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30 de dezembro de 2014

RETROSPECTIVA 2014 - parte 2

107 por Carine Würch - Semana 31 - Parte 2

SETEMBRO - neste mês em diante, nos dedicamos a estudar as alunas alunos de Jamila, que fizeram parte do Bal Anat, ou apenas tiveram algum tempo de aulas com ela. Aqui estão nossos personagens de Setembro - Katarina Burda, John Compton, Suhaila Salimpour, Diane Webber (que não foi aluna de Jamila, mas foi contemporânea na Renaissance Faire), Nakish e Rebaba.
14ª Semana | 15ª Semana | 16ª Semana | 17ª Semana | 18ª Semana |

OUTUBRO - estudamos mais sobre Yasmela, Aziza!, Anne Lippe e Asmahan.
19ª Semana | 20ª Semana | 21ª Semana | 22ª Semana |


RETROSPECTIVA 2014:

JUNHO - falamos praticamente de Jamila & Bal Ana, um pouco do início de tudo. 

JULHO - também nos dedicamos a falar de Jamila & Bal Anat, construindo a base da nossa História dentro da Dança Tribal. Muitas reflexões e descobertas. 

AGOSTO - observamos que muitas alunas de Jamila também criaram seus próprios métodos de ensino, tendo reconhecimento dentro e fora dos EUA. E optamos por contar e relatar fatos destas pessoas que tiveram Jamila como base, e o quanto isto influenciou em suas carreiras e também nas suas trupes e alunas. Aida al Adawi, Mish Mish & Rhea. 

SETEMBRO - neste mês em diante, nos dedicamos a estudar as alunas alunos de Jamila, que fizeram parte do Bal Anat, ou apenas tiveram algum tempo de aulas com ela. Aqui estão nossos personagens de Stemebro - Katarina Burda, John Compton, Suhaila Salimpour, Diane Webber (que não foi aluna de Jamila, mas foi contemporânea na Renaissance Faire), Nakish e Rebaba.
14ª Semana | 15ª Semana | 16ª Semana | 17ª Semana | 18ª Semana |

OUTUBRO - estudamos mais sobre Yasmela, Aziza!, Anne Lippe e Asmahan.
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23 de setembro de 2014

205 - DIANE WEBBER

205 por Carine Würch - SEMANA 17

Paralelo ao trabalho do Bal Anat, no Renaissance Pleasure Faire, temos o trabalho de Diane Webber, que teve uma carreira de atriz, modelo e bailarina, foi inclusive Playmate da Playboy em 1955 e 1956. 

A partir de 1969 até 1980 dedicou-se exclusivamente à carreira de bailarina (isto incluindo filmes em Hollywood), e formando seu próprio grupo o Perfumes of Araby, sendo uma das primeiras companhias de dança do ventre americanas.

Vivendo em uma década única, de expansão cultural, de arte, de vivências, experiências, esta oportunidade de crescimento e visibilidade de todo este movimento do Oriente Médio - música, língua, cultura, dança - abriu portas e oportunidades de trabalho.

 

 
Diane Webber foi professora de grandes nomes do cenário da Dança do Ventre nos Estados Unidos, como Jillina e Shareen El Safy, trabalhou com Jamila no Badgad em São Francisco, inclusive recomendando o trabalho de Jamila para suas alunas.

Ela mesma criava seus figurinos e incentivava suas alunas a fazerem o mesmo. baseava suas pesquisas em Ruth Denis, e nas pinturas orientalistas (um pouco de Jamila aqui também? Ou quem sabe de todas nós?). Se envolvia na escolha dos tecidos, e na estruturação dos figurinos. Eu acho isto o máximo. Acho que isto identifica muito o bailarino. Dá o toque pessoal a cada peça.




"Das longínquas performances dos anos 70 até as apresentações de grupo ou como artista solo, Diane Webber continuamente oferece a sua filosofia de se conectar a um entendimento espiritual: estando presente no momento e não pensando no futuro, vivendo a vida ao máximo nesse momento, em nosso próprio caminho; aspirando por uma conexão espiritual visceral, através da partilha de nossa dança. Nós somos os objetos de nossa própria fantasia." ( Stasha Vlasuk)



FONTES:
http://www.gildedserpent.com/cms/2011/07/05/stasha-perfumes-araby-diane-webber/#axzz3E9OZkW1k
http://scottpearce.com/2009/04/22/rip-diane-webber/
http://en.wikipedia.org/wiki/Diane_Webber
http://www.anaheed.com/perfumes.html
http://www.gildedserpent.com/cms/2011/08/08/stasha-perfumes-araby-diane-webber-2/#axzz3E9OZkW1k
http://www.gildedserpent.com/cms/2011/09/15/stasha-diane-webber-fantasy-part-3/

DIANE WEBER - EXTRA

22 de setembro de 2014

206 - DIANE WEBBER

206 por Maria Carvalho - SEMANA 17

A incômoda sensualidade de Diane Webber.
Falaremos desta linda integrante do Perfumes of Araby e aproveitando sua sensualidade vamos tocar neste ponto indigesto.

