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14 de setembro de 2015

HISTÓRIAS DE MARIA - O EGYPTIAN

Não desista nunca!!!

Eu e Heli Luiza executando o egyptian - Setembro em Dança CIAEI Indaiatuba/SP
 
Quando enlouqueci com o ATS® o passo que me deixou na fissura foi o Egyptian. Vim com uma técnica equivocada que consistia em puxar um fio imaginário do teto, com pinças (algo assim), então quando me dei conta que aquilo tava coisado (no mal sentido) comecei a busca pelo aprimoramento, neste momento estava passando pelo Brasil a Kristine Adams e a coisa já foi ganhando forma. Daí, surgiu a oportunidade de estudar com a Natalia Espinosa, então a partir deste momento foi uma caminhada incessante pela técnica que tanto queria ter.
 
 
 
Lembro que passávamos aulas inteiras (particulares) repetindo a exaustão, por um mês, se não me engano...o tema era: Egyptian! vamo, vamo, vamoooo!!!!  Foi dedicação total da Nati e minha...ninguém desistiu, era ponto de honra!!!
Kelsey Suedmeyer veio ao Brasil e outra oportunidade, vamos para uma aula particular e qual o tema? Egyptian!!! Dela ouvi algo que me marcou: "danço há 7 anos, esse formato do meu Egyptian comecei a construir no último ano".
 
As aulas e estudos com Kelsey e Nati mantenho regularmente até hoje e acredito que sem prazo para finalizar... o ATS® é um estudo ininterrupto e quando começamos a ensinar, aí devemos estudar ainda mais, pois o compromisso não é só conosco, ele duplica...triplica...
 
 
Ato continuo Mamma Carolena e Megha Gavin desembarcam no Brasil e mais oportunidade de estudar esse passo que virou minha paixão, meu horror, minha alegria e tristeza. É uma relação totalmente bipolar.
 
 
 
Nova bateria de aulas particulares, agora com Aline Oliveira e o que peço a ela (além de dúvidas técnicas de outros temas)..."grava um vídeo pra mim do Egyptian". Assim ela fez!!! :)
Do curso da Kilma saí correndo para aula particular com Lilian Kawatoko, não ...não fui ver Egpytian, mas em breve volto e vou ver o que? Egyptian!!!
 
Eu tenho fissura no Egyptian!!!!
É um desafio, comecei ele com o pé esquerdo, a técnica má construída me fez ter que desconstruí-lo em minha memória muscular e começar do zero, tentando a todo custo me superar... como foi difícil!!! NUNCA ME OCORREU DESISTIR!!! Tudo que no ATS® é mais difícil (no meu corpo) encaro como um desafio...e estudo, estudo....estudo... Quando vejo pessoas o executando com aquele movimento de pinçar algo do teto, me arrepia até a nuca, fico mal... sei como é complexo aprender algo errado e recomeçar, bem... recomeçar pra quem sabe que tá equivocado e quem não descobriu? Nossa, isso me deprime!!! Se tem um passo que me recuso a fusionar é ele, por todo trauma que vivenciei...eu quero usá-lo limpo :)
 
Então, hoje vejo meu Egyptian e penso ELE NÃO É MAIS COISADOOOOOOO!!!!!  kkk
EU TE AMO, EGYPTIAN!!!!!!
 
Se você se sente assim com qualquer passo de ATS® insista, estude, dedique-se...não vá procurar essência na loja ao lado, ela vem com técnica, muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiita dedicação e muita força de vontade... vídeos no you tube, não recomendo, procure uma instrutora, procure várias, pratique... pratique e um dia vem a recompensa.
 
Se eu já cheguei lá com meu Egyptian?
Eu tou chegando....não tenho pressa, tenho foco, força e fé!
É o que digo as minhas alunas!!!
 
Super xeros no pulsante
Maria Badulaques
 
 

 
 







5 de agosto de 2015

PILARES ENTREVISTA - SISTER STUDIO KELSEY SUEDMEYER



Kelsey e um papinho cheio de badulaques!
(with english version)

Aprender a ser pequeno, enquanto procuramos ser grandes, eis o mistério da fé.

