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12 de abril de 2015

FALTAM 2 DIAS PARA CAROLENA E MEGHA!!!

02 por Maria Badulaques - SEMANA 45

JÁ NÃO CONSIGO RACIOCINAR DIREITO!!!


CORAÇÃO TOCANDO TA CA TA...TA CA TA..TA CA TAAAAAAAAAAAAAA....

Com esse vídeo da Sevillana terminamos por hoje (Kelsey - a sister de saia vermelha :)

Xeros....pulsante a mil e um por hora

11 de abril de 2015

FALTAM 3 DIAS PARA CAROLENA!

Tudo pronto!!!

03 por Maria Badulaques - SEMANA 45

Claro que um dia iria chegar a hora, mas confesso que mesmo com tantas aulas, ensaios, e a vida que segue (aquela que vivemos fora do mundo tribal) minha ansiedade está a mil e um por hora!

Fazer essa contagem de pouco menos de 365 dias, foi uma forma de reverenciar a vinda de Carolena e Megha, mas também uma fonte de pesquisa e estudo constante, estou muito mais convicta de meus ideais, objetivos e metas... dançar é como se reconectar com o que há de mais puro e belo, é uma busca, auto-conhecimento e se tudo der certo a liberdade sopra em seu rosto.

Nesta jornada tive duas companheiras de pesquisa, planejamento e só... bem é como diz a música "sonho que se sonha só...é só um sonho que se sonha só....sonhos que se sonha junto é realidade", só ninguém vai ali na esquina... Carine VIRXE e Natiii, parceria que agradeço _/|\_ reverencio e honro!!!

A você que nos acompanha, esse trabalho é feito visando crescimento, fortalecimento e união, é fundamental saber que tocamos sua vida de alguma maneira e que faz sentido para alguém tudo que escrevemos, pesquisamos e postamos. Xeros no pulsante.

Esforçando-me para segurar a emoção e dar conta do recado, sem borrar o rímel - vai ser difícil!!! 

ESTUDAR COM A IDEALIZADORA DO ATS....PUTZ.....SONHO QUE VIROU REALIDADE!!!! Geração privilegiada, a nossa...e em 2016 fato: conhecerei Masha e Jamila.

Vamo que vamo!!!!
Xeros no fi-o-fóóó da alma...

9 de abril de 2015

PILARES ENTREVISTA - EMINE DI COSMO - PARTE 1

Emine e Carolena -  foto de Freddie Kaz

06 por Maria Badulaques - SEMANA 45

Entrevista com a Sister Studio Emine, uau!!!

Emine baila na Argentina e de lá nos enviou essa entrevista que compartilhamos com vocês, vamos a uma breve biografia.

Emine Di Cosmo foi pioneira no estilo tribal estudo e ensino de dança do ventre, na Argentina. Ela começou seu treinamento como uma autodidata, quando não havia instrutores do estilo em seu país, e continuou aprendendo e se aperfeiçoando com Carolena Nericcio (sua primeira professora e referência eterna), Megha Gavin, Kristine Adams, Kae Montgomery, Wendy Allen, Sandy Boll... Emine tem trabalhado duro por mais de sete anos para introduzir e difundir na Argentina o ATS® em seu formato original, formou os principais dançarinos de estilo em seu país e participou de inúmeros eventos nacionais e internacionais de ensino e oficinas de dança dentro do país e no Uruguai, Chile, México, Brasil, EUA, Espanha e Itália.

Em 2014 ela recebeu o prêmio pelo conjunto de seu trabalho da revista Infoárabe em "Prêmios Infoárabe 2014".

Agora nossa conversinha...

Quando e como foi Seu Primeiro Contato com o ATS? Meu primeiro contato com o ATS foi através de vídeos e fóruns na Internet. Na época, o ATS me interessava  por ser a mãe da fusão e, como tal, é considerada essencial para ser uma dançarina com bases fortes. Em 2008, tive a oportunidade de viajar para o México para participar da "Pura Tribal" com Carolena Nericcio e Megha Gavin, foi quando me apaixonei definitivamente pelo estilo e decidi continuar a aprofundar o meu conhecimento, para aperfeiçoar e assumir a tarefa árdua, mas bonita de apresentar e transmitir em meu país respeitando o FatChanceBellyDance formato original e os ensinamentos de Carolena.

Buscar o Sister Studio foi processo natural? Como foi essa experiência? Foi um processo absolutamente natural. Em 2008, quando eu estudei o "Tribal Pura" Carolena falou de workshops intensivos onde ensinou tudo sobre ATS (General Skills), e a possibilidade de obter a certificação como professor (formação de professores). Eu não tinha interesse em obter um certificado, eu só queria dançar o ATS sem limites. Eu amei o que Carolena e Megha tinha nos ensinado, e queria mais do que isso!

Por dois anos eu continuei a minha formação autodidata, e em 2010 viajei para Los Angeles para participar do General Skills. No "Pura Tribal" Carolena nos  disse que era melhor fazer o General Skills, estudar um ano para praticar e aperfeiçoar o conteúdo e, em seguida, tomar a Formação de Professores, então é isso que eu fiz.

Finalmente, em 2012, eu pude viajar para participar da Formação de Professores, tive que atravessar o oceano e chegar à Suíça para fazê-lo. Naquele mesmo ano trouxe Carolena Nericcio a Argentina, sua primeira vez na América do Sul.

Comentário: DETERMINAÇÃO!!!!

Estamos aguardando a chegada de Carolena e Megha, pela primeira vez no Brasil que dicas você daria para quem está se preparando para o General Skills e o Sister Studio? Minha recomendação é para abrir seus corações e entregar-se à magia do ATS, Carolena e Megha. O ATS tem crescido muito nos últimos anos, e hoje há um estudo febril com Carolena e  a busca do certificado. Minha recomendação é para estudá-la com a inocência que nos dá o amor, aprender, observar, nutrir a cada segundo, a cada movimento, deixe os pensamentos de lado e se deixe fluir.

Quanto tempo entende ser necessário para se preparar para um Sister Studio? Não acho que há um tempo certo. É algo muito pessoal que tem a ver com as expectativas pessoais e profissionais de cada um. Ser Sister Studio é assumir o compromisso de apresentar o ATS em seu formato original e de pertencer a uma comunidade que honra e respeita esta forma de dança, o seu criador e da própria comunidade.

O que mudou em sua vida após o Sister Studio? 
Bem, como eu disse antes, tornando-se a Irmã Estúdio para mim foi um processo muito natural e gradual. Não houve mudanças abruptas na minha carreira. No entanto, a sensação de ser oficialmente parte de uma comunidade que trabalha no crescimento e proteção desse estilo de dança e sua filosofia é grande.

Assisti a apresentação do seu grupo durante o ATS HomeComing e me emocionou ouvir a música típica da Argentina como abertura. Fale sobre essa escolha. 
ATS HomeComing
Eu sempre gostei de usar a música espanhola, música que um expectador ocidental não tem a menor ideia do mundo oriental  e assim com a música espanhola pode se sentir conectado. Eu gosto de músicas que dizem algo, não expressam apenas emoções abstratas, mas se envolve com social e transmite um pensamento, uma ideologia, canções que ensinam algo ou nos convidam a refletir.
A apresentação no ATS HomeComing foi com a  MEM Tribe, um grupo formado em 2008 com Lore e Cecy Rojas García (do México). Os três se encontraram no "Pura Tribal" e temos sido grandes parceiras nesta aventura chamada "Tribal". Em nosso trabalho, tanto ATS e Fusão de música sempre usamos espanhol, então era natural que apresentássemos no ATS Mostra algo que tinha a ver com a nossa essência.
A canção "Cinco séculos" de León Gieco, falando do saqueamento sofrido pelos povos nativos da América por seus colonizadores europeus. Eu acho que a história nos une muito, há o sofrimento dos povos colonizados por todo o mundo (incluindo os povos do oriente). Portanto, é uma música que tem um peso muito forte.


