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18 de janeiro de 2016

VÍDEO - Sorteio Festival Pilares do Tribal - 6ª Selecionada





Kae Montgomery (USA), direto do FCBD® Studio sorteia a sexta participante que dançará na trupe Pilares do Tribal no Festival Internacional Pilares do Tribal, que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro de 2016 em Indaiatuba - SP. 



A sexta sorteada para participar dançar com Kae Montgomery foi Viviane Lua (SP)!

VÍDEO - Sorteio Festival Pilares do Tribal - 5ª Selecionada





Kae Montgomery (USA), direto do FCBD® Studio sorteia a quinta participante que dançará na trupe Pilares do Tribal no Festival Internacional Pilares do Tribal, que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro de 2016 em Indaiatuba - SP. 



A quinta sorteada para participar dançar com Kae Montgomery foi Leila Soriano (SP)!

VÍDEO - Kae Montgomery direto do ATS Homecoming 2016





Kae Montgomery manda um OI para quem vai participar conosco em outubro, direto do ATS Homecoming 2016, em São Francisco.



Filmagem - Natália Espinosa

16 de janeiro de 2016

VÍDEO - Sorteio Festival Pilares do Tribal - 4ª Selecionada





Kae Montgomery (USA), direto do FCBD® Studio sorteia a quarta participante que dançará na trupe Pilares do Tribal no Festival Internacional Pilares do Tribal, que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro de 2016 em Indaiatuba - SP. 



A quarta sorteada para participar dançar com Kae Montgomery foi Amanda Zayek (DF)!

14 de janeiro de 2016

VÍDEO - FatChance Bellydance - San Francisco

Filmagem Maria Badulaques

VÍDEO - Conhecendo o studio do FCBD


Aqui que a mágica acontece.

VÍDEO - Desvendando os mistérios do Shell Game com Liz Malcom



Agora ficou claro como executar este movimento?

Shell Game é a formação de ATS utilizados no Arc Arm Combo e no Passing Camel Walk do FCBD volume 9. 

Filmagem Maria Badualques

VÍDEO - Sorteio Festival Pilares do Tribal - 3ª Selecionada



Kristine Adams (USA), direto do FCBD® Studio sorteia a terceira participante que dançará na trupe de Kae Montgomery (USA) no Festival Internacional Pilares do Tribal, que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro de 2016 em Indaiatuba - SP. A primeira sorteada para participar dançar com Kae Montgomery foi Sarita Del Pino (SP)!

VÍDEO - Sorteio Festival Pilares do Tribal - 2ª Selecionada


Philippa Moirai (USA), Direto do FCBD® Studio sorteia a segunda participante que dançará na trupe de Kae Montgomery (USA) no Festival Internacional Pilares do Tribal, que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro de 2016 em Indaiatuba - SP. A primeira sorteada para participar dançar com Kae Montgomery foi Barbara Kale (RS)!

VÍDEO - Sorteio Festival Pilares do Tribal - 1ª Selecionada


Carolena Nericcio (USA), direto do FCBD® Studio sorteia a primeira participante que dançará na trupe de Kae Montgomery(USA) no Festival Internacional Pilares do Tribal, que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro de 2016 em Indaiatuba - SP. A primeira sorteada para participar dançar com Kae Montgomery foi a Carol Freitas (DF)!

10 de julho de 2015

VÍDEO: Cabaret or Tribal? Com tradução!

Este texto é uma tradução que fiz para um vídeo que Suhaila Salimpour disponibilizou no vimeo. Este vídeo, aparentemente, é para a divulgação de um workshop, mas possui muita informação legal!!

Algumas notas sobre a tradução antes que você comece sua leitura:

Aqui no Brasil, nós chamamos a dança do ventre tradicional apenas por dança do ventre, e o tribal de tribal, assim temos nossa divisão. Nos Estados Unidos, a dança do ventre é chamada de cabaret bellydance, pois ela era atração de cabaré mesmo. No texto, eu traduzi como estilo cabaré.

Traduzi nightclubs como casas noturnas. Mas esses nightclubs não eram prostíbulos, só pra deixar claro!

Boa leitura!
Natália Espinosa

Cabaret or Tribal? presented by the Salimpour School from Suhaila Salimpour on Vimeo.

