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22 de outubro de 2015

Paula Braz (São Paulo-SP)

Conheça um pouco do trabalho de Raphael Lopes, que vai ministrar o workshop Tribal Fusion e o Cabaret Francêsna sexta-feira, dia 14 de outubro de 2016, as 13:00, em Indaiatuba.

Paula Braz (São Paulo-SP)

Paula Braz é diretora e coreógrafa da Shaman Tribal Co., companhia referência em Tribal Fusion na América do Sul. Arte Educadora há 10 anos, ministrou workshops Brasil afora, além de Chile e Argentina. Estudou com quase todos os grandes nomes internacionais do estilo Tribal Fusion no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos. É certificada pelo FCBD® em “General Skills” em ATS®. Além dessas formações, estudou teatro-dança e dança contemporânea na UFRN e é pesquisadora em danças folclóricas brasileiras, cabaret francês e danças ritualísticas. Atualmente, ministra aulas regulares em Piracicaba-SP, Araraquara-SP e Campinas-SP. Produtora desde 2011, dirige junto a Cibelle Souza a produção do Shaman’s Fest que, em sua última edição, trouxe Rachel Brice pela primeira vez para a América Latina.

Entrevista: http://goo.gl/iAdYau



19 de outubro de 2015

AGENDA 31-10: ATS(r) na Praça versão Campinas-SP

Opa, tá chegando!!!

Informações:
Data: 31-10
Horário: 10 às 13h
Local: Praça do Coco - Circuito Cultural (Barão Geraldo Campinas-SP)
Rua Manoel Antunes Novo.
Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1460707110893362/

Acesse e una-se a nós!



O ATS(r) na Praça ocorrerá numa charmosa pracinha de Barão Geraldo onde há a movimentada Feira de  Cultura e Arte. A intenção é nos juntarmos, misturarmos e dançarmos muiiito. O foco é o ATS(r), contudo não só ele, portanto traga sua arte, todos são muito bem-vindos a se compartilharem.

Presença confirmada da Dança Circular com Sandra Carvalho e Paula Braz com as Shamans.

Qualquer dúvida, me chama no face, liga ou manda sinal de fumaça.

Super xeros.
Maria Badulaques

10 de outubro de 2015

Tribal Fusion e o Cabaret Francês (Paula Braz - SP)

Paula Braz (São Paulo - SP)


Data: 14 de outubro de 2016 (sexta-feira)

Horário: 13:00 às 15:00

Tema: Tribal Fusion e o Cabaret Francês

Estudo de referências histórias e estéticas do movimento Belle Époque no universo do Cabaret Francês e suas apresentações em formato de Café-théâtre, Vaudeville, Commedia Dell’arte, Burlesco, etc.

Estudo de coreografia desenvolvida especialmente para este workshop com  inspirações sob o tema e fusão de movimentos e estéticas recorrentes nesse universo!

Técnicas de dramatização e improvisação, além de técnicas de movimentos, serão utilizadas para melhor atingirmos nosso objetivo.

Às corajosas: iremos apresentar a coreografia estudada na Mostra do Festival !!! 

Para às que toparem a empreitada peço que levem para o Festival um figurino preto básico (composto por calça, saia presa na frente, cinto, top, e acessórios como luvas, punhos, colares, etc.) A Shaman Tribal emprestará de seu acervo acessórios que conversem com o universo do Cabaret á todas.


Mais informações sobre o Festival, visite o site do evento: http://festivalpilaresdotribal.blogspot.com.br/

Dúvidas, entre em contato: festival@gmail.com

6 de outubro de 2015

FESTIVAL INTERNACIONAL PILARES DO TRIBAL

Bom dia gente!!!

Todo mundo informado das novidades que estão chegando???

O blog Pilares Do Tribal e Maria Badulaques apresentam Kae Montgomery no Brasil.


Workshops com Kae Montgomery(USA), Sandra Carvalho(SP), Estudio Fairuza(SP), Paula Braz(SP),Kilma Farias(PB),Raisa Latorraca(DF), Raphael Lopes(SP) e Annamaria Marques e Surrendra Bellydance (MG).


Equipe: Maria MariaBadulaquesCarine WürchAerith Asgard, Sandra Carvalho, Wendy e Heli.

Maiores informações:
http://festivalpilaresdotribal.blogspot.com.br

Aqui segue a programação que acontece dias 14, 15 e 16 de outubro de 2016, em Indaiatuba/ SP.

Nas próximas postagens, vamos conhecer o trabalho de cada professor, e os temas abordados em cada um dos workshops que serão ministrados.

Dúvidas sobre como se inscrever?
Escreva para festivalpilares@gmail.com




3 de maio de 2015

PILARES ENTREVISTA - Carol Feitas

Entrevista elaborada por Carine Würch para os participantes do General Skills e Teacher Training com Carolena Nericcio e Megha Gavin, em abril de 2015 em São Paulo. 
Conte uma breve trajetória da sua dança. (Carol Freitas)
Bom, eu comecei no balé clássico com 4 anos. E sempre que eu ia dormir, o meu avô e minha mãe me contavam histórias das culturas: greco-romana, egípcia, celta, nórdica, hindu. Quando eu entrei na pré-adolescência meu corpo mudou bastante. Tinha mais seios, mais quadril do que as outras meninas. E isso não era nada bom para os padrões do balé clássico. Antes das apresentações, a professora colocava faixas em mim para diminuir tamanho de seios e coxas. 

