21 de março de 2015

24 - O MOTIVO DE DANÇAR ATS

24 por Maria Badulaques - SEMANA 42

Estamos falando de Carolena, certo? do ATS, ok? E qual seu motivo para buscar essa dança?

Respostas mil surgirão a sua esquerda, outras mil a sua outra esquerda, tem quem chame de direita... mas  uma imagem pode responder rapidamente...

EU FAÇO ATS POR ISSO... (a expressão da dançarina a esquerda da foto)...

Estar com quem amamos, fazendo aquilo que nos faz sentir vivos... um convite para dançar com o fi-o-fóóóóóó.

Não precisa ser ATS, mas busque em sua vida algo que lhe cause essa sensação.
*imagem do Dayanisma.

20 de março de 2015

25 - REFLEXAO

25 por Maria Badulaques - SEMANA 42

Bem, estou aqui me conectando com meu umbigo... pensando, refletindo, meditando o porque das coisas, resolvi abrir a página do HomeComing e me deparo com um texto delicioso de ser sentido, sim sentido... tem coisas que não lemos... precisamos sentir... degustar, deixar crescer no útero e tomar corpo. 

Durante o flamenco e a estruturação do baile, escuto as colegas perguntarem sobre feições, expressões... bem isso deve brotar do seu íntimo. 

Assim é o ATS, não somente a dança, técnica de precisão cirúrgica, me refiro a essência da tribo, o sentido de se querer dançar num coletivo.... é a CONEXÃO!!!

Deixo vocês, nesta sexta com o texto de Terri Alred... talvez faça sentido pra você: http://thirdeyetribal.blogspot.com.br/2015/03/finding-joy-in-chaos.html?spref=fb

19 de março de 2015

26 - DICAS PARA O CURSO

26 por Maria Badulaques - SEMANA 42

Bem, estamos a pouco mais de 28 dias da chegada de Carolena e Megha, quem se matriculou para os cursos está como eu, eufórica!!! 

Só que não se vive só de oba-oba e há ainda o Teacher Training, pois bem.

Estava lendo a cartinha que Miss Bohlman nos enviou e já começa dizendo; vai estudar... vai rever os DVD´s do FCDB, in suma, VÁ ESTUDAR!!! 

Imaginar que vai aprender tudo durante é temerário... creio que será mais um aperfeiçoamento das técnicas que já devemos conhecer.

Então se você tá inscrita e esperando a hora chegar aproveita esses 28 dias e come ATS com farofa ou tapioca, cai bem com os dois.

Tem o povo gênio, tem os autodidatas.... como não me encaixo em nenhuma dessas categorias prefiro estudar no caminho. É essa nossa dica, não tem fórmula mágica, assim como emagrecer requer determinação...aprender qualquer modalidade de dança requer estudo.

Segura na mão da DEUSA e vai.
Super xeros no pulsante.

17 de março de 2015

28 - REFLEXÃO

28 por Maria Badulaques - SEMANA 41

Pensando com meus botões tribais... nas palavras de Carolena.

Na entrevista que postamos essa semana vimos tia Lena mencionar que após 7 anos de estudo com Masha e depois da professora "pendurar as chuteiras" foi meio que no rolar da coisa que se viu dando aulas de tribal. Pausa, pensando: aqui o pessoal faz duas aulas e sai dando aula kkk, tem quem nem faça aula nenhuma, a genialidade é linda, mas como não a tenho preciso estudar mesmo, repetir-repetir-repetiiiiiir. 

Tudo na vida demanda esforço, determinação e muita muita força de vontade. 

Faço flamenco há uns 3 anos, e só agora me senti preparada pra encarar uma bata de cola, pq as coisas são um processo, onde seu corpo vai assimilando e vc vai observando naturalmente a evolução. Isso de dança fast-food que tá virando febre (uma aula, pronto... tou pronta, tou linda e perfeita) não transmite a dançarina a maturidade necessária para se entender dentro do universo. 

A dança tem que ser degustada!!! 

É como um flerte com aquele caritcha lindo dos seus sonhos, vc começa com uma piscada de olho, migra pra um sorriso com os dentes em polvorosa e com o tempo o cara tá tirando aquele cravo no meio das suas costas (pensou que eu ia dizer outra coisa, né?)... mas quero chegar na intimidade, no envolvimento... e é assim o processo com a dança, ao menos na minha opinião.

(post atrasado do dominho, soooorrry)

15 de março de 2015

31 - CONFIRMANDO E REAFIRMANDO NOSSAS CONVICÇÕES


31 por Maria Badulaques - SEMANA 41

"Esse momento (a viagem, a certificação, não só o Harlem Shake) foi muito especial pra mim, claro.

Foi o começo de uma jornada. 

Entendi que ser uma Sister Studio é nunca parar de estudar e ter uma responsabilidade imensa nas mãos, mas que vale a pena cada minuto e centavo investidos. 

O ATS(r) mudou minha forma de ver a dança, e estar certificada para ensinar no formato FCBD é uma das maiores dádivas da minha vida.

Estudei muito para obter esse título e me comprometi a continuar estudando cada vez mais. Amo estudar e compartilhar essa arte." (Natália Espinosa)

É com esta mensagem quem desejo um feliz final de semana a todos, de muiiito estudo!!!

Nada, ao menos aos coisas que damos valor, vem de graça... tudo é fruto de esforço pessoal, abdicação, determinação... como digo sempre força-foco-fé.

Carolena tá chegando com muito ATS na bagagem... a contrapartida é nossa dedicação em estudar a técnica.

Xeros cheiooos de Badulaques.