O link do vídeo: https://vimeo.com/131053852

Jamila Salimpour foi influenciada pelas dançarinas das décadas de 30 e 40 e seus movimentos saíram desta era. Jamila era uma dançarina de casas noturnas e era proprietária de uma casa noturna, ela foi a primeira mulher a possuir uma casa noturna com temática árabe na Costa Oeste.

Minha mãe ama música árabe e até hoje ela diz, e ela é bem enfática a respeito disso, que se você não está dançando uma música árabe, bem, você simplesmente não está dançando dança do ventre (risos). Minha mãe e eu às vezes discordamos sobre este ponto, mas eu amo música árabe completamente e eu entendo o que ela quer dizer, porque este era o amor dela e era – e é – a cultura e a música de onde vieram todos esses movimentos.

Minha mãe dançava nas casas noturnas e mesmo antes disso ela dançou em todas as oportunidades que lhe foram dadas de se apresentar; não haviam casas noturnas quando ela dançava e, quando as casas noturnas de fato nasceram neste país, ela acabou dançando em casas noturnas, mas nessa época ela estava na casa dos 30! Minha mãe só começou a usar a palavra “Tribal” no fim da década de 60 quando criou o Bal Anat para a Renaissance Pleasure Fair. Até então, não havia separação, você não usava a palavra “cabaré” ou a palavra “tribal”; você era só uma dançarina de dança do ventre e você fazia de tudo. Então, o que definia uma aparência, uma sensação ou uma estilização era o ambiente do show, a hora do show – era um show de dia, um show à noite, um show para a família, uma casa noturna? – e isso criava a aparência, a sensação, o figurino,a energia... minha mãe estava tentando justificar a dança do ventre no contexto da Renaissance Fair então ela criou essa incrível fantasia tribal que sempre era apresentada como um Faz de Conta de Arte Performática, essa era até a palavra que ela usava, Faz de Conta, e era tudo ideia e fantasia dela.

Mas a verdade é que a minha mãe sempre foi inspirada pela música árabe, ela queria representar e reconhecer e respeitar a cultura; ela criou os figurinos do Bal Anat a partir de fotos das National Geographics que ela tinha espalhadas pela casa, ela queria ter certeza que, apesar de estar tomando liberdades criativas em suas coreografias e na forma que o Bal Anat se apresentava, que tudo saía de pinturas, poesias ou essas revistas; ela estava tentando conseguir tudo o que podia para representar a cultura, porque não havia nada disponível...
Mas todos os dançarinos do Bal Anat, de dia eles colocavam seus figurinos tribais e à noite eles colocavam seus figurinos de cabaré e trabalhavam em casas noturnas, não havia divisão na comunidade e o vocabulário de movimentos era todo igual, com apenas pequenas variações de movimentação e estilização baseadas na música, no clima e no figurino, mas o vocabulário de dança era todo do formato da Jamila Salimpour, que saiu dos dias de glória da Golden Era dos anos 40, daquelas dançarinas de dança do ventre estilo cabaré.

Eu me lembro que quando eu comecei a trabalhar em casas noturnas, eu fui entrevistada por uma mulher que estava escrevendo uma matéria sobre o Legado Salimpour, e ela me perguntou: Quando você decidiu ser uma dançarina de dança do ventre estilo cabaré? E eu fiquei tão ofendida na época, porque eu nunca me classifiquei como uma dançarina de tribal ou de cabaré! Eu tenho muito orgulho de ser uma Salimpour, eu sou filha de Jamila Salimpour então eu levo dentro do peito o conceito de tribal e o que minha mãe criou; eu também trabalhava como dançarina e me sentia muito privilegiada que logo depois de terminar o ensino médio eu pude começar a trabalhar em casas noturnas e eu estava trabalhando com as melhores bandas e os músicos mais incríveis vindos do Oriente Médio, e me perguntaram quando eu -decidi- ser um a dançarina de estilo cabaré. Eu nunca decidi ser um ou outro! Eu era, e ainda sou, uma dançarina.