A entrevista com Kelsey trás a baila questões muito importantes para nós, tanto para os que estiveram com Carolena e Megha quando aos que estudam através dos multiplicadores (instrutores).

A pessoa faz um workshop e vira professor do tema, essas pessoas chamo de NINJA, a outra estuda, vira instrutor e entende não precisar mais de aulas, esses chamo de BUDA (alcançaram a luz)... - afasta desse corpo, xô xô soberba!!!

Uma das coisas que mais reverencio numa profissional é quando pergunto: e isso?...daí acende aquela luz e a pessoa fala, vou estudar e vemos no próximo encontro. Meu primeiro contato com o ATS(r) foi com a instrutora de Tribal Fusion Elaine Martins, depois procurei estudar o ATS(r) de forma mais profunda e comecei minha jornada com Natalia Espinosa,  com ela houve a sedimentação e base do que é minha técnica hoje. Apesar de ter começado a ensinar o estilo, não pretendo, nem me passa pela cabeça deixar de estudar permanentemente, alias agreguei a Kelsey, com quem estudo mensalmente on line. Acredito que hoje somos mais maduros, na compreensão da filosofia que está por trás do ATS(r), há mais respeito por parte de todos, então saber dosar todo estudo com a humildade na caminhada realmente será nosso desafio.

Com essa breve introdução, vamos a conversa com Kelsey, tradução da Nati e entrevista de minha badulacada pessoa.



Senta com pipoca no colo, tá legal como um bom livro.

Xeros no pulsante!!!!
Maria Badulaques
Work em Minas
1 – Fale de você enquanto dançarina e sobre o ATS® em sua vida. Eu descobri o estúdio FCBD® em São Francisco em 2009. Eu nunca tinha feito aulas de dança antes, a não ser uma única aula de dança do ventre que eu havia tido anos atrás. Era uma aula de Dança do Ventre estilo Oriental, e mesmo tendo gostado da aula, eu nunca mais fui. Por algum motivo, eu não senti que eu me encaixava ali. Mas quando eu fiz minha primeira aula de ATS®, minha vida mudou! Eu senti como se tivesse voltado para casa. Aquele sentimento, de estar em casa, é a razão pela qual eu continuo a dançar e que me inspira a ensinar. Quando eu danço ATS®, eu sei que estou sendo eu mesma, e poder interagir com outras pessoas nessa experiência torna-a ainda melhor! O aspecto de improvisação me ajuda a relaxar minha mente e escutar meu corpo, e o aspect tribal me mantém conectada à comunidade.
Work no Rio
2 – Fale sobre sua experiência no Brasil ensinando ATS®. Eu realmente curti ensinar aqui no Brasil! Estou feliz em ver que o ATS® está ficando mais popular por aqui. O que percebi até agora é que o ATS® ainda é relativamente novo no Brasil, e que a maioria dos dançarinos aqui (exceto por um punhado de professoras the Sister Studio) ainda são iniciantes. Eu me sinto honrada em estar aqui dando workshops neste momento, porque eu sinto que os básicos são extremamente importantes. Quanto mais prática de base um dançarino tiver, melhor. Existe uma fome de ATS® aqui no Brasil, e eu adoro! Todas as pessoas que eu encontrei são tão gratas por qualquer coisinha que eu possa ensinar, e isso me deixa me sentindo muito bem e me faz querer voltar logo!
Festival Campo das Tribos
3 – Depois do TT e da presença de Carolena e Megha, qual  você acha que será o maior desafio para nós? Esta é uma ótima pergunta! Como muitos de vocês foram certificados como professors de ATS®, o grande desafio que enxergo para todos vocês(inclusive os dançarinos que apenas fizeram o General Skills) é continuar com uma mentalidade de iniciante. Nossa derrocada enquanto dançarinos começa no momento em que pensamos que sabemos tudo e nos fechamos para aprender algo novo, ou para aprofundar nossos conhecimentos naquilo que já sabemos. Existem tantas camadas no nosso desenvolvimento enquanto dançarinos, e é nosso trabalho manter a mente aberta para tudo o que pudermos receber.
GS e TT com Carolena e Megha
4 – Que conselho você daria para dançarinos que começaram recentemente e completaram o TT? Meu conselho para os formandos recentes do Teacher Training é continuar com seu próprio estudo do ATS®. Continue a aprender com seu professor e assista aulas como aluno! Se seu professor não estiver por perto ou se você for o único professor na sua região, mantenha-se em contato com a Carolena! Eu acho que ela ama saber de vocês. Faça aulas por Skype com ela ou com outros professores para continuar aprendendo e crescendo.