Comentários: Faz todo sentido pra mim, as palavras de Emine!!! Todo!!! Tanto no que diz respeito a certificação e esse estudo pausado, quanto com a escolha das músicas do repertório. Acredito no poder da mensagem... e quando fundida a dança nos provoca uma sensação de conexão fortíssima. Quem viu o vídeo do ATS HomeComing? Super recomendo, belíssimo!!! Confere aí, na página do HomeComing no facebook:

https://www.facebook.com/video.php?v=943047662373708&set=vb.132394420105707&type=3&video_source=pages_video_set

Xeros e vamo que vamo, amanhã segunda parte do papo com Emine.
Força-foco-fé.


VERSIÓN EN ESPAÑOL

Emine Di Cosmo ha sido pionera en el estudio y la enseñanza de la danza del vientre estilo tribal en Argentina. Comenzó su formación como autodidacta cuando no había maestras del estilo en su país, y continuó aprendiendo y perfeccionándose con Carolena Nericcio (su primer maestra y eterna referente), Megha Gavin, Kristine Adams, Kae Montgomery, Wendy Allen, Sandy Ball... Emine ha trabajado arduamente durante más de siete años para presentar y difundir en Argentina el ATS® en su formato original, ha formado a las principales bailarinas del estilo en su país y ha participado de numerosos eventos a nivel nacional e internacional dictando talleres y bailando en el interior del país y en Uruguay, Chile, Mexico, Brasil, USA, España e Italia.

En 2014 recibió el premio a la trayectoria otorgado por la revista Infoárabe en los "Infoárabe Awards 2014".
Emine ama el ATS® por la belleza de su formato y la intensidad de su espíritu/ filosofía. Además es bailarina y maestra de danza del vientre fusión tribal y su propio estilo alternativo que ha tenido la oportunidad de presentar junto a la disuelta banda de rock argentino "Los Piojos" ante más de 80.000 personas en el Estadio River Plate y con televisación a nivel nacional."

Quando e como foi seu primeiro contato com o ATS?

Mi primer contacto con el ATS fue a través de videos y foros en Internet. En su momento el ATS me interesaba por ser la madre de la fusión, y como tal lo consideraba imprescindible para ser una bailarina con bases sólidas. En el año 2008 tuve la oportunidad de viajar a México a cursar el “Tribal Pura” con Carolena Nericcio y Megha Gavin, fue entonces cuando me enamoré definitivamente del estilo y decidí continuar profundizando mis conocimientos, perfeccionarme y emprender la ardua pero hermosa tarea de presentarlo y difundirlo en mi país respetando el formato original de FatChanceBellyDance y las enseñanzas de Carolena.


Buscar o sister studio foi um processo natural? quando aconteceu e como foi essa experiência?

Fue un proceso absolutamente natural. En el 2008 cuando cursé el “Tribal Pura” Carolena nos habló de unos talleres intensivos donde enseñaba todo el ATS (General Skils), y de la posibilidad de certificarnos como maestras (Teacher Training). Yo no tenía interés en obtener ningún certificado, yo simplemente quería poder bailar el ATS sin límites. Estaba enamorada de lo que Carolena y Megha nos habían transmitido, y quería más de eso!
Durante dos años continué mi formación de forma autodidacta, y en el 2010 viajé a Los Ángeles a cursar el General Skils. En el “Tribal Pura” Carolena nos había dicho que lo mejor era tomar el General Skils, darnos un año para practicar los contenidos y perfeccionarnos y luego cursar el Teacher Training, así que eso fue lo que hice.
Finalmente en el 2012 pude viajar a cursar el Teacher Training, tuve que cruzar el océano y llegar hasta Suiza para hacerlo.
Ese mismo año la traje a Carolena Nericcio a la Argentina, siendo su primera vez en Sudamérica.

Estamos aguardando a chegada de Carolena e Megha, pela primeira vez no Brasil que dicas você daria para quem está se preparando para o General Skill e o Sister Studio?

Mi recomendación es que abran sus corazones y se entreguen a la magia del ATS, de Carolena y Megha. El ATS ha crecido muchísimo en los últimos años, y hoy en día existe una fiebre por estudiar con Carolena y certificarse. Mi recomendación es que estudien con ella con la inocencia que nos da el amor, aprendan, observen, nútranse de cada segundo, de cada movimiento, dejen los pensamientos de lado y fluyan.

Quanto tempo em média você acredita ser necessário para se preparar para o Sister Studio?

No creo que haya un tiempo. Es algo muy personal que tiene que ver con las expectativas personales y profesionales de cada una. Ser Sister Studio es asumir el compromiso de presentar el ATS en su formato original y de pertenecer a una comunidad que honra y respeta esta forma de danza, a su creadora y a la comunidad en sí misma.

O que mudou em sua vida após o Sister?

Bueno, como te contaba anteriormente, el llegar a ser Sister Studio para mi fue un proceso muy natural y paulatino. No hubo cambios bruscos en mi carrera. Sin embargo el sentimiento de ser oficialmente parte de una comunidad que trabaja en el crecimiento y la protección de este estilo de danza y su filosofía es estupendo.


Assisti a apresentação do seu grupo durante o ATS HomeComing e me emocionou ouvir a música típica da Argentina como abertura. Fale sobre essa escolha.

Siempre me gustó utilizar música en español, música con la que un espectador occidental que no tiene idea del mundo oriental pueda sentirse conectado. Me gustan las canciones que dicen algo, que no expresan sólo emociones abstractas, sino que se involucran con lo social y que transmiten un pensamiento, una ideología, las canciones que enseñan algo o que nos invitan a reflexionar.
La presentación en el ATS Homecoming fue con Tribu MEM, un grupo que formamos en el 2008 con Lore Rojas y Cecy García (de México). Las tres nos conocimos en el “Tribal Pura” y hemos sido grandes compañeras en esta aventura llamada “Tribal”. En nuestros trabajos tanto de ATS como de Fusión siempre utilizamos música en español, por lo tanto fue normal que en el ATS Homecoming presentáramos algo que tenía que ver con nuestra esencia.


La canción “Cinco siglos igual” de León Gieco, habla del saqueamiento que han sufrido los pueblos originarios americanos por parte de los colonos europeos. Creo que esa historia nos une mucho al sufrimiento que han padecido los pueblos colonizados en todo el mundo (incluyendo los pueblos de oriente). Así que es una canción que tiene un peso muy fuerte.

8 de abril de 2015

PILARES ENTREVISTA - TERRI ALLRED - PARTE III

07 por Maria Badulaques - SEMANA 45

Entrevista com Terri Allred, parte final.

O papo com Terri me deixou com um sabor delicioso na boca, como fruta gostosa que queremos experimentar mais. E esse "mais" virá no formato de works que pretendo fazer em sua cia e batuta. O ATS Homecoming vem aí, Carolena e Megha tão chegando... estou super ansiosa!
Vamos a Terri, seguindo...

Quais ATS passos são seus favoritos? Levei quase 10 anos, mas agora eu posso girar! Então, eu realmente amo o Arábic Duble Turn e qualquer um dos Calibrated Spins. Eu me senti extremamente feliz e poderosa quando pude executá-los, porque eu sei quantas horas e anos de prática levou para que fosse capaz de fazê-lo! Também adoro laybacks especialmente quando estou fazendo-os em dueto com a minha irmã gêmea, Lisa Allred.