Podem observar que Diane tinha formas voluptuosas, a típica mulher que encheria uma cama e certamente valeria milhares de camelos. Que horror, piadinha xexelenta, sigamos com mais classe (blêh!!!!)



Então, ela a classe... versus a sensualidade. Hoje, alias ontem, conversava com uma amiga bailarina (elegante em cena pra chuchu) e sua visão do bellydance. Há um evidente incomodo para as mulheres, na plateia, ver a sensualidade, corpos muito expostos, movimentos muito sinuosos e tudo isto, muitas vezes em meio a um jantar, como é típico das apresentações dos famosos jantares árabes, passa o humus... passa o shimiiiie. Outra amiga, em visita a São Francisco fez o mesmo relato sobre as bailarinas de um famoso grupo tribal da região, porém da parte específica das bailarinas do ventre.  Ou seja, ninguém (opa, do gênero feminino) gosta de ver uma linda e exuberante jovem movimentando-se fluidamente, quando ao lado está o marido, namorado, caso, rolo, amancebado, principalmente se rolar muita sensualidade no ar. Há um liame tênue entre ser sensual e cair no vulgar, dosar para não escorregar no quiabo. E o mais importante, é isto que queremos deixar de mensagem com nossa dança?


Assim era também nas apresentações de Miss Webber na Renaissance Faire, havia muitas mulheres e crianças entre os expectadores, nem sempre agradava. Creio que o Dress Code da Tribal veio para jogar uma pá de cal em todo esse composto vulcânico, afinal é mais dança e menos bailarina.

Vamo que vamo com classe e fluidez!
Semana só começando.
Xeros

Fotos

21 de julho de 2014

269 - JAMILA

269 por Carine Würch - SEMANA 08

Texto de Shareen el Safy - Moldando um legado por Shareen El Safy - http://thebestofhabibi.com/vol-13-no-4-fall-1994/jamila-salimpour/


"Foi uma busca visionária que me levou para o centro de São Francisco, há quase três décadas, para conhecer Jamila Salimpour. Eu tinha viajado até a Costa, da nossa casa em Big Sur com, Peter Fels (um escultor, cuja imaginação com tubos de água e banheiras de hidromassagem, vendeu para The Who, Jefferson Airplane, Frank Zappa e os Smothers Brothers). Diane Webber, minha primeira professora, já havia trabalhado com Jamila no Bagdad, em São Francisco, e altamente recomendado ela. Meu primeiro encontro com a dança tinha sido no Renaissance Pleasure Faire no sul da Califórnia, seis meses antes, onde eu tinha visto Diane dançar, vibrantemente vestida em seda, no palco com músicos do Oriente Médio. Eu pensei, "Uau, uma dança de verdade feito por uma mulher de verdade: Inteira, elegante, inteligente, sensual, trazida de outro país." (Aliás, Feiruz Aram fez sua estréia na mesma Renaissance Pleasure Faire, com dança improvisada em um gramado.)



A contínua busca pessoal de identidade e autenticidade me levou ao estúdio de Jamila Salimpour na Van Ness em Sao Francisco em uma noite de outono em 1967. Quando entrei na grande sala com painéis de madeira, fiquei surpresa com a intensidade de envolvimento que eu encontrei lá . Um círculo de cerca de setenta e cinco bailarinos, em três anéis concêntricos, no sentido anti-horário., estavam lado a lado, em torno dançarina solo no meio da sala. Era um grupo energético cujos rostos e torsos nus pingavam suor através ondulações e shimmys, zaghareeting, enquanto os nomes dos passos eram chamados. A sala então trocava a formação, e ansiosamente começava uma nova seqüência de combinações, como as janelas escorrendo umidade. Hipnótico e interiorizada, a música inspirava dançarinos vigorosas. Juntando-se ao círculo, meus olhos foram atraídos para o centro do vórtice."


QUEM ESTAVA LÁ??? Jamila Salimpour! Logo mais, tem mais! 
Depoimento de Shareen El Safy