E ainda, seja você mesmo e respeito os outros professores. Não comprometa que você é para ganhar mais alunos – os alunos certos virão até você se você estiver sendo você mesmo. Respeitar outros professores também será muito benéfico no sentido de que trabalhar juntos como irmãos é muito mais poderoso do que gastar sua energia em ser competitivo!

5 – Que conselho você dá para quem está começando no ATS®? Divirta-se e mantenha a mente aberta! Há muito a aprender e muita diversão pela frente.

6 – Na sua opinião, a utilização de acessórios deve vir apenas após uma fundamentação forte dos básicos? Você está falando de props, como espada e cesto? Minha opinião é que sim, uma fundamentação forte dos básicos é melhor.  

7 – E os dialetos, você acredita que já temos maturidade para começar a criar? Dialetos de Movimentos (Movement Dialects) podem ser divertidos de se explorar. Eu definitivamente acredito que é melhor ter uma compreensão sólida da técnica e estética do ATS® antes de começar a criar, de forma que qualquer coisa que você venha a criar mantenha-se fiel ao ATS®. Além disso, eu gosto de pensar nos Dialetos como uma oportunidade de capturar algo divertido e natural que brotou instantaneamente durante a dança em um grupo de dançarinos que são realmente próximos e se conhecem muito bem, ao contrário de uma oportunidade de criar algo diferente e completamente novo. Eu acredito que este conceito de criatividade através da conexão imediata e no momento é o que dá ao ATS® um sentimento diferente daquele do Tribal Fusion.

Eu vou ser honesta. Não sou muito fã de Dialetos. Eu prefiro me aprofundar no repertório de passos e formações que foram criados pela Carolena, e explorar todas as possibilidades nuances esperando pra serem descobertas nele, e apenas and sprinkle o uso de um Dialecto muito raramente. Eu acho que se você gasta muito tempo e energia focando nos Dialetos, você está exercitando seu cérebro de Fusion muito mais que seu cérebro de ATS®. Lembra do que a Carolena disse no General Skills? Se você gosta de brincar dentro das regras do ATS®, você é um dançarino de ATS®. Se você está sempre pensando em formas novas de fazer as coisas ou em criar passos e combos novos, então você provavelmente está mais para um dançarino de Tribal Fusion. Nenhum é melhor ou pior que o outro, mas são coisas diferentes!https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif

8 – Quais são suas metas enquanto dançarina e professor de where your goal as a dancer and teacher of ATS®? Haha, eu acho que minhas metas são muito simples. Continuar dançando, continuar aprendendo e continuar ensinando! Por quanto tempo eu conseguir. E também me manter fiel a mim mesma, me conhecer e me compartilhar com outras pessoas.
Work em Floripa
9 – Você ainda estuda ATS®? Sempre! Minha prática é estudar ATS® toda semana, seja fazendo uma aula presencial ou me mantendo conectada aos ensinamentos de Carolena e ao estúdio FCBD® através de aulas online. Enquanto estive no Rio de Janeiro, eu fui às aulas da Aline Oliveira (Muhana) sempre que pude, e planejo ir às aulas de outras Sister Studios enquanto continuar viajando. Não importa qual nível--Nível 1 ou mais alto—eu estarei lá! Só porque eu estou viajando para outras cidades para ensinar, não significa que eu tenha parado de aprender! Todos nós somos professores uns dos outros e podemos aprender algo um com o outro. Estar mais exposta a diferentes estilos de ensinar me ajuda a crescer e melhorar como professora, também.
Work no Rio
10 - Que experiência você vai levar de volta pra casa? Gratidão. Eu sou tão grata ao Brasil e às pessoas daqui, por me receberem e me deixarem conhecer e participar de suas vidas. Minhas primeiras experiências como professora aconteceram aqui no Brasil, e isso eu nunca vou esquecer! Vocês confiaram em mim para ensinar o que eu sei, e me permitiram ver que eu posso. Eu posso ensinar ATS®! Ver vocês melhorando enquanto dançarinos e compreender o que eu estou ensinando (mesmo com a barreira do idioma) preenche meu coração de alegria. É a realização de um sonho para mim, e eu sempre me lembrarei disso.  

