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2 de julho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - MARY ELLEN DONAL III

Mary Ellen Donald falou sobre o grande amor pelos os ritmos tocados com snujs que ela desenvolveu em sala de aula de dança. Foi dito a ela, por ambos Jamila e Bert Balladine, que sua força era dominante em suas habilidades musicais e rítmicas, e que ela devevria estudar o tambor e, eventualmente, ensinar.

Localmente, ela foi a primeira baterista mulher na música do Oriente Médio, e a primeira percussionista a publicar seus próprios livros sobre snujs e instrução de tambor. 

Mary Ellen Donald é virtuosa nos vários tipos de música: egípcio, folclórica árabe, persa, armênia, e música turca. 

Tocando snujs lhe iniciou no seu caminho. Ela, então, fez um incrível solo de snujs, para demonstrar a música e o uso dos snujs como instrumento de percussão.

Texto completo 

1 de julho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - MARY ELLEN DONALD II

Texto escrito por Sudan em 1997 para a evista The Carvan.


Mary Ellen está envolvida com a música do Oriente Médio, tanto como estudante de dança, como musicista desde o final dos anos 1960. 


Seu interesse pela música do Oriente Médio e da cultura começou quando ela descobriu na dança do ventre, uma saída criativa de seu papel na sociedade como um profissional ( assistente clínico social), esposa e mãe. 

Incentivado por seu marido, ela começou a ter aulas de dança com Jamila Salimpour, que estava ensinando em Sao Francisco e dirigia uma trupe de dançarinos e músicos chamado Bal Anat. Muitos bailarinos profissionais e professores, bem conhecidos da área San Francisco, foram membros desta fabulosa trupe. 

Jamila precisava de um percussionista para a trupe, e recrutou Mary Ellen para esse papel. 

Mais tarde, Mary Ellen estudou tambor com Vince Delgado e vários bateristas Árabes, e atualmente estuda pandeiro e tambor com Tony Lammam. 

Assim começou odisseia musical de Mary Ellen. 


O tambor e ritmos do Oriente Médio tem a levado em uma aventura contínua que tem evoluído por quase trinta anos.

Texto completo aqui - 

30 de junho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - MARY ELLEN DONALD I

Texto escrito por Khalida para o site de Mary Ellen 

Mary Ellen nasceu e cresceu nos arredores de Filadélfia, PA. 

Quando tinha 8 anos, ela se apaixonou pelo piano, e foi diagnosticada com degeneração macular: uma condição visual séria, que causa a perda gradual da visão central. 

Ela descobriu o piano na casa de amigos da família, e implorou para aos seus pais para ter aulas e eles concordaram. Como a família não podia pagar por um piano, Mary Ellen praticava na casa de sua professora, cerca de 05 dias por semana. Mais tarde, quando seus pais já não podia pagar as aulas, Mary Ellen limpava a casa da professora para que ela pudesse continuar seus estudos.

Sua deficiência visual não a impediu de ser uma criança ativa e, na verdade, ela era muito atlética, jogava muitos esportes na escola. Graças à sua mãe e materiais gratuitos prestados pelos Gravações para Cegos e americanos Printing House for the Blind, ela foi capaz de prosseguir os seus estudos. Ela se formou o orador oficial do ensino médio, no Phi Beta Kappa da Dickinson College e recebeu seu mestrado em Psiquiatria Trabalho Social em 1969.

Em 1969, Mary Ellen começou aulas de dança com Jamila Salimpour e depois de alguns meses tocando snujs (zills), Jamila percebeu sentido rítmico , e a convidou a aprender a tocar derbake. 

Depois de duas aulas, Mary Ellen teve formação on-the-job, enquanto tocava com trupe de Jamila, Bal Anat, na Renaissance Faire.

Em 1971 ela começou aulas de dança com Bert Balladine e quando ela já não podia pagar as aulas, fez uma oferta para Bert que ele não pode recusar: tocar derbake uma aula por mês, em troca de aulas de dança o resto do mês. 

Ele foi fundamental no lançamento de sua profissão. 

Enquanto ensaiava em casa um dia, uma vizinha (também um dançarina) a ouviu tocando, veio e queria aulas de derbake: Será que você poderia me ensinar? 
Mary Ellen disse: "Sim".