Você já criou qualquer dialeto? Gosta de fazê-lo? 
Terri - Sim, eu estou muito feliz de ter tido o apoio de Carolena para criar o ATS® com dialeto movimento Véu. Fiz parceria com Amanhecer Ruckert (cesto) e Elizabeth Fish (fan) para produzir um DVD que foi lançado no HomeComing no ano passado! Além disso, criei vários movimentos lentos que destacam o véu, mas são maravilhosos para usar mesmo sem adereços. Adoro criar dialetos movimentos. Valorizo e respeito o vocabulário básico de ATS® mas preciso criar, a fim de ser completa como artista.

Como você vê o ATS daqui a 30 anos? Humm, eu acho que ele vai continuar a se espalhar por todo o mundo, com mais inovações e uma grande comunidade, respeitando ao mesmo tempo os fundamentos e a visão artística de Carolena.

Que palavra para você deixa para os dançarinos brasileiros que aguardam Carolena e Megha? Gostaria de encontrar maneiras de se conectar com o outro antes de sua chegada. Definitivamente rever seus DVDs para que você esteja confortável com todos os movimentos que você estará aprendendo. Você quer ser capaz de absorver os pequenos detalhes e você não será capaz de fazer isso se está apenas tentando aprender os movimentos pela primeira vez. Pense em como quer sair com essa experiência. Este tipo de intensiva é uma ótima maneira de desenvolver relacionamentos que se revele benéfica em suas carreiras de dança por um longo tempo.

Se fosse possível colocar o sentimento de se reunir com os amigos e dançar ATS em palavras, como você descreveria? Benção. É claro que existe muitos sentimentos diferentes, incluindo nervoso, animação, felicidade. No entanto, eu sempre tento me concentrar em celebrar e honrar a jornada comigo mesma e os outros dançarinos. Eu tento estar presente no momento, totalmente presente. Eu me concentro na novidade, a alegria e a oportunidade. 


Algum conselho para aqueles que irão ao HomeComing 2016? Em primeiro lugar, sinta-se livre para deixar-me saber se você precisa de alguma coisa antes de vir ou depois de chegar. Eu vou estar lá para ajudá-lo e certificar-me que você tem a experiência mais maravilhosa !! Venha com o coração aberto e esteja pronto para aprender e conhecer pessoas incríveis. A comunidade é muito acolhedora. Uma e outra vez, que vi um dançarino sozinho, eu a convidei para vir e sentar-se comigo ou apresentou-a a outros. As pessoas não são isoladas em seus próprios grupos, mas são realmente interessadas em conhecer os outros. Certifique-se de  ter tempo para comer bem, dormir e relaxar. Há um bela trilha em frente ao hotel na Baia de São Francisco.  Estive lá fora, várias vezes ao dia para rejuvenescer e para que eu pudesse estar totalmente presente para ajudar a todos !!


Por último, mas não menos importante, quando você está do para o Brasil, para que possamos aprender com você e dançar com você? : D Eu absolutamente adoro viajar e iria dormir em qualquer sofá!

Fiquei e estou muito pensativa com tudo que absorvi nesta entrevista, chamo de ouro em pó. Há dicas sobre o sister, um papinho bacana sobre o HomeComing...mas o que salta aos olhos é a conexão existente na comunidade tribal americana, isso é fantástico e me deixou com vontade de sentir.
Que venha o Homecoming, tou dentro.
Super xeros e vamo que vamo!!!


English version

Which ATS steps are your favorite ones?
It has taken me nearly 10 years, but I can now SPIN!  So, I really love the Arabic Double Turn and any of the calibrated spins.  I feel extra happy and powerful when I execute them because I know how many hours and years of practice it took for me to be able to do it!  I also really love laybacks particularly when I am doing them in duet with my twin sister, Lisa Allred.


Have you ever created any movement dialect? Do you enjoy doing it?
Yes, I am thrilled to have had Carolena’s input and support to create the ATS® with Veil movement dialect. I partnered with Dawn Ruckert (basket) and Elizabeth Fish (fan) to produce a 3 disk instructional DVD that was released at Homecoming last year!  I have also created several slow movements that highlight the veil but are wonderful to use even without props.  I love creating movement dialects.  I value and respect the basic vocabulary of ATS® but need to create in order to be fulfilled as an artist.
How do you see ATS 30 years from now?
Hmm, I think that it will continue to spread around the globe with more innovations and a larger community, all the while respecting the foundations and artistic vision of Carolena.  
How is learning ATS from a certified sister studio different from learning it from a non-certified instructor? Any thoughts on that matter?
I really believe that making a commitment to go through General Skills and Teacher Training enable an instructor to accurately represent the dance form.  Although technically, anyone can teach ATS®, taking the necessary training is essential to teach it well. 
Any words for the Brazilian dancers awaiting Carolena and Megha?
I would find ways to connect with each other in anticipation of their arrival.   Definitely review your DVDs so that you are comfortable with all of the movements you will be learning.  You want to be able to absorb the small details and you won’t be able to do that if you are just trying to learn the movements for the first time.  Think about what YOU want to get out of the experience.  This type of intensive is a great way to develop relationships that will prove beneficial in your dance careers for a long time.
 If it were possible to put the feeling of getting together with friends and dancing ATS into words, how would you describe it?
Bliss.  Of course, there are many different feelings including nervous, excited, happy.  However, I always try to focus on celebrating and honoring the journey of myself and the other dancers when I am gathered.  I try to be present in the moment, fully present.  I focus on the novelty, the joy and the opportunity.
Any advice for those attending HomeComing 2016?
First, feel free to let me know if you need anything before you come or after you arrive.  I will be there to assist you and make sure you have the most wonderful experience!!  Come with an open heart and be ready to learn and meet amazing people.  The community is VERY welcoming.  Over and over again, if I saw a dancer alone, I invited her to come and sit with me or introduced her to others.  People are not isolated into their own groups but are really interested in meeting others.  Make sure to pace yourself and take time to eat well, sleep and relax.  There is a beautiful walking trail right outside the hotel on the San Francisco Bay.  I was out there several times a day to rejuvenate and ground myself so that I could be fully present to help you all!!
Last but not least, when are you coming to Brazil so we can learn from you and dance with you? :D 
I absolutely LOVE to travel and would come sleep on a couch any time!

ANTES-DURANTE-DEPOIS DE UMA SISTER STUDIO

Por Maria Badulaques



E aí sangue bom?




Seguinte,
tá chegando Carolenaaaaaaaaaaaa e Megha, não paro de pensar nisto!!! 

Que ansiedade, muitas de nós estão tentando o Sister Studio, pra ser exata 43.

Vamos levar um pouco dessa preparação, do antes... a tensão do durante e alegria do depois das dançarinas Beth Fallahi e Raisa Latorraca.

O Pilares pergunta:

Qual motivação lhe levou ao Sister? "É uma questão que vem lá de coisas que você se desapega da dança do ventre. Muita mentira... Muita história mal contada a respeito de raízes. O ATS eu tenho a sensação de estar pisando em terra firme. A história. Bate com as coisas que eu acredito. Entende - ATS é meu porto seguro... Eu acredito nele... Eu respiro ele... Eu vivo e morro por ele...me redescobri depois de conhecer ele... Antes.. Eu era uma sombra.. De algo que realmente eu nunca acreditei. " (Beth)

Como está se preparando para a certificação?


"DANDO AULA PRA KARALHO. TENHO 16 ALUNAS DE ATS. " (Beth)


Beth ensinando ATS e se preparando para sua certificação.
Vamos conhecer mais sobre a Beth?