13 de março de 2015

32 - CAROLENA NERICCIO

32 por Carine Würch - SEMANA 41

Continuando naquela entrevista de 2012, perguntada como funcionava a questão da improvisação na grupo de Masha Archer, Carolena afirma que era apenas improviso mesmo. Não havia nenhuma senha definida (como há no ATS hoje), e por definição de Masha, a dançarina mais antiga deveria liderar o grupo e ditar quais passos deveriam ser feitos.

Carolena comenta que como era a mais baixa de todo grupo, apesar de não ser a mais antiga, ela sempre ficava na frente, então não tinha muita ideia do que ocorria na parte de trás e de como exatamente o improviso era feito, pois a lider do grupo estava atrás dela (rs).

Desta maneira, quando idealizou suas aulas, sempre quis manter o improviso e não a coreografia pré-estabelecida, mas ela queria definir senhas para que todas entendessem e estabelecer que a pessoa da frente ficasse na liderança.

Perguntada, afirma que há homens que dançam ATS, mas não no estúdio do FatChance BellyDance.

Ela também respondeu uma pergunta sobre os turbantes, e disse que no início, quando ela imaginou a dança era muito limpa, e sem grandes malabarismos (palavras minhas), e com o tempo as pessoas foram dando sugestões e e foi ficando mais difícil de ser executada com um grande e alto turbante, por causa dos laybacks e todos os passos e giros muito mais rápidos que antes. É bem mais fácil dançar esta nova linguagem com menos peso e volume na cabeça. 

Carolena também comenta da questão de volume de acessórios que são necessários na viagens e apresentações, e manter um figurino mais simples facilita bastante, mas que ela adora o visual carregado. 

- E qual a reação das pessoas do Oriente Médio quando eles vêem esta dança? Na maioria das vezes, a reação é muito favorável, pois carregamos este visual folclórico, e as pessoas dizem que lembra muito as roupas, acessórios usados nas suas aldeias, parece um "old world folkloric look" e gera uma certa nostalgia.

Minha experiência é que as pessoas do Oriente Médio ficam felizes de nos ver apreciando a dança. os que não são envolvidos com dança dizem: "Puxa, nossa música está tocando, pessoas estão dançando, nossa cultura está sendo apoiada, e fico feliz com isto!". Já as bellydancers não curtem muito. Provavelmente agora já é mais aceitável, que o Tribal cresceu muito, inclusive se você pensa em fazer dinheiro, você vai incluir o Tribal no que você está fazendo, mas no começo, as bellydancers tradicionais não gostavam nem um pouco, e nem aceitavam esta dança como bellydance, em comparação aos muitos estilos que existem. Mas no geral, as pessoas do oriente Médio costumam gostar muito das apresentações e acredito que as dançarinas estão aos poucos se acostumando com isto também.

12 de março de 2015

33 - CAROLENA NERICCIO

33 por Carine Würch - SEMANA 41

Carolena dançou com Masha Archer por 07 anos, e sua primeira intenção dentro da dança não era para se apresentar, ela apenas queria ter aulas de dança. Queria poder ir e vir livremente dentro da sua vontade.

Em um determinado momento, durante a semana de aulas Masha disse: neste final de semana teremos apresentação. E Carolena responde: "Não, obrigada". Logo viu que Masha não estava perguntando, ela estava dizendo que elas teriam apresentação no final de semana.

E assim começou sua carreira artística. Ela explica que em São Francisco a socialização durante as apresentações eram grandes, e desta maneira ela conseguiu ir aos poucos perdendo a timidez. 

Depois destes 07 anos, o grupo se dissolveu, por Masha ser uma artista em sua essência, que naquele momento estava trazendo sua arte como bailarina, mas se mostra de muitas outras formas.

Carolena, por sua vez, não conhecia nenhum outro tipo de Dança do Ventre, nunca tinha tido contato com nada além do que Masha ensinava, e ela gostava tanto daquele método que também não estava muito interessada em estudar outros estilos depois que o grupo se dissolveu.

Por um tempo ficaram sem rumo, até que uma colega de grupo sugeriu que se encontrassem para ensaiar juntas, e depois uma outra também se juntou ao grupo. Pouco tempo depois alguém sugeriu que ela começasse a dar aulas.

Com um amigo, fez alguns flyers, e distribuiu aleatoriamente.

Primeiro vieram algumas, depois de alguns dias vieram mais e mais pessoas. Carolena acredita que tantas pessoas se interessar por suas aulas por elas estar fora do senso comum, do mainstream. O público que se interessou por suas aulas e por seu estilo foi um público que também fugia do que todo mundo estava fazendo na época.

Com o tempo, ela novamente estava interessada em somente dar aulas, mas seu grupo começou a ser convidado a se apresentar em lugares não convencionais, como convenções de tatuagens, etc. Com isto o grupo precisava de um nome.

Conversando com um amigo que é palhaço, sobre como era ingênua quando começou a dançar ainda adolescente, pois as pessoas perguntavam o que ela fazia, e ela dizia: dança do ventre! E logo todo mundo já fica com aquele jeito, e aqueles olhares, e ela disse, "pouca chance" (fat chance) de alguém conseguir algo comigo. E ele disse: FatChance BellyDance. E assim surgiu o nome do grupo. Pois é divertido e sempre atual.

Carolena sempre foi fascinada por tecidos folclóricos, bijuterias de todas as partes do mundo, e tem uma grande coleção deles. Ela tem muito prazer em costurar e tenta se dedicar pelo menos um pouquinho todos os dias em casa, ou no espaço que tem na escola.

Perguntada se de alguma forma ela tivesse que escolher outro estilo de dança, qual ela escolheria? 

Carolena afirma que escolheria Flamenco ou dança Clássica Indiana pois as duas tem umas tradição que você pode conhecer e seguir.