Professora de Dança do Ventre, Tribal Fusion e atividades rítmicas e expressivas. Tenho doze anos de experiência em Dança Oriental, acerca de quatro anos, estudo e trabalho com o Tribal Fusion, e há dois anos, estudo o ATS®. 


Formada em Educação Física na Escola Superior de Educação Física de Jundiaí. 


Por influência da faculdade trabalho também com o Belly Fitness, que é um treinamento funcional da dança árabe criado e desenvolvido por Bruna Nassif.

Formação em Danças Orientais:
Especialização em Dança do Ventre com Rosangela Bronca. 
Curso profissional em Tribal Fusion com Rachel Brice (EUA). 
Curso intensivo (módulo I e II) em ATS® com Mariana Quadros. 
Credenciamento Belly Fitness com Bruna Nassif. 
Aulas e Workshop com diversos professores da área, alguns deles são: Vânia Leite (Dança do Ventre), Lulu Sabongi (Dança do Ventre), Aziza Mor Said (Dança do Ventre), Fairuza (Tribal Fusion), Fernanda Palmeira (Dança Indiana), Shaide Halim (Dança Indiana e Tribal Fusion), Lukas Oliver (Tribal Fusion e Fluid Fusion), Joline Andrade (Tribal Fusion). 
E também com alguns profissionais de renome mundial da dança do ventre: Jillina (EUA), Raqia Hassan (Egito), Samir (Argentina), Tito (Egito), Isis (México) e também do ATS®: Kristine Adams (EUA).

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 
Desde de que comecei a estudar o Fusion, sentia um buraco na minha minha base de dança, buraco esse que meus professores de fusion não preenchiam, e consequentemente, isso me incomodava demais na hora de repassar meus conhecimentos às minhas alunas. Por isso procurei o ATS na escola Campo das Tribos. Quando soube que a Mama viria para o Brasil, NÃO TIVE DÚVIDAS!!! Com certeza, buscaria os meus estudos direto na nascente!! ;)

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo? Não fazia aulas regulares, mas fiz aulas com a Mariana Quadros e continuei estudando por conta. Também não tenho um grupo específico de ATS, mas isso daqui pra frente está com os dias contados!!


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)

Sem dúvida, pra mim foi o desafio financeiro, em primeiro lugar!!

De repente, há dois meses, precisei entrar no aluguel residencial e isso me quebrou por completo, quase não consigo o valor total para terminar de pagar o curso!! Mas a Rebeca é uma linda, que segurou ao máximo o prazo pra mim, e eu deixando de pagar convenio médico e cartão de crédito por três meses tudo deu certo no final!! rsrs


Mas é claro que o desafio psicológico e afetivo também gritaram muito comigo, pois sendo do interior (Jundiaí/SP) acho que irá demorar alguns anos para eu conseguir esse retorno financeiro dando aulas por aqui. A pressão de fazer pela realização própria e não fazer pela falta de retorno financeiro realmente foi dolorosa.

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS? Sim, pretendo!! Com toda certeza e paixão pelo ATS !!!


O que mais você absorveu de toda esta experiência? 
A real essência do ATS... A unidade!! A humildade de dançar numa entidade!! A magia de vc simplesmente não conseguir parar de sorrir depois de uma dança em formação com suas parceiras(os). 

Eu falo do ATS e lembro o que eu vivi nesses dias e meu coração se enche de amor e de alegria!!! Não dá pra não sorrir!


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :) A Mama é simplesmente EXTRAORDINÁRIA!!! 

Mudei totalmente a impressão que eu possuía dela. Achava que fosse estilo militar, rígida e turrona ... Kkkk... 

Ela é uma fofa! Doce! Brincalhona! Ela é rígida sim quando se diz respeito à fazer o que é certo dentro de sua arte. Porque na verdade o que ficou muito claro pra mim, é que o ATS não é um estilo de dança legal que elas criaram, o ATS é a vida dela!! Ali sendo compartilhada para todos aqueles que estiverem dispostos a respeitar e cumprir o combinado dentro do estilo!!!

Estes foram dias únicos em minha vida!! Que guardarei em meu coração para todas as outras vidas que terei!! E não falar da Megha é um pecado!! Tudo isso vale também pra ela!! Mulher incrível!! Amei conhecê-las!!




Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Meninas e meninos,
Acho que tudo que já escrevi descreve quão maravilhoso e mágico é o ATS, entrem pra nossa Tribo!! Venha ser feliz conosco!!

I💜ATS
bjinhos Juh Santos(Ayanna Munirah)


30 de abril de 2015

PILARES ENTREVISTA - Fairuza

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Fairuza)
Meu nome: Fairuza. Tenho 27 anos de dança oriental, folclórica, estudo tribal fusion desde 2006 e ats 2008. Sou professora de dança oriental, folclore árabe, fusion e ATS®

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 
Em tornar meu sonho de ser Sister Studio realidade.


Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo? Fiz aula com Rebeca Piñeiro e hoje eu tenho minha trupe: Tribal Turquesa ATS®

Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?) Controlar a ansiedade, principalmente no Teacher Training.


Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS? Sim, já dou.

O que mais você absorveu de toda esta experiência? 
Experiência única que jamais esquecerei, tantas pessoas juntas, lutando por um bem comum: ATS®
Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :) Ter aulas com a "mãe" do ATS® foi uma dádiva. Senti ela mãezona que se rendeu, no final, ao povo caloroso brasileiro! 

Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Acredito na arte como forma de conexão com o divino. Quando danço, sinto Deus bem perto de mim. Liberdade de padrões e dogmas e dançar para ser feliz. No meu caso, uma forma de oração. (Fairuza)

29 de abril de 2015

PILARES ENTREVISTA - Raquel Agnello

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Raquel Agnello)

Ensino dança do ventre há 20 anos e tribal há 3 anos. Aulas com professores brasileiros e egípcios, viagem ao Egito. Ex-bailarina da Khan el khalili. Hoje em dia tenho me dedicado mais ao tribal

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 
Me encantei pelo ATS e pela trajetória da Carolena.


Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo? Fiz o módulo 1 com a Mariana Quadros, aula particular com a Rebeca, e estudei em vídeos antes do General Skills. 


Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?) Financeiros! 

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS? Com certeza.

O que mais você absorveu de toda esta experiência? 
Ainda estou encantada com as professoras, tivemos muita informação e temos muito o que estudar. Eu amei cada minuto.


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Foi emocionante! Eu achei que ela fosse mais rígida. Ela tem uma energia maravilhosa, a Megha também. Muito atenciosas, e organizadas. Muito carinhosas também, generosas passando toda informação que precisávamos.


Deixe uma mensagem para nossas leitoras. 
I love ATS!!!!(Raquel Agnello)

28 de abril de 2015

PILARES DO TRIBAL - Ana Carolina Saboya Ash

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Ana Carolina Saboya Ash)
Eu não tenho background em dança do ventre. fiz 10 anos de ballet clássico no Método Vaganova mas parei de dançar muitos anos antes de conhecer o tribal

Um dia, a Kyia Sharif, que é amiga da minha irmã, foi se apresentar no Tribes Brasil 2011 e me chamou pra assistir. Cheguei lá falando que não curtia muito dança do ventre e dei de cara com um solo da Ariella

Foi algo totalmente inesperado pra mim. E depois veio a Cia. Shaman com Carcará

Eu pirei. Eu gritava, aplaudia, levantava da cadeira, fiquei alucinada! 

Não sabia o q era aquilo, mas sabia que era aquilo que eu queria fazer. Dois dias depois eu tava batendo na porta do Asmahan pedindo pra "fazer aula de Carcará" e a Jhade Sharif tentando me explicar que aquilo era tribal fusion

hahahahahaha!

O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio? 
Bom, comecei a fazer tribal fusion com Jhade Sharif em 2011, e depois de um período de despertar de consciência corporal, ela foi acertadamente me direcionando pro ATS

Me faltava base pra 'fusion' o 'tribal' ;) 

Fui fazendo as aulas durante esses anos e tinha começado a me apresentar de verdade há apenas alguns meses, quando soube que 'Mama C. herself' ia vir pro Brasil. 

Pensei "ok, eu quero fazer isso pra valer? A hora é essa!" E resolvi me dedicar mais do que nunca. Foi um período de muito aprendizado pessoal e crescimento, para chegar no workshop dando o meu máximo, pra fazer valer a pena. E muita humildade pra saber que eu não tenho o tempo de dança e background de muitas bailarinas que estariam ali comigo. Foi tudo ou nada, um salto de cabeça no estilo. E valeu muito a pena.


Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
Comecei a fazer aulas com a Nadja Al-Baladi e depois com a Aline Muhana, minha professora até hoje. Durante a preparação pro workshop cheguei a fazer 3 aulas por semana, uma de preparatório/revisão de técnica, uma de intermediário e uma de básico, todas de ATS

Foi muito importante pra botar em prática tudo que estava revendo e dançar em formação com pessoas de diferentes níveis. Além disso faço parte do grupo Zaman Tribal com a Helena Marinho, a Carol Marques e todas as alunas da Aline que se encontram aptas e disponíveis pra se apresentarem quando aparecem os convites. é um grupo fluido mas unido, é a minha tribo <3 .
Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Acho que o processo de preparação pro curso foi mais extenuante do que o curso em si, mas pq exigiu dedicação constante por muitos meses seguidos. Durante o curso foi só amor! Fiquei apaixonada pela Carolena e pela Megha, claro, mas acho que fiquei tietando as irmãs de dança que estavam ao meu lado em igual proporção. 

A sensação de ter 70 pessoas, muitas que mal se conhecem, dançando juntinhas, tocando snujfoi arrepiante <3

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Não fiz o teacher training, minha intenção não era ser professora de ATS, ainda tenho muito que aprender primeiro ;) fiquei muito feliz em ter feito só o GS Clássico e Moderno.

O que mais você absorveu de toda esta experiência? 
A sensação de coletividade, de sermos uma tribo, não por nascimento ou território, mas por escolha. Escolhemos todos esse estilo e honrar a raiz dele é honrar esse coletivo. Quando subimos no palco unidos, somos a Dança.


Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Eu esperava que ela fosse mais rígida até, talvez pela minha referência de tantos anos com o ballet clássico, mas ela é puro amor e eu não conseguia conter o meu sorriso durante a aula toda. 

Ela é uma inspiração e a forma que ela enxerga a Dança é quase espiritual, ela mesma disse "Quando você está no palco, você não é você. Você é 'DANÇA'." 


Ver a Dança como uma entidade me fez perceber que o que fazemos é um ato de devoção e entrega, de dissolução do ego no todo. Nós somos UM, e esse UM dança ;)

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ALL THE CYMBALL LADIES: KEEP CALM E DÁ O CUE ;D