Essa carta é do tarot-illiminati - vocês sabem o que significa? não? nem eu... 

Mas sempre vou atrás de definições daquilo que eu olho e quero saber o que é. 

Foi assim minha vida inteira. 

Nascida para morrer, passei 53 anos da minha vida abrindo os olhos e dizendo "mais um dia, o que tem pra hoje. 

"Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo 
Temos todo o tempo do mundo 
Todos os dias antes de dormir
Lembro e esqueço como foi o dia 
Sempre em frente 
Não temos tempo a perder..."

Essa é a letra da minha vida, quando conheci a arte, fui ser artista plástica, quando quando conheci o teatro, escrevi e dirigi peças, quando conheci a enfermagem fui ser enfermeira. 

Ai venho a dança ou melhor a biodança "cuidar para salvar através da dança" ficou lá atrás, foi á tanto tempo... A dança do ventre parecia uma terapia, depois conheci minha professora de dança indiana Stelamaris (que virou estrelinha) e meu professor de bateria e vi que a dança poderia ser algo mais interessante. Mas o que é o tribal fusion? nem desconfio o que é, preciso perguntar, e lá foi eu mais uma vez. Mas alguns anos atrás eu ganhei uns dvds de uma aluna, e tinha umas doida muito interessante que giravam, tocavam snujs e bla bla bla... fala sério (guardei os dvds). 

Um belo dia abro o face e uma estranha para o meu mundo no feed de notícias foi para São Francisco fazer um curso com o FCBD... PARA... quem? 
Revira os dvds... haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.... 

Fuça aqui fuça ali... 

Rachel Brice e Zoe Jakes sempre foram para mim uma inspiração, eu tinha certeza que todas as coisas sem noção que passava na minha cabeça eu podia por em prática. 

Quem é Rebeca Piñeiro II... 

Vou esperar ela voltar e perguntar. 

Foi ai que tudo mudou... e para melhor FCBD e Mahatan Tribal... é isso que eu quero para mim e essa professora vai ser o meu foco. E assim foi. 

Conheci Kristine Adams, e tinha certeza do queria, 

Fiz works todos que eu pude, dark, não dark, odissi, conheci gente maluca que adorei, gente besta que adorei também, inventei meus espetáculos, costurei, dancei, a saúde se deteriorando (como sempre), mas ergue a cabeça, hospitais faz parte da minha rotina como a dança. 

Tem mais coisa por trás disso, tem, lógico que tem, sempre tem... mas eu mando tudo se fuder, só eu sei o preço que eu pago para abrir os olhos todos os dias e lá vamos nós. 

E tá chegando mais uma Etapa... Tia Carol tá vindo... assisti 50 milhões de vídeos, fiz muitas aulas, dei muitas aulas (minhas alunas e filhas ótimas aprendizes de feiticeira) 10mil tipos de medicações e bla bla bla, mas danço todos os dias, faço minhas saias de ATS, tenho meus discos voadores (snujs), já fiz as malas (uma calcinha nova por dia cada uma de cada cor para dar sorte) e é assim Maria Badulaques minha flor da sorte é você. 

Isso é um resumo do que eu vivi, e um pouco do que minha vida virou desde que tia Rebeca Piñeiro entrou na minha vida.


Se um dia você quiser saber mais. deixa passar tudo isso e lhe dou uma entrevista, por hora. é só pessoal. 

Eu respiro ATS, penso nele todos os dias, mas... um beijo e xeros...." (Beth Fallahi)

7 de abril de 2015

PILARES ENTREVISTA- TERRI ALLRED - PARTE II

08 por Maria Badulaques - SEMANA 45

Entrevista com Terri, parte II

Dando sequência a nossa conversa com esta pessoa incrível, vamos continuar o papinho. 

Fiquei pensando, refletindo... sobre o que lemos ontem e para ressoa o seguinte: ...a honra de estudar com a pessoa que idealizou o ATS... nossa, é fantástico. 

Sentindo o "peso" dos dias terminando, Carolena chegando e o tempo que tive para estudar, que na minha visão foi pouco...precisava de 3 anos para me sentir segura para esse curso, mas vamo que vamo.
Boa leitura!

Pilares - O ATS começou como uma dança para as mulheres, só que mais e mais homens estão sendo atraídos. Eles estão aprendendo, ensinando e realizando ATS! O que você pensa sobre isso?
Os princípios básicos da ATS® estão na comunidade, respeito e colaboração. Qualquer um é bem-vindo a ser uma parte disso. Para mim, não é um macho ou fêmea, mas sim um princípio humano de amor e aceitação. ATS® é movimento, figurino e estética e são acessíveis a homens e mulheres. Eu sou uma feminista forte, por isso, saúdo a irmã e o irmão Studios!

Pilares - Quando ouço os snujs é como um convite, é como se ouvisse "junte-se a nós". Que dicas você daria para os iniciantes na técnica de tocar snujs ao dançar?
Aprendi os snujs no contexto da dança egípcia. Os padrões e ritmos são muito mais complexos do que no ATS®. Quando comecei a estudar ATS®, eu não podia acreditar o quão simples os ritmos eram! No entanto, eu sei que estou em minoria. Muitas pessoas se sentem intimidados por tocar um instrumento musical e dança ao mesmo tempo. Por esta razão, eles evitam a fazê-lo. A maior dica que posso dar é para começar a jogar seus snujs em sala de aula em todas as oportunidades (mesmo que você não soe muito bem!). Eu sugiro começar com um maravilhoso conjunto de snujs madeira de FCBD® se você é auto-consciente, porque eles não fazem tanto barulho. Além disso, quando eu estava aprendendo, eu só pratiquei o padrão básico, enquanto eu estava parado em casa até que eu não ter que pensar mais nisso. Então, eu adicionei andar enquanto tocava. Então eu adicionei os movimentos do braço. Finalmente, o pé e os movimentos do braço juntos. O próximo passo foi adicionar música e tocar ao ritmo da música. Eu me gravei e percebi que não estava fazendo tão bem como eu pensava! Em última análise, eu era capaz de dançar e tocar porque eu tinha praticado tanto em casa. Minha família queria me pedir para sair, mas ele realmente fez uma diferença enorme.

Comentários: Snujs de madeira, super recomendo...são mais leves e os vizinhos não farão abaixo-assinado pra sua retirada forçada, mas se o fizerem, me chama (advogada e dançarina, t entendoooo!!!!). Ter snujs de qualidade outra sugestão, 60dinheiros que gastar num snuj porcaria são 60dinheiros mais longe de obter um bom par de snujs, eles fazem tooooda diferença. Se vai dançar ATS já compra um no tamanho padrão para o estilo, que é maior do que os do bellydance e já se acostuma como peso...os do FAT são excelentes, os de Jamila são enormeeeeees e leves, mas pelo tamanho tem que re-aprender a tocar. Affffff 

Pilares -Nos os vídeos do Homecoming, é possível ver a alegria em compartilhar esses momentos no rosto de todos, no entanto, deve ser intimidante dançar para um público de tantas mulheres incríveis que têm técnica de dança perfeita. Como lidar com essa pressão?
Seria interessante conversar com outros dançarinos sobre isto também, mas eu realmente me senti mais vivo e na "zona" de performance no HomeComing fiz o que eu normalmente faço quando realiza a um público que não é da dança. Antes dos shows, houve muitas oportunidades de conexão e interação. Eu estava intimidada antes de chegar no evento, mas uma vez que eu estava lá e comecei a conhecer alguns dos meus heróis de dança e conhece outros dançarinos, não me senti tão nervosa. É difícil explicar, mas eu senti tanto amor e apoio quando eu estava no palco, era poderoso. Eu olhei para a platéia e vi rostos dos dançarinos que eu conhecia bem e que eu tinha acabado de conhecer e todas as suas expressões disse a mesma coisa. "Estamos aqui neste espaço para apoiá-la e honrar o seu presente." Eu realmente senti isso. Eu sou muito sensível à energia, e posso perceber a energia negativa e preconceituosa, mesmo em uma grande multidão. Eu  não senti nada disso. Eu só senti apoio. Foi uma honra incrível e uma experiência de pico para mim. Então, eu acho que a minha sugestão para aqueles que pretendem dançar no próximo ano, é confiar em si mesmo e em seus irmãos e irmãs em dança. Eles não vão deixar você para baixo.