Texto escrito para o Gilded Serpent: 


Mary Ellen Donald nasceu e cresceu nos arredores de Filadélfia, Pensilvânia. Na juventude, estudou piano clássico, voz e folk e guitarra flamenca. Em 1969 foi apresentada à arte da dança do ventre, que estudou com Jamila Salimpour e Bert Balladine por seis anos. Muito em breve, se apaixonou pela música do Oriente Médio acompanhava na dança. Também em 1969 começou a ter aulas de snujs e doumbec (um tambor de colo feito de argila ou metal também conhecido como darabouka e tabla). Vários anos mais tarde, ela acrescentou o riqq (pandeiro Oriente Médio) e tar (tambor de madeira) em seu aprendizado..


http://www.gildedserpent.com/aboutuspages/maryellen.htm#axzz3e75ocaff

4 de outubro de 2014

194 - REBABA | RITA ALDERUCCI

194 por Carine Würch - SEMANA 18

Continuação do texto escrito por Rebaba para Gilded Serpent.

Minha mãe também reconheceu um talento e uma unidade em mim, em uma idade muito precoce (5 anos), e me matriculou no balé e aulas de dança moderna, onde estes talentos floresceram. Antes de estudar Bellydance, juntamente com ballet e dança moderna, estudei dança havaiana, afro-haitiana, Jazz, Sapateado e Flamenco. A partir de uma idade muito jovem, fui naturalmente atraído dança étnica como um inseto à luz. Eu não poderia obter o suficiente de dança em mim, foi, é e sempre será uma obsessão. Até hoje eu não sei como minha mãe fez face às despesas, para poder pagar por todas as aulas de dança que eu tive. Tentei obter bolsas de estudo, quando eu podia. Eu sabia que, mesmo assim, que encargo financeiro minha dança deve ter sido. Minha mãe me apoiou 100% como ela sempre tem apoiado. Ela reconheceu a minha absoluta necessidade de dançar, e como isso era importante para o meu bem-estar.
Sendo contratado para dançar terças e quintas-feiras, na Broadway no Casbah estava tão perto de meu trabalho dos sonhos, quanto eu poderia imaginar naquela época na minha vida.

Eu estava apenas começando a me tornar uma mulher. Sensualidade ainda era algo estranho que eu não compreendia verdadeiramente, embora fosse evidente em minha dança. Dançar era tudo pelo que vivia, e ser pago para dançar era uma maneira incrível de começar a minha vida profissional.

Eu trabalhei no Casbah por um pouco menos de um ano antes de eu ir para a Suíça estudar.

Foi um turbilhão de emoção e um ambiente de aprendizagem fantástica culturalmente e musicalmente. O clube estava lotado com pessoas árabes sete noites por semana, carente de sua música pátria e companhia.

Dançamos a qualquer som que Fadil e os outros músicos tocavam. Tornei-me um improvisador consumado e comecei a aprender sobre música árabe e timing. Eu aprendi a antecipar ritmos e melodia. O Casbah é onde eu absorvi e memorizei a grande maioria das músicas que eu tenho usado uma e outra vez durante a minha carreira de trinta anos, mais como solista, em seguida, durante os últimos 16 anos com o Hahbi'Ru. 

Eu também aprendi um pouco sobre política, e eu não estou falando sobre o tipo do governo! Os dançarinos neste momento eram uma estranha combinação de concorrentes e companheiros. Eramos-nos contra eles, e também eram contra nós... Havia aqueles que completamente me colocavam sob suas asas, sendo eu o bebê e tudo mais, me ajudando com maquiagem e figurino. Havia outros que me viam como uma ameaça aos seus postos de trabalho, porque eu era tão jovem... Mas, de tudo, eu não posso reclamar, na maior parte, as outras dançarinas eram minhas irmãs, e eu fiz algumas das meus melhores e mais próximo amigos, enquanto trabalhava no Casbah.

