Mostrando postagens com marcador Alunas de Masha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alunas de Masha. Mostrar todas as postagens

13 de junho de 2015

DHYANA

The first time we went there we took a fairly new dancer who had studied with Masha Archer – a young blond named Dhyana.  I had worked with her and found her to be a nice girl and a promising dancer, so Guy gave her a try.  She and I stayed in a very strange and funky old hotel, which we thought was charming, while the musicians stayed in a considerably more prosaic – but cleaner – motel.  We ate lots of green chili and sopaipillas (heaven!) at the Coney Island Café, which was run by a Greek.  We also spent a lot of time shopping and sight-seeing in Old Albuquerque.  All went well until the night Dhyana – to my horror – gave a couple of joints to some guys in the audience after the show!  Yes, it was the time of hippies, free love, flower power and all, but Albuquerque was not Berkeley or San Francisco, and her act of “love” could have had disastrous consequences for the whole troupe!  Guy fired her immediately, and she was replaced by an old pro, Yasmina  (BJ Kunkel).  The rest of our stay there was uneventful. 


27 de março de 2015

18 - O QUE É ATS? Vídeo em inglês

18 por Carine Würch - SEMANA 42

Carolena fala do início da sua formação de dança com Masha, a criação do ATS e muito mais.

13 de março de 2015

32 - CAROLENA NERICCIO

32 por Carine Würch - SEMANA 41

Continuando naquela entrevista de 2012, perguntada como funcionava a questão da improvisação na grupo de Masha Archer, Carolena afirma que era apenas improviso mesmo. Não havia nenhuma senha definida (como há no ATS hoje), e por definição de Masha, a dançarina mais antiga deveria liderar o grupo e ditar quais passos deveriam ser feitos.

Carolena comenta que como era a mais baixa de todo grupo, apesar de não ser a mais antiga, ela sempre ficava na frente, então não tinha muita ideia do que ocorria na parte de trás e de como exatamente o improviso era feito, pois a lider do grupo estava atrás dela (rs).

Desta maneira, quando idealizou suas aulas, sempre quis manter o improviso e não a coreografia pré-estabelecida, mas ela queria definir senhas para que todas entendessem e estabelecer que a pessoa da frente ficasse na liderança.

Perguntada, afirma que há homens que dançam ATS, mas não no estúdio do FatChance BellyDance.

Ela também respondeu uma pergunta sobre os turbantes, e disse que no início, quando ela imaginou a dança era muito limpa, e sem grandes malabarismos (palavras minhas), e com o tempo as pessoas foram dando sugestões e e foi ficando mais difícil de ser executada com um grande e alto turbante, por causa dos laybacks e todos os passos e giros muito mais rápidos que antes. É bem mais fácil dançar esta nova linguagem com menos peso e volume na cabeça. 

Carolena também comenta da questão de volume de acessórios que são necessários na viagens e apresentações, e manter um figurino mais simples facilita bastante, mas que ela adora o visual carregado. 

- E qual a reação das pessoas do Oriente Médio quando eles vêem esta dança? Na maioria das vezes, a reação é muito favorável, pois carregamos este visual folclórico, e as pessoas dizem que lembra muito as roupas, acessórios usados nas suas aldeias, parece um "old world folkloric look" e gera uma certa nostalgia.

Minha experiência é que as pessoas do Oriente Médio ficam felizes de nos ver apreciando a dança. os que não são envolvidos com dança dizem: "Puxa, nossa música está tocando, pessoas estão dançando, nossa cultura está sendo apoiada, e fico feliz com isto!". Já as bellydancers não curtem muito. Provavelmente agora já é mais aceitável, que o Tribal cresceu muito, inclusive se você pensa em fazer dinheiro, você vai incluir o Tribal no que você está fazendo, mas no começo, as bellydancers tradicionais não gostavam nem um pouco, e nem aceitavam esta dança como bellydance, em comparação aos muitos estilos que existem. Mas no geral, as pessoas do oriente Médio costumam gostar muito das apresentações e acredito que as dançarinas estão aos poucos se acostumando com isto também.