11 – E quando você quer voltar pro Brasil? Meu desejo é vir ao Brasil todo ano se eu puder! Então, para o futuro próximo, eu espero visitar o Brasil novamente em 2016 ou 2017.

Obrigada por me entrevistar!



1 - Talk about you as a dancer, and ATS in your life. I discovered the FCBD® studio in San Francisco back in 2009. I had no other dance training prior to that, and had only taken 1 belly dance class many years before. It was an Oriental Belly Dance class, and while I enjoyed the class, I never went back. For some reason, I didn't feel like I fit in there. But when I took my first ATS® class, my life changed! I felt like I had come home. That feeling, of being at home, is why I continue to dance and why I am inspired to teach. When I dance ATS®, I know that I am being myself, and getting to play with others in that experience makes it even better! The improv aspect allows me to relax my mind and listen to my body, and the tribal aspect keeps me connected to community.


2 - Talk about your experience in Brazil - teaching ATS. I have really enjoyed teaching here in Brazil! I'm happy to see that ATS® is becoming more popular here. What I've learned so far is that ATS® is still fairly new here, and that most dancers here (except for a handful of the Sister Studio teachers) are still beginners. I feel honored to be here teaching workshops at this time because I feel that the basics are extremely important. The more practice that a dancer has with the fundamentals, the better. There is a large appetite for ATS® here in Brazil, and I like that! Everyone I've encountered is so grateful for anything that I can teach, which feels really good and makes me want to come back soon!

3 - After the TT and the presence of Carolena and Megha what you think will be the big challenge for us? This is a great question! As a large group of you have now been certified to teach ATS®, the big challenge I see for you all (including the dancers who only took General Skills) is to stay in the Beginners Mindset. Our downfall as dancers begins when we think we know everything and close ourselves off to learning something new, or gaining a deeper understanding of something we already know. There are so many layers to our development as dancers, and it's up to us to keep ourselves open to all that we can receive.

4 - What advice would you give to recent dancers who got the TT? My advice to recent graduates of Teacher Training is to continue your own studying of ATS®. Continue learning from your teacher and attend classes as a student! If your teacher is not around, or you are the only teacher in your area, stay connected to Carolena! I think that she loves to hear from you. Take Skype lessons with her or other teachers to continue learning and growing.

Also, be yourself and respect other teachers. Don't compromise who you are in order to get more students--the right ones will come to you if you are being yourself. Respecting other teachers will also go a long way, as working together in Sisterhood is far more powerful than spending your energy on being competitive!

5 - For anyone who is starting in ATS which advice you give? Have fun and be open! There is much to learn and much fun to be had.

6 - For you use accessories must come after a strong foundation of basics? Are you talking about props, like sword and basket? My opinion is that yes, a strong foundation of the basics is best. 

7 - What about the dialects, you feel that we have the maturity to start creating? Movement Dialects can be fun to explore. I definitely believe that a strong understanding of ATS® technique and aesthetic are best to have before you start creating, so that whatever you create remains true to ATS®. Furthermore, I like to think of Movement Dialects as an opportunity to capture something fun and natural that popped up spontaneously while dancing with a group of dancers who are really close and know each other well, rather than an opportunity to create something different and totally new. I believe that this concept of creativity through immediate and in-the-moment connection is what gives ATS® a different feeling than Tribal Fusion.

