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3 de agosto de 2015

Tribal Bellydance – A Sense of Belonging

Tribal Bellydance – A Sense of Belonging


People are social beings and cannot exist, physically or emotionally, without the support of other people.  Unlike bears in the wild, human beings need the support system of their own kind, their tribe.

Our desire to be part of a family, group, and community is strong in all of us and is hardwired into our DNA as part of our ability to survive and thrive.  I can think of few more enjoyable or healthy ways to satisfy this need and desire to bond with others than through music and dance.

Bellydancers have been dancing in groups and troupes for ages.  Whether the style of bellydance has been cabaret, ‘Gypsy’, ethnic, or other, dancers form a strong bond with each other in their shared participation in a troupe.

In the 1980’s a new version of troupe bellydancing was popularized and it was called tribal bellydance.  It utilized a new type of choreography that used a lead and follow method of directing the dance.  Tribal bellydance has continued to evolve, but it still uses the same classic movement vocabulary as other styles of bellydancing and has many other similarities as well.  The costuming in tribal bellydance is an adaptation of earlier fusion styles of ethnic and cabaret costuming (popularized by troupes in the 1960’s and 70’s such as Bal Anat and The Perfumes of Araby).  The traditional Middle Eastern music used in tribal bellydance is also used extensively in other belly dance styles.  However, more than other styles, most tribal bellydancers put an emphasis on their identification as part of a quasi-ethnic tribe.

When you do a classic improvised belly dance solo, you get in touch with your own individuality through your personal interpretation of the moves and music.  When you dance in a troupe, through the groups’ synchronization of movement to music, you can experience a feeling of connection or sisterhood with your fellow troupe members.  Most dancers find that this is a positive and fun expression of their need to belong.

Regardless of our tastes in choreography, music, and costuming, we can find like-minded bellydancers to dance with.  The bonding that occurs through shared movement and music can give us a sense of belonging to something bigger than, and just as important as, our individual selves.


http://bellydancingvideo.com/blog/?p=297

20 de julho de 2015

JAMILA SALIMPOUR, BIOGRAFIA I

Jamila Salimpour nasceu em 1926.

Começou a dar aulas de dança em Berkley, em 1967. Quando viu o que suas alunas estavam fazendo no Renaissance Faire ela decidiu formar uma trupe mais disciplinada. Isto era para ser chamado de "Bal Anat" (Dança da Deusa Mãe). 

A partir de sua experiência no Ringling Brothers Barnum  e Bailey Circus ela elaborou um programa de variedades - que ela mesma descreveu como "metade reais e metade invenção". 

Infelizmente, muitas pessoas viram isso como "a dança do ventre real". 
E assim o início de "Tribal" surgiu.

A filha de Jamila, Suhaila dançou pela primeira vez em público aos três anos. Ela é agora uma dançarina e professora (do estilo cabaret), bem conhecida.

Jamila Salimpour é o criadora da dança do ventre tribal na América. 
Ela também é a primeira a solidificar um formato de terminologia na dança do ventre, que ainda hoje é utilizada. Foi a primeira professora de dança do ventre a criar um formato específico de movimentos, com nomes individuais para cada etapa. Seu formato foi a inspiração e fundamento do que mais tarde ficou conhecido como American Tribal Style

Os nomes dos passo muitas vezes originadas de pessoas que Jamila havia assistido pessoalmente, fazendo esse movimento. Por exemplo, Jamila nomeou oitos para cima e para baixo, de Maya, porque ela viu Maya Medwar fazê-los em um clube em Los Angeles na década de 1950Seu formato é ensinado e aplicado aos movimentos dos bailarinos em todo o mundo. Jamila é uma figura influente na dança do ventre há mais de 50 anos.


Jamila é também mestre em snujs, tocando diferentes padrões únicos e difíceis, muitas vezes experimentando com upbeat. Seu premiado CD instrucional também é uma grande ferramenta para o aprendizado dos snujs, e é utilizados nas classes do formato Jamila e Suhaila.