Se você morava nos EUA, você foi tocado por Jamila Salimpour. Se você era um dançarino na Costa Oeste, você não foi apenas influenciado por Jamila Salimpour, você provavelmente estava dançando seu formato mesmo que não soubesse. Muitos dos alunos de minha mãe saíram da escola e começaram a ensinar por conta, e esses professores tiveram alunos, e esses alunos tiveram alunos, e posteriormente o termo tribal ou ATS® nasceu a partir de professores que foram alunos de Jamila Salimpour. Então o formato Jamila Salimpour foi a base para seus alunos saírem e ensinarem e isso se transformou em movimentos que mais tarde foram associados ao tribal, seja ATS® ou tribal fusion.

O formato Jamila Salimpour nasceu da Golden Era, aquela época e forma de movimentação das melhores dançarinas dos anos 40, Badia Masabni, Tahia Carioca, e elas eram dançarinas de estilo cabaré, então os movimentos era associadas às melhores dançarinas vindas do Egito, naquela época. Então a base do que se tornou o tribal,ou ATS®, ou tribal fusion, é verdadeiramente o formato Jamila Salimpour. O Tribal Fusion, posteriormente, evoluiu a partir de alunos que saíram do formato Suhaila Salimpour, incorporando todos os movimentos de isolamento com contrações fortes, criados no fim da década de 70 e na década de 80. Então formato Suhaila Salimpour é agora associado a movimentos de Tribal Fusion.

Jamila e Suhaila Salimpour são dançarinas de casas noturnas, e seus movimentos e musicalidade e a forma como representam a música árabe ainda possuem todos aqueles passos e todos os isolamentos.

Se você tiver uma boa base de dança primeiro, você pode fazer tudo o que quiser. Você pode fazer escolhas artísticas, mas fazer qualquer estilização quer quiser. Esse workshop é para focar em técnica, para que você possa construir a base do seu movimento, a segurança e a postura, e então, mais tarde, você seja capaz de fazer escolhas criativas e artística. Eu quero que você seja capaz de fazer tudo isso. Eu quero que você seja capaz de crescer e evoluir através dos anos com uma base forte de técnica, de forma que, a medida que você mudar e crescer e seguir em frente com diferentes tipos de música e estilos, seu corpo seja capaz de se mover e evoluir com você.


15 de junho de 2015

COOCHIE DANCER - Filmagens de Fatima Djemille

James H. White como diretor e William Heise fazendo a filmagem, rodaram o filme Fatima Couchee-Couchee Dance, também conhecida como Fatima, Dance Muscle (1896).

A "dança muscular" realmente não significa que se ela parecia com um fisiculturista, foi apenas que o termo utilizado, pois o termo "bellydancer" ainda não tinha sido inventado e "dança músculo" foi um dos primeiros termos para distinguir esta dança de inspiração turca. O pano de fundo visto na dança, com snujs, parece inadequado, evocando um ambiente agrícola.

Em retrospecto, é creditado a Fatima Djemille, ser a primeira bellydancer popular da América. Ela chegou à fama mundial na Exposição do Mundo Columbia em Chicago em 1893.

Fatima's Couchee-Couchee Dance foi seu primeiro filme, hoje famoso, como talvez o primeiro filme a ser censurado com tarjas para cobrir partes do corpo, feito por um comitê de censura em Chicago em 1907.

Este filme é também conhecido como Fatima, Muscle Dancer, ou pelo título abreviado Couchie Dancer, que é confundido com seus dois filmes posteriores.

Ela reprisa sua atuação para American Mutoscope em Fatima (1897) muito mais tarde conhecido como Fatima's Belly Dance, filmado em Coney Island, onde ela se apresentou durante anos.

Esta foi uma versão "selvagem" que induziu a censura a inserir uma tarja - como uma cerca - esconder partes do seu corpo, tornando-se presumidamente o primeiro filme na história a ser censurado. 

Ela reprisou seu dança novamente para Lubin em Fatima, Couchie Dancer (1903).


13 de junho de 2015

LITTLE EGYPT - FATIMA DJAMILE

Fatima Djemille - Fatima Djamille

'La Belle' Fatima nasceu Fatima Djemille na Síria em 1870

Começou a trabalhar como dançarina vaudeville americana, no final dos anos 1880, no original "Little Egypt" se tornou o primeiro renome barriga-dançarino da América

Foi vista como uma espécie de curiosidade depois de aparecer na Feira da Exposição Mundial de St. Louis em 1893, Thomas Edison pediu-lhe para apresentar sua dança do ventre para a câmera, fazendo um filme em 1896 1897 no estúdio Black Maria em West Orange.