Eu quase desisti de dançar. Porque eu comecei a me achar feia, que nada estava bom o suficiente. E durante esse período, graças às histórias que sempre ouvi quando pequena, eu comecei a ler sobre uma dança que a essência era o feminino: dança do ventre

Comecei a fazer a adorei! Eu era aceita, todas eram! Mas eu ainda sentia falta de algo, porque eu gostava de dançar outros tipos de música, de colocar movimentos de dança irlandesa ou flamenco ou do balé. E eu gostava dos aspectos teatrais, pois sempre gostei de dançar criando um personagem e histórias. Foi quando eu vi um vídeo de uma mulher dançando toda misteriosa, com tatuagens... e eu pensei: pronto! É isso que faltava!


O que fez você escolher fazer o curso com Carolena Nericcio?
Minha primeira aula de Tribal Fusion foi com a Paula Braz, uma professora que tenho um carinho muito especial. Também fiz aulas com outras professoras e professores. Um dia, em uma aula teórica com a Paula, aprendi o que veio antes do Tribal Fusion: ATS®. E que a criadora deste estilo estava por aí linda, se apresentando e ensinando.

Eu logo pensei: preciso fazer aulas com a Carolena! Quantas pessoas têm a chance de fazer aula com a criadora do estilo?? 
Eu já estava me preparando para ir aos USA, quando chegou a notícia: a Carolena, a mãe do ATS®, vem para o Brasil. Eu simplesmente não podia perder essa oportunidade!

Você já fazia aulas regulares de ATS? Participa de algum grupo/ trupe que se dedica ao estilo?
O grupo de dança que eu fazia parte se chamava Filhas da Lua. Éramos um trio: Shabbanna Dark, Walkiria Eyre e eu. Minhas irmãs de dança e coração! Nós sempre nos colocamos como um grupo Vaudeville Avant-Garde FusionNunca tinha feito aulas regulares de ATS®. Tudo o que eu aprendi foi com DVDs do FatChanceBellyDance®, DVD da Rebeca Piñeiro e um workshop com a Isabel de Lorenzo, que veio aqui no DF e nos deu um gostinho do ATS®.

Na sua opinião, qual a maior dificuldade dentro do curso? (desafios físicos, mentais, financeiros?)
Para mim, os maiores desafios foram mentais e físicos. Eu tenho depressão e hipotireoidismo. E o ano passado e o início deste ano foram muito difíceis para mim. A minha depressão voltou com força total e o problema da tireoide também. Até cheguei a pensar em desistir da dança. Então, esse curso também me serviu como um desafio: eu precisei voltar a acreditar em mim.

Com esta formação, pretende dar aulas regulares de ATS?
Mas é claro que sim! Eu não consigo aprender algo e ficar só para mim. Eu tenho essa necessidade de sair espalhando, dividindo o que aprendi! Adoro! Claro que com o compromisso: turma de Tribal Fusion e turma de ATS® separadas! 

O que mais você absorveu de toda esta experiência? 

Aprendi a acreditar e a confiar mais em mim de novo. E reforçou algo que eu sempre valorizei muito: o trabalho em equipe e o respeito pelas suas colegas de dança. 

Como é ter aulas com a criadora do Estilo? Sua percepção em relação a Carolena (mãezona? Rígida? etc) é diferente do que você imaginava anteriormente? Conte-nos. :)
Ter aula com a criadora do estilo é algo maravilhoso! Você bebe na nascente! Ela explica o porquê dos passos, você escuta dela mesma como que tudo isso aconteceu. Carolena nos acolheu, respondeu nossas dúvidas e cobrou disciplina. Ou seja, uma mãe!

Antes de fazer o curso, eu escutei de muita gente que ela era rígida, uma pessoa muito difícil. Eu fui pro curso pensando "caramba, ela deve ser parente da minha antiga professora de balé!". 

Já imaginei a Carolena passando no meio de nós, todas em filas perfeitas executando os exercícios... e Carolena com uma vara na mão corrigindo tudo. Mas ela não fez nada disso, claro! Ela não era isso. 

Carolena apenas é de uma cultura diferente. Mas é algo que eu já estou acostumada, porque eu também tive uma criação diferente. Enquanto ela fala, não gosta de ser interrompida. E quando você falava algo, ela também não te interrompia. 

Carolena é pontual e cobrou isso. O que foi ótimo, porque muita gente aprendeu a ter disciplina e Carolena conseguiu cumprir todo o cronograma dela conosco.

Deixe uma mensagem para nossas leitoras.
Aprenda a respeitar os seus limites e o das suas colegas, porque o ATS® não acontece sozinho. É um trabalho em equipe. Tem que aprender a dominar o ego, a confiar em si e em suas companheiras. Criar uma conexão. Assim, todas dançam, todas brilham e todas se divertem. E público também se diverte, pois toda essa energia é passada para a plateia =) 

http://pilaresdotribal.blogspot.com.br/2015/04/carolena-no-brasil-2-dia-carolena-e.html  (nesse link tem fotos minhas com a Maria Badulaques e a Raisa, minhas duas grandes companheiras de curso, de almoço, de desabafos!)

A primeira foto que eu a Raisa Latorraca, logo depois que recebemos nossos certificados! Aqui no DF somos as primeiras. Uma grande honra e responsabilidade. 
A outra foto é com a Grande Mãe Carolena Nericcio. Segurando muito para chorar neste momento!(Carol Freitas)