Nas aulas de Jamila, ela ensina o seu próprio formato de movimentos específicos e padrões snujs que ela tem ensinado durante décadas. 

A aula começa com a reprodução dos toques de snujs e então se move para a prática de movimentos em um círculo ao redor da sala. 

Esteja preparado para usar snujs durante toda a classe. 

Cada classe é diferente e de valor inestimável para o desenvolvimento de dança e para as habilidades com os snujs, além de aprender a história dos movimentos de dança do ventre na América. 

Jamila verdadeiramente é a matriarca Americana de dança do ventre.

** Tradução livre - Carine Würch **

Olhem este trabalho maravilhoso de Fernanda Lira e Aerith Asgard:
 
http://aerithtribalfusion.blogspot.com.br/2015/07/timeline-jamila-salimpour.html

10 de julho de 2015

VÍDEO: Cabaret or Tribal? Com tradução!

Este texto é uma tradução que fiz para um vídeo que Suhaila Salimpour disponibilizou no vimeo. Este vídeo, aparentemente, é para a divulgação de um workshop, mas possui muita informação legal!!

Algumas notas sobre a tradução antes que você comece sua leitura:

Aqui no Brasil, nós chamamos a dança do ventre tradicional apenas por dança do ventre, e o tribal de tribal, assim temos nossa divisão. Nos Estados Unidos, a dança do ventre é chamada de cabaret bellydance, pois ela era atração de cabaré mesmo. No texto, eu traduzi como estilo cabaré.

Traduzi nightclubs como casas noturnas. Mas esses nightclubs não eram prostíbulos, só pra deixar claro!

Boa leitura!
Natália Espinosa

Cabaret or Tribal? presented by the Salimpour School from Suhaila Salimpour on Vimeo.

O link do vídeo: https://vimeo.com/131053852

Jamila Salimpour foi influenciada pelas dançarinas das décadas de 30 e 40 e seus movimentos saíram desta era. Jamila era uma dançarina de casas noturnas e era proprietária de uma casa noturna, ela foi a primeira mulher a possuir uma casa noturna com temática árabe na Costa Oeste.

Minha mãe ama música árabe e até hoje ela diz, e ela é bem enfática a respeito disso, que se você não está dançando uma música árabe, bem, você simplesmente não está dançando dança do ventre (risos). Minha mãe e eu às vezes discordamos sobre este ponto, mas eu amo música árabe completamente e eu entendo o que ela quer dizer, porque este era o amor dela e era – e é – a cultura e a música de onde vieram todos esses movimentos.

Minha mãe dançava nas casas noturnas e mesmo antes disso ela dançou em todas as oportunidades que lhe foram dadas de se apresentar; não haviam casas noturnas quando ela dançava e, quando as casas noturnas de fato nasceram neste país, ela acabou dançando em casas noturnas, mas nessa época ela estava na casa dos 30! Minha mãe só começou a usar a palavra “Tribal” no fim da década de 60 quando criou o Bal Anat para a Renaissance Pleasure Fair. Até então, não havia separação, você não usava a palavra “cabaré” ou a palavra “tribal”; você era só uma dançarina de dança do ventre e você fazia de tudo. Então, o que definia uma aparência, uma sensação ou uma estilização era o ambiente do show, a hora do show – era um show de dia, um show à noite, um show para a família, uma casa noturna? – e isso criava a aparência, a sensação, o figurino,a energia... minha mãe estava tentando justificar a dança do ventre no contexto da Renaissance Fair então ela criou essa incrível fantasia tribal que sempre era apresentada como um Faz de Conta de Arte Performática, essa era até a palavra que ela usava, Faz de Conta, e era tudo ideia e fantasia dela.