Em 1903 ela é vista com sua dança inspirada no estilo turco, também referida como 'Muscle Dance', na filmagem para o American Mutoscope Film Co, este filme foi censurado em Chicago em 1907 - parte do corpo de Fatima foi cobertas por faixas na filmagem. É a dançarina dos filmes de Thomas Edison “Coochee Coochee Dance” de 1896 e “Fatima” 1897. 

O fato dela se chamar Fatima, ajudou na confusão com a LiTtle Egypt original, que havia inicialmente adotado o nome de Fatima (A síria Farida). 

Com a divulgação do vídeo, a confusão só aumentou. 

Uma interessante razão para haver essa confusão sobre quem exatamente foi Little Egypt reside no fato de que a Grande Exposição de Chicago de 1893 ficava aberta 20h por dia.

Nenhuma dançarina poderia dançar 20 horas seguidas, sete dias por semana. 

Ou seja, obrigatoriamente deveria haver várias dançarinas para o mesmo show. 

Sua última aparição no palco como uma dançarina, foi no Victoria Theatre de William e de Oscar Hammerstein, em 1913

Ela, infelizmente, morreu de um ataque cardíaco em 14 de março de 1921, aos idade 51 em Venice, Califórnia.


FONTE - http://en.wikipedia.org/wiki/Little_Egypt_(dancer)
http://www.imdb.com/name/nm0268873/bio

9 de junho de 2015

LITTLE EGYPT - Primeiros registros da Dança do Ventre nos EUA

Little Egypt - Fatima Djamile
´
'Fatima's Couchee-Couchee Dance' also known as 'Muscle Dance'
Thomas A. Edison / Black Maria Studio 1896 (Kinetographic Theater)
Director: James H. White


Edison Company filmava qualquer coisa para fazer algum dinheiro, por isto a dançarina do ventre, Fatima, foi levada ao seu estúdio, para reencenar sua famosa dança. 

O que vemos nesta filmagem é um pouco mais de um minuto de Fátima girando e dançando. 

Houveram vários filmes "dança" feitas durante este período, mas o que torna este um tão interessante é que ele foi atacado por vários grupos, e acabou sendo censurado em muitos locais. 

Você pode ver o filme na censurado, onde vemos "barras" cortando a filmagem.

Obviamente, em 1896 isto foi algo muito impertinente, e até chocante. 

Não há nada excelente para ser visto no vídeo, mas os fãs de filmes do início da era das filmagens, ou apenas interessados em edição de censura, vão querer dar uma olhada.


Fatima's Coochee-Coochee Dance (1896)
FONTE - http://www.imdb.com/name/nm0268873/bio

24 de abril de 2015

CAROLENA NO BRASIL - O que é que não é?! (Mostra e Gala - Gala e Mostra)

Por Maria Badulaques

Minha filha faz sempre essa brincadeira com seu pai, o que é que não é...
-Papai, o que é que não é um bicho que pia?
-O peixe, Marina.
-Acertou!

Gala, para o dicionário (http://www.dicio.com.br/gala/) é: s.f. grande festa, geralmente de caráter oficial: noite de gala; uniforme de gala. Pompa, fausto.

Daí, pergunto: 
- O que é que não é Mostra dos Melhores de Sua Categoria?
- O GALA.
Acertou!!! Hein?! Oi?!

Entendo, como dançarina, expectadora... que o GALA de um evento compõe sim o melhor que há naquele segmento. Em maio, o público flamenco contará com La Lupi no Brasil, o evento será aberto pelo Estúdio Soniquete (opa... batuta de Mariana Abreu, prescinde de apresentações) e depois 50 min da diva flamenca quebrando tudo, toma que toma, olé!