I will be honest. I'm not a huge fan of Dialects. I prefer to go deeper into the repertoire of steps and formations that were created by Carolena, and explore all of the possibilities and nuances that are available to discover there, and sprinkle in the use of a Dialect very rarely. I think that if you spend a lot of time and energy focusing on Dialects, you're exercising your Fusion brain more than your ATS® brain. Remember what Carolena said in General Skills? If you're happy to play within the rules of ATS®, you're an ATS® dancer. If you are constantly thinking of new ways to do things or new steps or combos to create, then you're probably more of a Tribal Fusion dancer. Neither is better than the other, but they are different!

8 - Where your goal as a dancer and teacher of ATS? Haha, I think that my goals are very simple. To keep dancing, to keep learning, and to keep teaching! For as long as I can. Also, to stay true to myself, know myself, and share myself with others.

9 - Do you still studying the ATS? Always! My practice is to study ATS every week, whether I am taking a live class, or staying connected to Carolena's teachings and the FCBD® studio via online classes. While I've been here in Rio de Janeiro, I've been attending Aline Oliveira's classes when I can, and I plan to attend classes with other Sister Studio's as I continue to travel. It doesn't matter what level--Level 1 or higher--I'll be there! Just because I am traveling to other cities to teach, doesn't mean I'm finished learning! We all are each other's teachers and can learn something from one another. Additionally, more exposure to different teaching styles helps me to grow and improve as a teacher.

10 - What experience will take you back home? Gratitude. I have so much gratitude for Brazil and the people here, for welcoming me and letting me experience your lives. My first teaching experiences happened here in Brazil, and I will never forget that! You trusted me to teach you what I know, and that allowed me to see that I can do it. I can teach ATS®! To see you improve as dancers, and understand what I am teaching (even with the language barrier) fills my heart with joy. It is a dream come true for me, and I will always remember this. 

11 - When do you want to return to Brazil? My wish is to come to Brazil every year if I can! So, for the near future, I hope to be back in Brazil for my next visit in 2016 or 2017.


Thank you for interviewing me!

9 de julho de 2015

AS SEMENTES E SEUS FRUTOS - Maria Badulaques

Pensei numa pauta onde várias experiências fossem trocadas sobre ATS® e nos locais onde antes não havia instrutores, Sampa não ficou de fora da conversa, apesar do estilo ser bem difundido aqui.
Vendo o entusiasmo das meninas, os papos que tivemos nas madrugadas, como todas foram amáveis em dividir suas vivências, não estava na programação, mas resolvi me incluir na pauta.
kkk, ATS contagia!!!  
                               
Maria Badulaques  

Quando me preparava para o General Skills, pensei... calma!!! É real, você vai estudar com Carolena (2015). Após aquele sonho... um passo por vez, tinha feito meu primeiro curso internacional com Kristine Adams (2014) e naquele momento só me ocorria estudar mais o ATS®, estou inscrita no Homecoming (2016), onde farei um dueto com Natalia Espinosa, então meus planos pareciam ótimos. "Tia" Carol partiu e continuei no compromisso de estudos, um dia uma amiga que na verdade é uma irmã  pediu para lhe dar aulas de ATS®. Fiquei meio "assim", será?! Peguei meu caderno de estudos, snujs nos dedos, preparei um plano de aula e me joguei. Neste interregno conheci a Kelsey Suedmeyer, recém chegada da Califórnia, aprendi a usar espada no ATS®, u-hu "peixeira"!!! E ofereci a minha aluna Heli a oportunidade de aulas com ela. Era a prova de fogo, pra mim como professora!!!

O tema da aula foi body wave, egyptian, shimmy, arabic e pivot bump, para minha satisfação ela conseguiu inclusive nos liderar, manter a formação...  senti um misto de alegria+ orgulho+ contentamento+ realização, foi alucinante. Começar a ensinar com uma de suas melhores amigas é uma honra, jamais vou esquecer o quanto o pedido de Heli me ajudou a perceber que SIM, EU POSSO! Muita humildade sempre, estudos e mais estudos, afinal é o ápice da responsabilidade! Honra-me, sou muito grata por essa porta que se abriu.