Mas a verdade é que a minha mãe sempre foi inspirada pela música árabe, ela queria representar e reconhecer e respeitar a cultura; ela criou os figurinos do Bal Anat a partir de fotos das National Geographics que ela tinha espalhadas pela casa, ela queria ter certeza que, apesar de estar tomando liberdades criativas em suas coreografias e na forma que o Bal Anat se apresentava, que tudo saía de pinturas, poesias ou essas revistas; ela estava tentando conseguir tudo o que podia para representar a cultura, porque não havia nada disponível...
Mas todos os dançarinos do Bal Anat, de dia eles colocavam seus figurinos tribais e à noite eles colocavam seus figurinos de cabaré e trabalhavam em casas noturnas, não havia divisão na comunidade e o vocabulário de movimentos era todo igual, com apenas pequenas variações de movimentação e estilização baseadas na música, no clima e no figurino, mas o vocabulário de dança era todo do formato da Jamila Salimpour, que saiu dos dias de glória da Golden Era dos anos 40, daquelas dançarinas de dança do ventre estilo cabaré.

Eu me lembro que quando eu comecei a trabalhar em casas noturnas, eu fui entrevistada por uma mulher que estava escrevendo uma matéria sobre o Legado Salimpour, e ela me perguntou: Quando você decidiu ser uma dançarina de dança do ventre estilo cabaré? E eu fiquei tão ofendida na época, porque eu nunca me classifiquei como uma dançarina de tribal ou de cabaré! Eu tenho muito orgulho de ser uma Salimpour, eu sou filha de Jamila Salimpour então eu levo dentro do peito o conceito de tribal e o que minha mãe criou; eu também trabalhava como dançarina e me sentia muito privilegiada que logo depois de terminar o ensino médio eu pude começar a trabalhar em casas noturnas e eu estava trabalhando com as melhores bandas e os músicos mais incríveis vindos do Oriente Médio, e me perguntaram quando eu -decidi- ser um a dançarina de estilo cabaré. Eu nunca decidi ser um ou outro! Eu era, e ainda sou, uma dançarina.

Se você morava nos EUA, você foi tocado por Jamila Salimpour. Se você era um dançarino na Costa Oeste, você não foi apenas influenciado por Jamila Salimpour, você provavelmente estava dançando seu formato mesmo que não soubesse. Muitos dos alunos de minha mãe saíram da escola e começaram a ensinar por conta, e esses professores tiveram alunos, e esses alunos tiveram alunos, e posteriormente o termo tribal ou ATS® nasceu a partir de professores que foram alunos de Jamila Salimpour. Então o formato Jamila Salimpour foi a base para seus alunos saírem e ensinarem e isso se transformou em movimentos que mais tarde foram associados ao tribal, seja ATS® ou tribal fusion.

O formato Jamila Salimpour nasceu da Golden Era, aquela época e forma de movimentação das melhores dançarinas dos anos 40, Badia Masabni, Tahia Carioca, e elas eram dançarinas de estilo cabaré, então os movimentos era associadas às melhores dançarinas vindas do Egito, naquela época. Então a base do que se tornou o tribal,ou ATS®, ou tribal fusion, é verdadeiramente o formato Jamila Salimpour. O Tribal Fusion, posteriormente, evoluiu a partir de alunos que saíram do formato Suhaila Salimpour, incorporando todos os movimentos de isolamento com contrações fortes, criados no fim da década de 70 e na década de 80. Então formato Suhaila Salimpour é agora associado a movimentos de Tribal Fusion.

Jamila e Suhaila Salimpour são dançarinas de casas noturnas, e seus movimentos e musicalidade e a forma como representam a música árabe ainda possuem todos aqueles passos e todos os isolamentos.