Pressão?! Total, mas como dizia minha avó, se tu não aguenta com o peso, não segure o pote. Ao organizar um evento há duas opções: dividir em Mostra Gala OU tudo junto e misturado. No caso da  primeira opção, há uma expectativa para o cair da noite, do pessoal no GALA aguarda-se algo "perfeito", ou graciosamente "imperfeito", mas nunca, jamais, amadorismo. Quando o formato é somos tribo e tamo junto, a pressão cai para todos os níveis, a respiração fica menos ofegante e o público mais compreensivo. 

Assisti ao Gala mais aguardado do ano: Carolena e Megha, no Festival do Campo das Tribos - SP e posso dizer que vi UM GALA NABABESCO com Raphael Lopes, dançarino de Odissi. Vi na Mostra, a tarde, apresentações tecnicamente fantásticas, como não citar a performance de Marcelo Justino e tantas outras que o antecederam e sucederam, vamos falar mais sobre isso ao longo da semana.  Ressaltar o que foi lindo e reluziu como GALA (mesmo não estando neste elenco) é de lei, vamos começar falando desta linda dança clássica indiana sediada em muita técnica e pulsante alinhados.

Senti toda emoção de Rapha, no primeiríssimo instante em cena, infelizmente não entendi o que ele estava retratando, preciso retomar minhas aulas de Odissi, vim saber mais tarde que era a Dança de Shiva, talvez se naquele momento houvesse uma leitura poética, possivelmente, a plateia entrasse em orgasmo coletivo, porque a mensagem corporal estava clara, venha... encante-se, arrebata-se. E eu fuiiii.

Ali, no frisson percebi um olhar, era ele se conectando com a plateia, pensei que fantásticooooo, colocando em prática o que Carolena ensinou: conexão, e que mais tarde a vi fazendo, procurando olhares na audiência. Estava satisfeita, fez-se a luz, o GALA.

Nada melhor do que uma (a)Mostra do que é um GALA!!!

Na tarde daquele sábado... conversei com Raphael e ele era a visão da emoção e honra por estar onde estava, a minutos de dançar para nós, mortais, e para ela, Carolena. Apresentação digna e beirando à perfeição, porque perfeito só Shiva, mas seu representante não fez Mostra... fez arte.

Para Raphael o item apresentado se resume assim:
P
"Batu, a dança de Shiva. 
Batu é um dos nomes de Shiva, em sua forma como o infante guardião do Tantra; e a complexidade dessa peça que remonta a poses esculturais dos templos de Orissa a torna uma das danças mais aclamadas do repertório da dança Odissi. O item se inicia com o bailarino representando o devoto que toca os instrumentos musicais em louvor a Divindade: instrumento de cordas, flauta, percussão e snujs; seguido por uma elaboração ritmíca em que no extase da dança o bailarino encontre no ritmo a fusão com o Divino, a fusão com Shiva"

Na-ba-bes-co!!!

Xeros no pulsante.

Por mais eventos com tudo junto e misturado!!!


Maria Badulaques.


Festival Campo das Tribos
Posted by Shimmie on Sábado, 18 de abril de 2015

13 de abril de 2015

FALTA 1 DIA PARA CAROLENA E MEGHA!

01 por Maria Badulaques - SEMANA 46

JESUS É AMANHÃ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

FALTA 1 DIA E EU NÃO SEI O QUE DIZER... FAZER AS MALAS,

Itens:
- choli
- calça
- saia
- snujs :)
- badulaques badulaques badulaques!!!!!!

CORAÇÃO NA MÃO e algumas calcinhas....


Aprenda a amarrar sua saia pra amanhã!!!
Com Kae :)

https://www.youtube.com/watch?v=XnIiZx3fthI


FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

12 de abril de 2015

FALTAM 2 DIAS PARA CAROLENA E MEGHA!!!

02 por Maria Badulaques - SEMANA 45

JÁ NÃO CONSIGO RACIOCINAR DIREITO!!!


CORAÇÃO TOCANDO TA CA TA...TA CA TA..TA CA TAAAAAAAAAAAAAA....

Com esse vídeo da Sevillana terminamos por hoje (Kelsey - a sister de saia vermelha :)

Xeros....pulsante a mil e um por hora

27 de março de 2015

18 - O QUE É ATS? Vídeo em inglês

18 por Carine Würch - SEMANA 42

Carolena fala do início da sua formação de dança com Masha, a criação do ATS e muito mais.