Agora nossa meta é rumo a primeira apresentação, já agendada! 

Que venha setembro, acho que a emoção vai dominar. Vamos formar um dueto de ATS - Trupe Gira Ballo e para coroar estou abrindo o meu estúdio em sociedade com minha mãe Sandra, focalizadora de Dança Circular... o futuro parece promissor!!! Indaiatuba-SP terá ATS na grade!!!!!
Tamyris, Karina e eu
Heli, Kelsey e eu
Esse grupinho adorável esteve com Carolena, algumas já conhecia, outras firmei amizade durante o curso... vamos conhecer o cenário do ATS em Recife-PE, Brasília-DF, Salvador-BA, Santa Maria-RS, e o que tá rolando em São Paulo-SP.

3 de junho de 2015

HISTÓRIAS DE MARIA - Mais Kelsey e seu ATS em Campinas.


 Kelsey is back!
(matéria de Maria Badulaques)

Estudar ATS é sempre um prazer, um deleite e motivo de alegria. Cada vez mais fica evidente que estudar, revisitar o básico, plantar a sementinha de algo novo (espada) devem conviver em harmonia.

A jornada me parece infinita, quando amamos algo sempre buscamos aprimoramento, isto é natural. E fique claro o caminho é sempre muiiiiiiiiiiiiiiito estudo e depois pensar em replicar o conhecimento, não dá pra por o carro na frente dos bois, sacou?

Nestes 3 encontros que tive com Kelsey, um antes do GS e os dois últimos depois, percebi uma maturidade em minha consciência corporal, ou seja, SIIIIIM ela existe e não sofre de Alzheimer. kkkk Valeu, Nati pela oportunidade e porta que você abriu, para esse encontro.

Work de Transições
Acredito que quanto mais fazemos algo, a tendência é isso se tornar ogânico, automático e esteticamente bonito, mas o fundamental neste processo é SER FELIZ DURANTE A CAMINHADA.

A didática de Kelsey é excelente, clara, consistente, sempre bom olhar o ATS por diversos ângulos, visto que cada instrutor tem sua forma de repassar conhecimento, ainda que seguindo o padrão de qualidade de BIG C. 









Eu - com meus enfeites de rosto -  Desenho de Natalia

No nosso primeiro encontro fomos estudar Técnica, no segundo Transições e formas diferentes de se movimentar de um passo para o outro, incorporando mais fluidez e menos hesitação. Afinal, como diz Kelsey... do it!!!! BUMP. 

Ainda que sua técnica necessite de aprimoramento, e isso sempre ocorrerá (aprimoramento) entender as TRANSIÇÕES É FUNDAMENTAL PARA ADQUIRIR LIBERDADE NA DANÇA E CURTIR, SE DIVERTIR.... Só assim os dizeres da Filosofia Duncan farão sentido: "aprender a técnica, para que ela não atrapalhe sua dança". That´s it!!!

E eis que o dia da ESPADA chegou
Work de Espada, vulgo Peixeira.

Genteeeeeeeeeeeeeeee, eu amo o elemento PEIXEIRA!!!!!!

Que lindo o vocabulário da espada para o ATS, babei, pirei, surtei e derrubei duas vezes espada e snuj kkkkkk, mas faz parte, ninguém saiu lesionado durante o work, então sigamos.

O ATS não para de me surpreender!! Há formas incríveis de expressa-lo e impactar, a si mesmo e aos que lhe assistem, certamente a espada entrará em meus estudos constantes, agora que a semente foi plantada.

Na minha terra dizemos que algo assim é como assobiar e chupar cana ao mesmo tempo, e não é? Você tem que parecer leve, linda, feliz...tocar snuj, equilibrar a Peixeira e ainda fazer os passos de ATS, pq afinal de contas tem que dançar.

U-huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, 
ELEMENTO PEIXEIRA tamo junto!!!!

Kelsey dará o work de Transições e Espadas domingo em São Paulo, informe-se.
Super recomendo.

Xeros no Pulsante!