Se você tiver uma boa base de dança primeiro, você pode fazer tudo o que quiser. Você pode fazer escolhas artísticas, mas fazer qualquer estilização quer quiser. Esse workshop é para focar em técnica, para que você possa construir a base do seu movimento, a segurança e a postura, e então, mais tarde, você seja capaz de fazer escolhas criativas e artística. Eu quero que você seja capaz de fazer tudo isso. Eu quero que você seja capaz de crescer e evoluir através dos anos com uma base forte de técnica, de forma que, a medida que você mudar e crescer e seguir em frente com diferentes tipos de música e estilos, seu corpo seja capaz de se mover e evoluir com você.


3 de julho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - KATARINA BURDA

Texto escrito por umas ex-aluna de Katarina Burda, Kristen, no Tribe.Net:
http://bellydancelegacy.tribe.net/m/thread/a07b2b1d-55f2-482f-b5c1-438c43493d3e

Eu estava na trupe de Katarina Burda - Aywah! 1997-2000 (?). 


Aywah! era muito incomum, pois trazia uma variedade de folclore do Oriente Médio e de danças ciganas... também havia canto e, por vezes, o acompanhamento instrumental. 

Todos nós aprendemos a cantar, bem como a dançar, isso realmente melhorou meu conhecimento musical, musicalidade e ritmo. 

O que admiro sobre (Katarina Burda) é que ela sabia tantos estilos de dança diferentes, e conhecia a história real sobre todos eles. 

Ela mostrava um vídeo de shikat ou da parte norte do Egito, para que pudéssemos aprender o estilo e movimentos da dança. 

Ficou famosa por transformar suas alunas em alguns dos melhores dançarinos na área da Baía de São Francisco, incluindo Mira Betz, Kim Fournier, Elizabeth Strong, Hanna, Donna, e vários membros do Ballet Afsaneh

Ela era uma dançarina da trupe de Jamila, o Bal Anat. E é famosa por fazer a dança da máscara (inclusive por dançar com a barriga a mostra, durante a gravidez). 

Na verdade, ela é uma das poucas dançarinas creditados pelo nome no site da Jamila

Logo antes de deixar a trupe, ela disse que não iria dançar mais e, ao invés, iria fazer música e algumas peças de transe. Eu acho que é triste, porque ela era uma dançarina maravilhosa para assistir, mesmo que apenas em sala de aula. Estou ansioso para vê-la Guedra no show! (Kristen)

** Tradução Livre por Carine Würch **

1 de julho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - MARY ELLEN DONALD II

Texto escrito por Sudan em 1997 para a evista The Carvan.


Mary Ellen está envolvida com a música do Oriente Médio, tanto como estudante de dança, como musicista desde o final dos anos 1960


Seu interesse pela música do Oriente Médio e da cultura começou quando ela descobriu na dança do ventre, uma saída criativa de seu papel na sociedade como um profissional ( assistente clínico social), esposa e mãe. 

Incentivado por seu marido, ela começou a ter aulas de dança com Jamila Salimpour, que estava ensinando em Sao Francisco e dirigia uma trupe de dançarinos e músicos chamado Bal AnatMuitos bailarinos profissionais e professores, bem conhecidos da área San Francisco, foram membros desta fabulosa trupe. 

Jamila precisava de um percussionista para a trupe, e recrutou Mary Ellen para esse papel. 

Mais tarde, Mary Ellen estudou tambor com Vince Delgado e vários bateristas Árabes, e atualmente estuda pandeiro e tambor com Tony Lammam

Assim começou odisseia musical de Mary Ellen


O tambor e ritmos do Oriente Médio tem a levado em uma aventura contínua que tem evoluído por quase trinta anos.

Texto completo aqui - 

30 de junho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - MARY ELLEN DONALD I

Texto escrito por Khalida para o site de Mary Ellen 

Mary Ellen nasceu e cresceu nos arredores de Filadélfia, PA. 

Quando tinha 8 anos, ela se apaixonou pelo piano, e foi diagnosticada com degeneração macular: uma condição visual séria, que causa a perda gradual da visão central. 