** Tradução Livre por Carine Würch **

11 de agosto de 2014

248 - AIDA AL ADAWI

248 por Carine Würch - SEMANA 11

Com uma enorme felicidade no coração, compartilho esta breve conversa que tive com uma das alunas de Jamila Salimpour, Aida al Adawi, formada em música, fluente em árabe e propagadora desta arte chamada Dança do Ventre e toda a Cultura Árabe.
Pedi a ela permissão para publicar seus vídeos e traduzir sua página, e ela muito gentilmente me escreveu, permitindo que tudo seja postado, para o BEM DA NOSSA TRIBO.

Um sentimento de União, de Amor e muita Reverência por estas Lendas, que ainda viva (sorte nossa!) fazem história.


Compartilho com vocês, e indico sua página no Facebook - Aida al Adawi e seu Site: http://aidaofsanfrancisco.com/
Aida Al Adawi -
 Professional photo March 1972 
Aida with the pot — em Califórnia.

10 de agosto de 2014

249 - AIDA AL ADAWI {vídeo}

249 por Carine Würch - SEMANA 10


Este vídeo conta um pouco de sua trajetória (mas está em inglês). Lindo lindo!

7 de agosto de 2014

252 - AIDA AL ADAWI

252 por Carine Würch - SEMANA 10


A biografia de AIDA AL ADAWI é fantástica, e tão intrigante quando a de Jamila Salimpour, sua mentora. Temos muitas outras nuances a serem apresentadas, e cada vez mais me delicio nesta empreitada, pois cada leitura é um descobrimento! Espero que vocês estejam gostando tanto quanto eu!




Texto tirado do seu site: http://www.aidaofsanfrancisco.com/aidabio.html 

Aos 4 anos eu comecei a estudar piano. Eu tive que sentar numa lista telefônica para alcançar as teclas. Na escola primária eu tentei violino, flauta e toquei percussão com a orquestra. No ensino médio comecei a tocar o fagote. Minha vida estava centrada em torno grupo de escoteiras e os jovens da orquestra. 

Enquanto freqüentava a California State College, em Hayward, comecei a trabalhar com o San Francisco Boy's Chorus treinando e ensaiando-os com o SF Opera. Eu também estava tocando fagote e treinando com Robert Weede do Metropolitian Opera e depois a minha vida foi tomada!! 

Em 1970 eu estava tocando em uma Renaissance Band na Northern California Faire. "Bal Anat" nos seguia. O show era incrível. Hilary, que era membro de Bal Anat, e eu, nos tornamos amigas. Após o termino da Feira, comecei meus estudos sob tutela da mãe de nossa dança, Jamila Salimpour. 

Eu era sua pupila, por muitos anos viajando por todo os EUA, ensinando seu  formato. Jamila deu os passos seus nomes e criou os padrões de snujs (címbalos) como os conhecemos. Ela foi a primeira a realmente desconstruir a técnica.  Eu dirigia até uma hora para suas aulas, e ia 4 dias por semana. 

Desde 1971, eu tenho meu ganho através da minha dança e ensino. Estive nos EUA e Canadá, durante as férias na Grécia e na América do Sul, com a internacionalmente conhecidas Rana & Naim. 

Eu trabalhei em San Francisco por 12 anos no Bagdad e Casbah, fazendo 45 minutos de apresentação, três vezes por noite, as vezes 5 a 7 noites por semana. 

No Cabash na década de 70:
Formada em Opera, e sendo uma fagotista de uma orquestra por muitos anos,  me deu a vontade de estudar o Oud, Mizmar, Riqq e Derbake,  bem como a Língua Árabe na UC Berkeley. Com muito estudo e prática, no momento oportuno, eu tocava e cantava com os músicos no palco entre os meus shows. As outras duas noites eu me apresnetava na Greek Taverna e El Morocco Restaurant. Durante o dia, viajava dando aulas, cinco dias por semana.

Estudantes da Arábia Saudita vieram ao San Francisco State na década de 70. Eles pegaram quase cinco andares andares do nosso dormitório. Fomos os primeiros a aprender a sua música e executar o estilo Khaleege de dança nos clubes. Me tornei amiga íntima de uma família que vinha a cada verão de Dammam. Eles me trouxeram meu primeiro vestido. Eu fui a primeira primeiro bailarina nos EUA a usar um "Thobe Nashel" no palco.


Aqui o link completo de sua biografia: