19 de julho de 2015

MAPEANDO O ATS NO BRASIL - São Paulo

Neste post saberemos um pouco mais sobre a Trupe Mulheres de Punjab, Heli Luiza (da Trupe Gira Ballo) e Indiara Cafarchio (do Espaço Romany). 

Nossa coluna super especial trará em cada post a história de trupes e bailarinas. Aqui você terá um espaço permanente para publicar sua experiência no ATS(r) e quem não conhece o estilo poderá se familiarizar com todos que compõem esse cenário. Posso adiantar que o material está incrível, muito emocionante saber mais sobre nossa enorme Tribo de ATS(r).

Vamos as estrelas do dia:


Trupe Mulheres de Punjab
Um dia, um indiano perguntou: qual o objetivo de seu grupo?

Respondi: “As mulheres indianas têm suas vidas marcadas pela submissão e crueldade masculina.  São estupradas, humilhadas e constantemente submetidas a todo o tipo de violência em uma sociedade que não privilegia seus direitos como cidadãs. Em sinal de protesto, foi criado um grupo em uma região do estado de Punjab (Índia) de mulheres de faixas etárias diferentes mas com um objetivo em comum: sair às ruas com suas vestes coloridas utilizando cajados ou bastões, pedindo paz e justiça com sua dança. O nome do meu grupo é uma homenagem à essas mulheres. “Mulheres de Punjab – Índia”, diferentemente dos outros grupos de ATS e Tribal Fusion, também procura utilizar as mesmas vestimentas típicas; os cholis e as saias são coloridos assim como nossas bijuterias.

Em nossas performances, apresentamos o ATS puro mas trabalhamos especialmente com fusões, com o propósito de mostrar ao público idéias por vezes inovadoras e diferenciadas.” (Beth Fallahi)

Heli Luiza (membro da Trupe Gira Ballo)
"A dança sempre foi vista por mim como lazer, como um momento meu, e nunca me preocupei com técnica, na verdade não achava necessária. Quando conheci o ATS(r) e resolvi me aventurar nesse mundo, meio que "empurrada" por uma pessoa muito especial que hoje é minha professora, senti muita dificuldade, a danada da técnica não entrava, o corpo acostumado com o bellydance não aceitava a postura "majestosa" e forte do ATS. Mas com treino, e com as aulas, tendo alguém ali me corrigindo o tempo todo e me incentivando, hoje posso dizer que meu ATS(r), graças a minha amada e insistente professora, está se tornando cada dia mais orgânico, os passos fluem com mais facilidade. E descobri que posso sim dançar com técnica, e ainda assim me emocionar ao olhar minha amiga, parceira de dança nos olhos.

Dançar ao som vibrante dos snujs, deixando a energia fluir, transmitir a quem assiste o que sinto em minha alma... assim é que me sinto, assim é como me vejo, eu, minha parceira, nossos snujs, nossa oração, nosso ATS(r)." (Heli)


Indiara Cafarchio (Espaço Romany)

"É professora de dança cigana, atuando na área há 8 anos. Já fez aulas de dança do ventre, mas encontrou no ATS(r) a primeira vista um sentimento de nostalgia, como se aquela dança lhe fosse uma velha conhecida. O amor pela dança foi crescendo conforme as dificuldades foram vencidas e conheceu uma nova dançarina!

Pela dança cigana quase sempre suas apresentações foram solo, e o sentido de dançar em grupo e a união que o ATS(r) lhe mostrou, trouxe uma visão diferente de cada ser dentro do mundo da dança." (Indiara)








ATS(r) nas veias do pulsante!!!
Super xeros,
Maria Badulaques.

Postar um comentário