Ela descobriu o piano na casa de amigos da família, e implorou para aos seus pais para ter aulas e eles concordaram. Como a família não podia pagar por um piano, Mary Ellen praticava na casa de sua professora, cerca de 05 dias por semana. Mais tarde, quando seus pais já não podia pagar as aulas, Mary Ellen limpava a casa da professora para que ela pudesse continuar seus estudos.

Sua deficiência visual não a impediu de ser uma criança ativa e, na verdade, ela era muito atlética, jogava muitos esportes na escola. Graças à sua mãe e materiais gratuitos prestados pelos Gravações para Cegos e americanos Printing House for the Blind, ela foi capaz de prosseguir os seus estudos. Ela se formou o orador oficial do ensino médio, no Phi Beta Kappa da Dickinson College e recebeu seu mestrado em Psiquiatria Trabalho Social em 1969.

Em 1969, Mary Ellen começou aulas de dança com Jamila Salimpour e depois de alguns meses tocando snujs (zills), Jamila percebeu sentido rítmico , e a convidou a aprender a tocar derbake. 

Depois de duas aulas, Mary Ellen teve formação on-the-job, enquanto tocava com trupe de Jamila, Bal Anat, na Renaissance Faire.

Em 1971 ela começou aulas de dança com Bert Balladine e quando ela já não podia pagar as aulas, fez uma oferta para Bert que ele não pode recusar: tocar derbake uma aula por mês, em troca de aulas de dança o resto do mês. 

Ele foi fundamental no lançamento de sua profissão. 

Enquanto ensaiava em casa um dia, uma vizinha (também um dançarina) a ouviu tocando, veio e queria aulas de derbake: Será que você poderia me ensinar? 
Mary Ellen disse: "Sim".





Texto escrito para o Gilded Serpent


Mary Ellen Donald nasceu e cresceu nos arredores de Filadélfia, Pensilvânia. Na juventude, estudou piano clássico, voz e folk e guitarra flamenca. Em 1969 foi apresentada à arte da dança do ventre, que estudou com Jamila Salimpour e Bert Balladine por seis anos. Muito em breve, se apaixonou pela música do Oriente Médio acompanhava na dança. Também em 1969 começou a ter aulas de snujs e doumbec (um tambor de colo feito de argila ou metal também conhecido como darabouka e tabla). Vários anos mais tarde, ela acrescentou o riqq (pandeiro Oriente Médio) e tar (tambor de madeira) em seu aprendizado..


http://www.gildedserpent.com/aboutuspages/maryellen.htm#axzz3e75ocaff

28 de junho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - Em que ano foi o que...


Nesta conversa no Facebook, vemos Anzelle, Aida, Mish Mish e Habiba conversando sobre seus tempos de Bal Anat e tentando lembrar o ano da foto, e o que cada uma fazia durante aquele ano específico, no espetáculo do Bal Anat.


Anzelle Pieretti  - Eu amo que estou nesta foto com você (Aida) e obrigado por me deixar compartilhá-la. (Anzelle é a primeira da foto, na parte de trás, tocando snujs, com um lenço na cabeça).

Habiba Dajani - 1972 foi meu primeiro ano no Bal Anat, as dançarinas com espada eram Signa, Libby, Vealah, Cassandra, Meta, Asmahan, Shukriya e eu ... Signa, Meta, Libby e eu nos revezávamos fazendo o solo em frente do grupo, bonitas fotos.
Habiba Dajani - Esqueci de incluir Laura Choulos no grupo espada. Ela era uma mulher bonita, nós ensaiávamos sob as sequoias em sua casa

Anzelle Pieretti  - Pensei que nós havíamos dançado com espada um ano juntas, Habiba Dajani. (Eu não estava nesse grupo mencionado acima).

Pamela Sklavos-Jaque Desculpe vocês, mas acredito que isto tinha era 1971, porque 1972 foi o ano em que eu comecei e a dançar Khatak com Jamila e Meta. Também nesse ano dancei com cobras junto com Samira & Sue Corsola e algumas vezes dancei o Finale. Lembro que este ano, a Dança com Espadas foi apresentado por Lisa & Hilary 

Habiba Dajani Estou olhando fotos antigas e creio que foi o ano de 1973, como acredito que foi o primeiro ano de John (Compton) com Bal Anat, foi o ano das grandes danças em grupo, que ano você dançou Karshalma com o grupo?

Aida Al Adawi Não pode ser 1971 porque era o meu primeiro ano e tenho a imagem que tinha o pote na minha cabeça. No meu primeiro ano, não fiz o Finale. Então tinha que ser 1972 ou mais tarde. 

Pamela Sklavos-Jaque Habiba ... Fui a primeira dançarina Kashlama. Dancei pela primeira vez como um solo nesse ano (72) na Feira Dickens, em seguida, no outono seguinte Renaisance Faire em 1973 com o grupo. Esse foi o primeiro ano em que Jamila deixou que todos fizessem seus próprios figurinos e coreografia. Naquele ano infame do Pink Ladies.

27 de junho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - ANZELLE aka ANISA

Mais uma, das inúmeras alunas de Jamila Salimpour e integrante do grupo Bal Anat foi Anzelle Pieretti, conhecida também como Anisa.


Neste album do Pinterest você pode ver inúmeras fotografias dela e de suas companheiras do Bal Anat.

De suas fotos pessoais conseguimos muitas fotos que não encontrava pela internet.


Anzelle com Suhaila Salimpour ainda criança.

26 de junho de 2015

CRIAÇÃO DO BAL ANAT


Texto postado no Tribe Net, por Andre Khoury, pai de Isabella Salimpour (neta de Jamila Salimpour)

A criação do grupo de dança Bal Anat começou em 1968, quando a oportunidade se apresentar em um festival ao ar livre chamado Renaisance Pleasure Faire, desafiou minha imaginação para criar um show de variedades, que se pode ser visto em um festival árabe Souk ou no Oriente Médio

Era o formato que era admirado e imitado em todo o Estados Unidos, cujos praticantes às vezes sabiam, mas muitas vezes não sabiam qual sua origem. 

De fato, muitas pessoas pensaram que era a "coisa real", quando na verdade metade era real, metade era invenção. 

Pegando como inspiração meu passado, que incluia as danças com bailarinos que dançavam em taças, dançarinos com jarros e mágicos, treinei e apresentei muitas variedades de entretenimento, adicionando uma "surpresa" a cada ano. 

Entre muitas outras coisas, até que em 1971, pus uma espada sobre a cabeça de Rhea Deanna Rose, a dança da espada nunca havia sido vista na América.
Era para ser o primeiro, como aconteceu com muitas das danças do Bal Anat, que foram copiadas e exportadas para lugares desconhecidos. 

A dança com espada, Dança com Jarros, Karshlama, Dança Marroquina, Ouled Nail, da Tunísia, Dança com Cobra, Dança Masculina com Bandeja, Dervish, Katak e a Dança com Máscara interpretada por Katrina Burda, eram originais naquele tempo. 
Nunca vistos antes de 1968 na Northern Renaisance Pleasure Faire, são memorias que as pessoas trazem vivas até os dias de hoje. 

Como o formato evoluiu, muitos dos meus alunos contribuíram com seus talentos coreográficos para a variedade do show, muitas vezes sugerindo adições, complementando a gama de Dança do Oriente Médio." (Jamila Salimpour 2001)

9 de junho de 2015

Documentários em Vídeo

Documentary Videos (Online)

3 de junho de 2015

Links para Site | Blog e Perfil das Alunas de Jamila

JAMILA SALIMPOUR, ícone da Dança Oriental nos EUA, fundadora da trupe Bal Anat.

Abaixo seguem alguns de seus alunos, e as trupes que eles mesmos criaram:



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