12 de março de 2015

33 - CAROLENA NERICCIO

33 por Carine Würch - SEMANA 41

Carolena dançou com Masha Archer por 07 anos, e sua primeira intenção dentro da dança não era para se apresentar, ela apenas queria ter aulas de dança. Queria poder ir e vir livremente dentro da sua vontade.

Em um determinado momento, durante a semana de aulas Masha disse: neste final de semana teremos apresentação. E Carolena responde: "Não, obrigada". Logo viu que Masha não estava perguntando, ela estava dizendo que elas teriam apresentação no final de semana.

E assim começou sua carreira artística. Ela explica que em São Francisco a socialização durante as apresentações eram grandes, e desta maneira ela conseguiu ir aos poucos perdendo a timidez. 

Depois destes 07 anos, o grupo se dissolveu, por Masha ser uma artista em sua essência, que naquele momento estava trazendo sua arte como bailarina, mas se mostra de muitas outras formas.

Carolena, por sua vez, não conhecia nenhum outro tipo de Dança do Ventre, nunca tinha tido contato com nada além do que Masha ensinava, e ela gostava tanto daquele método que também não estava muito interessada em estudar outros estilos depois que o grupo se dissolveu.

Por um tempo ficaram sem rumo, até que uma colega de grupo sugeriu que se encontrassem para ensaiar juntas, e depois uma outra também se juntou ao grupo. Pouco tempo depois alguém sugeriu que ela começasse a dar aulas.

Com um amigo, fez alguns flyers, e distribuiu aleatoriamente.

Primeiro vieram algumas, depois de alguns dias vieram mais e mais pessoas. Carolena acredita que tantas pessoas se interessar por suas aulas por elas estar fora do senso comum, do mainstream. O público que se interessou por suas aulas e por seu estilo foi um público que também fugia do que todo mundo estava fazendo na época.

Com o tempo, ela novamente estava interessada em somente dar aulas, mas seu grupo começou a ser convidado a se apresentar em lugares não convencionais, como convenções de tatuagens, etc. Com isto o grupo precisava de um nome.

Conversando com um amigo que é palhaço, sobre como era ingênua quando começou a dançar ainda adolescente, pois as pessoas perguntavam o que ela fazia, e ela dizia: dança do ventre! E logo todo mundo já fica com aquele jeito, e aqueles olhares, e ela disse, "pouca chance" (fat chance) de alguém conseguir algo comigo. E ele disse: FatChance BellyDance. E assim surgiu o nome do grupo. Pois é divertido e sempre atual.

Carolena sempre foi fascinada por tecidos folclóricos, bijuterias de todas as partes do mundo, e tem uma grande coleção deles. Ela tem muito prazer em costurar e tenta se dedicar pelo menos um pouquinho todos os dias em casa, ou no espaço que tem na escola.

Perguntada se de alguma forma ela tivesse que escolher outro estilo de dança, qual ela escolheria? 

Carolena afirma que escolheria Flamenco ou dança Clássica Indiana pois as duas tem umas tradição que você pode conhecer e seguir.

11 de março de 2015

34 - CAROLENA NERICCIO

34 por Carine Würch - SEMANA 41
Estou ouvindo uma entrevista em inglês, no final postarei ela completa pra vocês, ok?
Nesta grande entrevista, Carolena conta muitos aspectos de sua vida.
Começou a dançar ainda pequena no ballet, mas por ser extremamente tímida e retraída, a experiência não deu muito certo, e logo ela parou com as aulas.
Depois disto começou a ter aulas de "square dance", uma dança em dupla, mas composta por 4 casais, formando um quadrado. 