Comentários: Arrepiei até o fi-o-fóóóó´da alma, talvez a minha ânsia sobre o lance da técnica e essência esteja respondida aí. Afinal, tudo é conexão...o público precisa estar na mesma sintonia e vibração, senão é dançar com a alma pra uma plateia em colérica contramão, não rola! 

Pilares - Aqui no Brasil temos um grande acesso a produtos artesanais, mas não é tão fácil para nós encontrarmos cintos Kuchi e tal ... você acha que é possível adaptar o Dress Code usando esses produtos locais?
Ah, sim, eu acho que é uma bela ideia e realmente essencial para fazer a dança do seu próprio país. Enquanto você fica dentro da estética geral ATS®, personalização do seu figurino com artesanato local permitirá que você expresse a voz única e valiosa de sua própria cultura. Eu mal  posso esperar para ver.

Comentários: CARREEEEEEEEEEEEEEEGA NOS BADULAQUES!!!!!! TOU EM CASA!!!

Pilares - O que é indispensável para uma sólida formação?
Eu acho que o aspecto mais importante de manter uma formação sólida é estar conectado com os outros dançarinos. Se você não está ciente dos dançarinos em torno de você, então é realmente fácil perder a formação. Ele é ótimo para se perder na emoção de desempenho, mas esta dança é, em última análise, uma dança social onde cada um de nós deve estar ciente de que nos rodeiam.


VERSÃO EM INGLÊS

Continuing our conversation with this incredible person, we will continue the chat. I was thinking, reflecting ... on what we read yesterday and resonates the following: ... the honor of studying with the person who designed the ATS ....  is fantastic. Feeling the "weight" of the day ending, Carolena coming and the time I had to study, which in my view was just ... needed three years to feel safe for this course.
Happy reading!

Even though ATS started as a dance for women, more and more men are being drawn to it. They're learning, teaching, performing and rocking ATS! What do you think about male ATS dancers?  The basic principles of ATS® are community, respect and collaboration. Anyone is welcome to be a part of that.  For me, it isn’t a male or female thing, but rather a human principle of love and acceptance. ATS® movements, costuming and aesthetic are accessible to men and women.  I am a strong feminist and believe language creates reality, so I welcome the Sister and Brother Studios!

When I hear zilling it's like an invitation, it's like it says "join us". What tips would you give to begginers on the technique of playing zills while dancing? I learned to zill in the context of Egyptian dance. The patterns and rhythms are much more complex than in ATS®.  When I started studying ATS®, I couldn’t believe how simple the rhythms were!  However, I know that I am in the minority.  Many people are intimidated by playing a musical instrument and dancing at the same time.   For this reason, they avoid doing it.  The biggest tip I can offer is to begin playing your zills in class at every opportunity (even if you don’t sound very good!).  I suggest getting a wonderful set of wooden zills from FCBD® if you are self-conscious because they don’t make as much noise.  In addition, when I was learning, I just practiced the basic pattern while I was standing still at home until I didn’t have to think about it any more.  Then, I added walking while zilling.  Then I added arm movements.  Finally, walking and arm movements together.  The next step was to add music and play to the rhythm of the music.  I video taped myself and realized that I wasn’t doing as well as I had thought!  Ultimately, I was able to dance and zill because I had practiced so much at home.  My family wanted to ask me to leave, but it really made a huge difference.


In all of the HomeComing videos it's possible to see  the joy in sharing these moments on everyone's face, nevertheless it must be intimidating to dance for an audience of so many amazing women who have perfect dance technique. How can one deal with such pressure? It would be interesting to talk to other dancers about this too, but I actually felt more alive and in the “zone” performing at Homecoming that I normally do when performing to a non-dance audience.  Prior to the shows, there had been many opportunities for connection and interaction.  I was intimidated before I arrived at the event, but once I was there and began to get to know some of my dance heroes and meet other dancers, I didn’t feel nearly as nervous.  It is hard to explain, but I felt so much love and support when I was up on that stage, it was powerful and truly overwhelming.  I am actually tearing up just thinking about it.  I looked into the audience and saw faces of dancers who I knew well and who I had just met and their expressions all said the same thing.  “We are here in this space to support you and honor your gift.”  I truly felt that.  I am very sensitive to energy, and can perceive negative and judgmental energy, even in a large crowd.  I just didn’t feel any of it.  I only felt support.  It was an incredible honor and a peak experience for me.  So, I guess my suggestion for those who plan to dance next year, is to trust in yourself and in your sisters and brothers in dance.  They won’t let you down.


Here in Brazil we have great access to local handicrafted products, but it's not as easy for us to find kuchi belts and such... do you think it's ok for us to adapt the Dress Code using those local handicrafted products? Oh yes, I think it is a beautiful idea and really essential to making the dance your own.  As long as you stay within the overall ATS® aesthetic, personalizing your costuming with local handicrafts will allow you to express the unique and valuable voice of your own culture.  I can’t wait to see

What is indispesable for a solid formation? I think the most important aspect of keeping formations solid is to be connected with the other dancers.  If you aren’t aware of the dancers around you, then it is really easy to lose formation.  It is great to get lost in the thrill of performance, but this dance is ultimately, a social dance where each of us must be aware of those around us.

6 de abril de 2015

PILARES ENTREVISTA - TERRI ALLRED - PARTE I

09 por Maria Badulaques - SEMANA 45

PILARES ENTREVISTA: Terri Allred FCBD criadora do ATS Homecoming
Idealizado por Maria Badulauqes (Tradução Natália Espinosa)
Carolena, Terri e sua irmã gêmea Lisa.

E aí sangue boooooom!!!!!! Estou na ansiedade da contagem regressiva, e você?

Como prometido, hoje vamos conhecer mais sobre Terri Allred, Sister Studio, criadora e anfitriã do ATS Homecoming e que nos trará muito conhecimento sobre o evento de 2016, assim como dicas fundamentais para quem está contando as horas pra chegada de Carolena. Agora, se seu caso é só estudar o ATS e querer saber mais sobre esse estilo, essa entrevista também é pra você.

Vamos dividir em 3 partes ok, o material tá ótimo e acredito que deva ser degustado!!! Terri já começa dizendo como você deve preparar sua aula, não perde!!!


Vamos a Terri...

"Comecei a dançar quando tinha idade suficiente para andar, eu estudei balé, jazz, moderno e line dance. A dança foi uma grande parte da minha vida até me formar na faculdade. Naquele momento, não era tão fácil encontrar aulas de dança para adultos. Doze anos atrás eu sofri um acidente infeliz. Eu estava em um jogo de futebol profissional quando uma bola me atingiu na cabeça a cerca de 60 Km/h. Fui arremessada para as arquibancadas e sofri uma lesão cerebral traumática leve. O resultado da minha lesão cerebral foi tontura, problemas de equilíbrio, enxaquecas, dores no pescoço e nas costas e dificuldade de concentração. Mesmo a fisioterapia mais básica foi difícil para mim, por isso a minha fisioterapeuta sugeriu que eu tentasse uma aula de dança. Ela acreditava que a música e as interações sociais iriam me distrair do desconforto e da tontura de girar a cabeça e os olhos. Eu encontrei uma aula de dança do ventre em um centro comunitário local, que era perto de minha casa. No início, eu só conseguia dançar por volta de 5 a 10 minutos sem ter que ir sentar no fundo da sala, mas eu continuei tentando. Com o tempo eu consegui dançar por uma hora inteira e, em seguida, por várias aulas.

Eu não conseguia trabalhar ainda devido a limitações no funcionamento causadas pela lesão na cabeça, por isso eu mergulhei na dança do ventre. Estudei todos os estilos que eu consegui encontrar incluindo egípcio, turco, libanês, persa, folclórico, Tribal Fusion e Estilo Tribal Americano (American Tribal Style®). Também estudei dança da Polinésia, Hula, dança indiana e Bollywood. Finalmente, depois de dançar profissionalmente com a dança do ventre estilo egípcio, eu decidi me mudar exclusivamente para o American Tribal Style. Eu adoro o figurino, a natureza de improvisação e a comunidade.

Eu abri meu próprio estúdio de dança em Rochester, MN, EUA cerca de 6 anos atrás, onde eu ensino e me apresento. Há quase dois anos comecei a trabalhar na FatChanceBellyDance, Inc. como consultora de negócios para a Carolena Nericcio-Bohlman. Nessa ocupação, tenho ajudado a criar e implementar novos programas para Sister Studios, incluindo Educação Continuada para Sister Studios e a Formação de Professores Avançados. Eu também criei e tive o prazer de ser a anfitriã do ATS® Homecoming. Além de consultoria sobre a dança e projetos de negócios relacionados, também estou ajudando a lançar a nova ATS® Magazine, uma revista sobre ATS® que será publicada em maio deste ano." (Terri)
Lisa,  Kajira and Terri

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a Sister Studio, Terri, vamos ver o que ela reservou para nós:

Pilares - Estamos a poucos dias de distância da Carolena e Megha chegada ao Brasil, a emoção toma conta e assim que faz o sentido de responsabilidade. 43 dançarinos estão tomando TT e aplicar para o status de Irmã Estúdio depois. O que você diria esses dançarinos? Qualquer pedaço de aconselhamento? O Teacher Training é uma oportunidade tão única e especial. Com que frequência um dançarino consegue estudar com o criador e designer criativo de todo um movimento na dança? Para obter o máximo dessa experiência, eu sugiro estudar os movimentos de ATS® com antecedência. Você conseguirá aproveitar essa experiência ao máximo se estiver refinando aqueles movimentos que você já sabe ao invés de aprender movimentos novos. Já que cada participante vai ensinar diversos movimentos aos outros, eu também sugiro que vocês pratiquem ensinar esses movimentos a colegas de dança caso nunca tenham ensinado antes. Carolena e Megha vão pedir que um formato específico de ensino seja seguido e ajuda se você já ensaiou, dessa forma, você vai ficar mais tranquilo. Antes de fazer o Teacher Training, eu me juntei a um grupo de mulheres e nós praticamos dar aula e aprender uma com a outra.

Só uma dica, o format consiste em: 1. Demonstrar o movimento (frente e costas se não houver espelho) 2. Descrever como fazer o movimento a partir do que os pés fazem, então passando pro corpo, braços e cabeça; 3. Conduzir uma prática (drill) do movimento 4. Pedir pra turma continuar a praticar o movimento (e andar pela sala fazendo correções e dando feedback)
Fácil!

Comentários: PRONTO SUA AULA DO TT TÁ NO PAPO!!!! Eba...

Pilares - O ATS mudou minha vida. Desde a primeira vez que eu vi as formações, os figurinos, o fato de que não há apenas uma estrela, mas uma constelação de dançarinos, que é o que define o meu amor por esta forma de dança. O que você acha que mais importa nesta dança: aprender a técnica ou a dança do coração, desconsiderando técnica? Essa é uma ótima pergunta. A técnica é a base, mas a paixão dá vida à dança. Você precisa da técnica de base para ser um dançarino, mas a paixão faz o intérprete.

Comentários: é bem por aí... sem técnica não se dança, e sem coração não se sente.


Pilares - Como a certificação mudou sua vida? Eu era uma bailarina de dança do ventre egípcia que tinha estudado ATS® quando eu tomei a decisão de buscar minha certificação como Sister Studio. Eu estava em Milwaukee, WI, USA com a Jenn Nolan (fundadora do grupo Tamarind) quando estava decidindo ainda se faria ou não. Era muito dinheiro, e naquele ponto da minha vida eu ainda não tinha encontrado a liberdade dentro da estrutura do ATS®. Ela me encorajou a fazer o TT e eu sou eternamente grata. A comunidade do ATS® é receptiva e te dá muito apoio. Eu fiz amigos ao redor do mundo e agora eu estou ensinando e viajando. Virar uma Sister Studio tornou minha jornada na dança mais legítima. Poder compartilhar essa certificação abriu portas no meu negócio e profissionalmente. E o mais importante, me ajudou a encontrar “o meu povo”, pessoas com quem compartilho sentimentos e me conecto a um nível mais profundo.

Comentários: PUTZ!!!! Dizer o que? Êxtase puro!!! Estudar com a idealizadora de um movimento já é muiiiita honra e ser certificada para ensinar sua metodologia deve ter esse caráter de "tou em casa"- essa é minha tribo ...olha a conexão de novo, aí. 

Pilares - Eu assisti a tudo o que pude do ATS HomeComing, fizemos entrevistas com a única Sister, brasileira participante do evento e isso me fez querer estar lá, então me registrei para a edição de 2016. Você pode nos contar um pouco sobre a experiência de organizar o primeiro evento totalmente de ATS? Quando comecei a trabalhar com a Carolena, ela tinha acabado de se casar e queria ficar mais em São Francisco. Na época em que eu estava criando nosso plano estratégico para expandir o FCBD® ao mesmo tempo que permiria a ela ficar mais em casa, eu tive um sonho com o ATS® Homecoming. No dia seguinte, liguei pra ela e plantei a ideia. Ela gostou, mas não acreditava que conseguiríamos encontrar um lugar em São Francisco, uma cidade tão cara, pra fazer o evento, nem que alguém iria ou que nós conseguiríamos fazer o evento comigo morando do outro lado do país.
Terri e Lisa -  ATS Homecoming 2015
No entanto, se tem algo que a Carolena é, é uma visionária, então começamos! Encontramos um hotel, publicamos o evento e esgotou em 2 dias. Isso com certeza respondeu a pergunta da Carolena sobre alguém querer ir ao evento. Nossa filosofia desde o início era que queríamos que as pessoas tivessem a experiência de visitar a Carolena em casa, com uma sensação de boas-vindas e hospitalidade. Eu me certifiquei que o maravilhoso grupo de voluntárias fosse constituído de pessoas que tratariam todos os participantes como se fossem hóspedes pessoais em suas próprias casas. Nós queríamos que essa conferência fosse a melhor e mais acolhedora experiência.
Ela também queria fornecer aulas extraordinárias. Naquele momento, ela tinha acabado de introduzir o conceito de “movement dialect”, as expressões individuais que evoluem geograficamente de região para região ou de trupe para trupe. Nós convidamos alguns líderes em movement dialect ao redor dos EUA e algumas das instrutoras mais queridas do FCBD® para dar ministrar os workshops.
Eu fiquei doente de nervoso e preocupação na véspera do evento. Eu tive muitos problemas com o hotel antes de chegar a São Francisco. Mas foi só os primeiros convidados começarem a chegar que tudo ficou fabuloso. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Eu fiquei tão honrada em ter a oportunidade de ajudar a fazer um evento tão fantástico e vibrante acontecer. Eu fiquei empolgadíssima em conhecer pessoas com quem só tinha interagido pela internet. Eu fiquei encantada pela Carolena ter se divertido tanto e amado tanto o evento.
Pilares - O que podemos esperar da próxima edição do ATS HomeComing? 
Talvez eu esteja mais animada pelo ano que vem do que eu estive este primeiro ano. Mudamos para um novo hotel. Seremos o ÚNICO grupo reservado no hotel utilizando seus salões de conferência, então será realmente uma Vila Tribal! Pedimos aos instrutores para criarem workshops únicos, inovadores e excitantes, e eles criaram! Adicionamos mais expositores, uma grande recepção de abertura com um hafla aberto e uma sessão de posters onde as dançarinas poderão compartilhar todas as coisas empolgantes que estão fazendo ao redor do mundo. Também adicionamos uma sessão mais voltada para os negócios com workshops sobre ética, comunicação e, é claro, o Tribal Counsel com a Carolena.

Comentários: Tou dentroooooooooooo!!!! Tamo junto, eu vou!!!! Iuppppeeeee e o Pilares vai expor o trabalho que desenvolvemos, affffff!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Bom demais.


Pilares - Este blog começou quando ouvimos que Carolena e Megha estavam vindo pela primeira vez ao Brasil. Nosso projeto foi resgatar o legado da Tribal, começando com Jamila Salimpour. Você acredita que estudar a teoria é tão importante quanto a dançar (realização e formação) para uma formação completa? Sim, com certeza. Eu li literalmente tudo o que consegui encontrar sobre a história, tanto a moderna quanto a ancestral, da dança do ventre. Eu estudei com tantos professores de tantos estilos quanto me foi possível acessar. Eu assisti horas e horas de vídeos. Eu acredito que você só consegue entender completamente a manifestação atual da dança que escolheu explorando o rico legado de sua história. Particularmente para quem for fazer o Teacher Training e tem planos de dar aula, é essencial apresentar o contexto da dança para seus alunos. Eu adoro ser capaz de explicar a evolução de um movimento e a história das tradições de dança que o formaram. Além disso, de um ponto de vista prático, eu acredito que me confere um diferencial no mercado competitivo de ensinar localmente e internacionalmente. Eu estudei e conheço bem a história e a teoria, e como isso influencia na prática atual. Eu sou capaz de explicar de onde vieram os movimentos e como a dança evoluiu.


Pilares - Como você se sente sobre a pressão estética entre os dançarinos, e você se sente essa pressão entre dançarinos de ATS? 
Uma das coisas que me atraiu para o ATS® como forma de dança foi a aceitação da beleza em todos os formatos, tamanhos, idades e cores. Na dança do ventre tradicional, para que você obtenha sucesso profissional há um estereótipo de corpo bem específico. No ATS® os figurinos valorizam todos os tamanhos e formatos de bailarinas e a comunidade aceita diversas formas de beleza. Isso é essencial para mim. Na verdade, eu tive uma experiência quando eu ainda fazia algumas apresentações de dança do ventre tradicional na qual um programa de TV beneficente local não queria que minhas dançarinas se apresentassem porque algumas delas eram maiores que o “ideal” de mulher. Uma dançarina local postou a história no Facebook feed e então outras dançarinas começaram a atacar minhas alunas por causa de sua aparência física. Foi uma experiência terrível e dolorosa. Isso foi o momento da virada para que eu deixasse o mundo da dança do ventre e mergulhasse no ATS® completamente. Eu também peguei essa experiência e transformei em algo bonito. Eu escrevi um livro “I Belly Dance Because: The Transformative Power of Dance” (n.t: “Eu danço Dança do Ventre porque: O poder transformador da dança”) para celebrar dançarinos de todos os tamanhos, formas e estilos.


Pilares - Você estuda outros estilos de dança? Como eu disse antes, sim, eu estudei, No entanto, eu quero adicionar um pouco mais aqui. Quando eu comecei a estudar ATS® muitas dançarinas da comunidade diziam que era melhor estudar só o ATS®. Eu discordo frontalmente. Estudar tantos estilos de dança (do ventre ou não) quanto fosse possível acrescentou enormemente à minha experiência enquanto dançarina e intérprete. Recentemente fiz dança de salão com meu parceiro e até isso ajudou na minha dança!
Pilares - Você sente necessidade de estudar o ATS, mesmo sendo uma dançarina experiente? Sim e sempre. Sempre há algo para melhorar, uma nova forma de pensar um movimento. Eu adoro fazer aulas de iniciante com outros instrutores e fingir ser uma aluna nova de novo, ver a postura e os movimentos por um novo ângulo. Eu amo fazer aulas com as instrutoras do FatChanceBellyDance, com certeza, e aproveito cada oportunidade disponível. Porém, eu também sinto que há muito a aprender fazendo aula com gente fora de São Francisco. Cada professor tem uma história diferente pra cantar. Pode ser que eu não tenha nenhum insight absurdo sobre como fazer um taxeem, mas talvez eu aprenda uma nova e ótima forma ilustração que eu poderei usar nas minhas aulas.

Contemplativa? Motivada? Inspirada?
Amanhã tem mais.
Super xeros no pulsante.
Vamo que vamo
Maria Badulaques :)








VERSÃO EM INGLÊS

I'm in the anxiety of the countdown, and you ? As promised today we know more about Terri Alred, Sister Stúdio, creator and host of the ATS Homecoming and that will bring us much knowledge about the 2016 event. Now, if your case is only studying the ATS and want to learn more about this style, this interview is also for you.  We split into 3 parts ok , the material just great and I believe that should be tasted !!! Terri begins already saying how you should prepare your lesson , do not miss !!!


"I began dancing when I was old enough to walk, I studied ballet, jazz, modern and dance line.  Dance was a huge part of my life until I graduated from college.  At that point, there weren’t adult dance classes as readily available as there are now.  Twelve years ago I was in an unfortunate accident.  I was attending a professional soccer game when a ball hit me in the head going about 60 miles per hour.  I was thrown into the stands and suffered from a mild traumatic brain injury.  The result of my brain injury was dizziness, balance problems, migraines, neck and back pain and difficulty concentrating.  Even the most basic physical therapy was hard for me, so my physical therapist suggested that I try a dance class.  She was hoping the music and social interactions would distract me from the discomfort and dizziness of moving my head and eyes around.  I found a belly dance class at a local community center that was close to my house.  At first, I could only dance for about 5-10 minutes before I would have to sit down in the back of the room, but I continued trying.  Eventually I was able to make it for a full hour and then for multiple classes.  

I wasn’t able to work still because of limitations in functioning from my head injury, so instead, I immersed myself into belly dance.  I studied all forms that I could find including Egyptian, Turkish, Lebanese, Persian, Folkloric, Tribal Fusion and American Tribal Style®.  I also studied Polynesian, Hula, Indian and Bollywood.  Ultimately, after dancing professionally as an Egyptian cabaret dancer, I decided to move exclusively to American Tribal Style®.  I love the costuming, improvisational nature and community.  

I opened my own dance studio in Rochester, MN, USA about 6 years ago where I teach and perform.  Almost two years ago, I began working at FatChanceBellyDance, Inc. as a business consultant for Carolena Nericcio-Bohlman. In that capacity, I have helped create and implement the new programs for Sister Studios including the Sister Studio Continuing Education and Advanced Teacher Training.  I also created and had the pleasure of hosting ATS® Homecoming.  In addition to consulting on dance and business related projects, I am also helping to launch the new ATS® Magazine that will be published this May." (Terri) 

We're just a few days away from Carolena and Megha's arrival to Brazil, excitement takes over and so does the sense of responsibility. 43 dancers are taking TT and applying for the Sister Studio status afterwards. What would you tell these dancers? Any piece of advice? Teacher Training is such a unique opportunity. How often does a dancer get to study with the founder and creative designer of an entire dance movement?  In order to get the most from your experience, I suggest studying the ATS® movements in advance.  You will be able to get the most from your experience if you are refining movements that you already know rather than trying to learn new movements.  Since each participant will be teaching several movements to others, I also suggest practicing teaching to dance friends if you haven’t ever taught before.  Carolena and Megha will ask you to follow a specific format for teaching and it helps if you have rehearsed it so that you will be more relaxed.  Prior to taking my TT, I got together with a group of women and we practiced teaching and learning from each other.  Just a hint, the format is:  
1.  Demonstrate the move (from front and back if you don’t have a mirror) 
2.  Describe how to do the move beginning with what the feet do, then moving to the body, arms and head.
3.  Lead a drill of the move.
4.  Ask the class to continue to drill the move (and move around providing corrections and feedback)

Easy!

ATS changed my life. From the first time I saw the formations, the costumes, the fact that there's not only one star but a constellation of dancers, that's what defined my love for this dance form. What do you think that matters the most in this dance: learning technique or dancing from the heart only, disregarding technique? That is such a great question.  Technique is the foundation, but passion makes the dance come alive.  You need the base technique in order to be a dancer, but passion creates a performer.  

How has the Sister Studio certification changed your life? I was an Egyptian cabaret dancer who studied ATS® when I made the decision to seek my Sister Studio certification.  I was in Milwaukee, WI, USA with Jenn Nolan (founder of Tamarind) when I was deciding whether to do it or not.  It was a lot of money, and at that point I hadn’t found the freedom within the structure of ATS® yet. She encouraged me to take the training and I have been forever grateful to her.  The ATS® community is welcoming and supportive. I have made friends all around the world and am now teaching and traveling.  
Becoming a Sister Studio made my dance journey more legitimate.  Being able to share that certification has opened doors in my business and professionally.  Most importantly, it helped me to find “my people” with whom I resonate and connect at a deep level.  

I've watched all I could from ATS HomeComing, we interviewed the only Brazilian sister studio to attend the event and it made me eager to be there,  so I've already registered for the 2016 edition. Can you tell us a little bit about the experience of organizing the first all-ATS event?
When I began working with Carolena, she had recently gotten married and wanted to be in San Francisco more.  As I was creating our strategic plan to grow FCBD® while still enabling her to be home more, I had a dream about ATS® Homecoming.  The next day I called her and pitched the idea.  She liked it but was skeptical about whether we could find a place in the very expensive San Francisco to host such an event, whether anyone would come and whether we could pull it off with me living across the country.  
However, Carolena is nothing if not a visionary, so we began!  We found a hotel, publicized the event and sold out in 2 days.  That certainly answered Carolena’s question about whether anyone would want to come.  Our philosophy from the beginning was that we wanted people to have the experience of visiting Carolena at home, with a welcoming hospitality.  I made sure that the wonderful team of volunteers were people who would treat all of the attendees as if they were personal guests in their own home.  We wanted the experience to be the absolute best and most welcoming conference experience ever.

She also wanted to provide extraordinary dance education.  At that point, she had just introduced the concept of “movement dialect” the unique expressions that evolve geographically from region to region or troupe to troupe.  We invited some leaders in movement dialect from around the US along with the favorite FCBD® instructors to provide the workshops.
I was sick with nerves and worry prior to the event starting. I had many problems with the hotel prior to arriving in San Francisco.  However, as soon as the first guests began arriving, everything was fabulous.  It was one of the best experiences of my life.  I was so honored to have had the opportunity to help bring such an amazing and vibrant event together.  I was thrilled to meet folks I had only interacted with on line.  I was delighted that Carolena has so much fun and loved it so much.

What can we expect from the next edition of ATS HomeComing? I may be even more excited about next year than I was about the first year.  We have moved to a new hotel. We will be the ONLY group booked into that hotel utilizing their conference spaces so it will truly be a Tribal Village!  We asked the instructors to create workshops that were unique, innovative and exciting, and they did!  We have added more vending, a large opening reception with an open dance hafla and a poster session where dancers will be able to share all of the exciting things that they are doing around the world.  We have also added a business track with workshops on ethics, communication and of course, Tribal Counsel with Carolena.

This blog started when we first heard Carolena and Megha were coming to Brasil. Our project was to rescue the legacy of tribal bellydance, starting with Jamila Salimpour. Do you believe that studying theory is as important as dancing (performing and training)for a thorough formation?

Yes, absolutely.  I have read literally everything I could get my hands on regarding the history, both modern and ancient, of belly dance.  I have studied with as many teachers representing as many styles as I could possibly access. I have watched hours of video.  I believe that you can only fully understand the current manifestation of our dance by exploring the rich legacy of our history.  Particularly for those who are taking TT and planning on teaching, it is essential to provide the context of the dance to your students.  I love being able to explain the evolution of a movement and the history of the dance traditions that informed it.  In addition, from a practical standpoint, I believe it gives me an edge in the competitive market of instructing locally and internationally.  I know my history and theory and how it informs current practice.  I can explain where movements came from and how the dance has evolved.  

How do you feel about the aesthetic pressure among dancers, and do you feel this pressure among ATS dancers? (Please let me know if I misunderstood this question, I am happy to re-write an answer if I have!)
One of the things that attracted me to ATS® as a dance form was the acceptance of beauty in all shapes, sizes, ages and colors.  In cabaret dance, there is a very stereotypical body shape that can be successful professionally.  In ATS® the costumes are flattering to all sizes and shapes of dancers and the community is accepting of many forms of beauty.  That is essential to me.  I actually had an experience when I was still doing some cabaret dance where a local TV charity telethon didn’t want my dancers to perform because there were dancers who were larger that the “ideal” woman.  A local dancer shared the story on a Facebook feed and then other dancers began to slam my students because of their physical appearance. It was a painful and horrible experience.  That was really the turning point for me to leave the cabaret world and immerse myself into ATS® completely.  I also took the experience and made something beautiful out of it.  I wrote a book, “I Belly Dance Because: The Transformative Power of Dance” to celebrate dancers of all sizes, shapes and styles.



Do you study other dance forms? 
Yes, as I said before, I have.  However, I do want to add a bit more here.  When I first started studying ATS® there was a pretty large contingency of dancers within the community that suggested that it was better to only study ATS®.  I strongly disagree.  My experience as a dancer and performer has been greatly enhanced by studying as many styles of dance and belly dance as was possible.  I recently took ballroom dance with my partner and that has even helped in my belly dance!

Do you still feel de need to study ATS and take classes even though you're such an experienced dancer? Yes and always.  There is always something to improve, always a new way to think about a movement.  I love taking beginning classes from other instructors and pretending to be a new student again, looking at the posture and movements from a new angle.  I love taking classes from the FatChanceBellyDance instructors for sure and do at every available opportunity.  However, I also feel there is a lot to learn form taking classes from folks who are outside of San Francisco.  Each teacher has a unique story to tell.  Maybe I don’t learn any new earth shattering insights on how to do a taxeem, but maybe I will learn a great new illustration to use while I am teaching.

Contemplative? Motivated? Inspired?
Tomorrow has more
Kisses on the heart
Maria Badulaques