Ela gostava muito, pois acha de certa forma parecido com o improviso de hoje, onde você não precisa saber o próximo passo, mas precisa estar preparado para o que vai acontecer em seguida.
Contou que ganhou sua primeira máquina de costura aos nove anos de idade. A mãe dela perguntou se gostaria de uma máquina de costura ou um microscópio de aniversario, e ela disse que foi muito difícil para sua idade ter que decidir, rs.
Carolena conta que sua mãe teve grande influência na decisão dela de entrar na Dança do Ventre

Um dia ela chegou do colégio e disse que queria ser uma bellydancer

Sabia que um dos grandes motivos para isto é porque estava cansada de ir nas escolas de dança e ter que esperar por algum menino vir tirá-la para dançar. 

Era uma experiência muito ruim, ouvir a música, quer muito dançar e não poder fazer nada, porque precisava esperar ser convidada para dançar. 

Ela sabia que era tímida e não era a menina mais atraente da escola, então não era convidada muitas vezes. por isto decidiu: isto não serve. Preciso de alguma coisa que eu possa dançar sozinha.
Então sua mãe fez uma pesquisa, e acharam que a melhor professora era Masha Archer, e lá foi Carolena, iniciar seus estudos, aos 14 anos de idade.

27 de fevereiro de 2015

46 - PEPER ALEXANDRIA

46 por Carine Würch - SEMANA 39


I remember this style as being invented by Masha - Tribal pose from the Masha era. Cholie use started by Masha. (Peper Alexandria).




Peper Alexandria começou sua carreira como dançarina, em Nova Orleans, indo morar na área da Baía de São Francisco durante o "summer of love". Foi apresentada a dança oriental pela Princess Aisha, uma bellydancer turca que trabalhava no Bagdad Cabaret, em San Francisco. 



Foto de quando eu era aluna de Masha Archer, 
1973, "San Francisco Classical Dance Company"

Placas sobre seios e headpiece são turcomano.
Em seguida, ela estudou com Masha ArcherJamila SalimpourEdwina NearingFatma Akef, Amina Goodyear, e Dahlena.

Ela era uma dançarina de bastão na troupe Bal Anat, em 1974. 

Em 1979, foi uma das primeiras bailarinas americanas a ir para o Egito, onde estudou Ghawazee com as Banat Mazin.

FONTEhttp://www.gildedserpent.com/art41/alexandriacostumes.htm


17 de fevereiro de 2015

56 - DHYANA

56 por Carine Würch - SEMANA 38

Texto original de Aziza! para o Gilded Serpent
http://www.gildedserpent.com/articles19/aziza10column902.htm

A primeira vez que fomos lá (em Albuquerque), levamos uma, relativamente nova, dançarina que havia estudado com Masha Archer - uma jovem loira chamado Dhyana

Eu tinha trabalhado com ela e a achava uma garota legal e uma dançarina promissora, por isso Guy deu-lhe uma chance. Ela e eu ficamos em um hotel antigo, muito estranho, que achamos muito charmoso, enquanto os músicos se hospedaram em um consideravelmente mais prosaico - mas bem mais limpo - motel. 

Nós comemos montes de pimentão verde e sopaipillas (umas massinhas fritas) (céus!) no Coney Island Café, que era dirigido por um grego. 

Nós também passamos muito tempo fazendo compras e passeios turísticos em Old Albuquerque. 

Tudo ia bem, até a noite Dhyana - para meu horror - deu uns baseados para uns caras na platéia após o show! 

Sim, era a época dos hippies, amor livre, flower power e tudo mais, mas Albuquerque não era Berkeley ou San Francisco, e seu ato de "amor" poderia ter tido consequências desastrosas para toda a trupe! 

Guy demitiu ela imediatamente, e ela foi substituída por uma antiga profissional, Yasmina (BJ Kunkel). 

O resto da nossa estadia lá foi sem intercorrências.

Texto original:
http://www.gildedserpent.com/articles19/aziza10column902.htm