Mostrando postagens com marcador Renaissance Pleasure Faire. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Renaissance Pleasure Faire. Mostrar todas as postagens

29 de junho de 2015

ALUNAS DE JAMILA - NAKISH

Texto escrito por Yasmela para o Gilded Serpent:

Nakish era uma negra alta, de seios grandes, que era dançarina com espada no grupo de Jamila no Renaissance Faire, no ano eu comecei a ter aulas. 

Ela tinha a pele como o chocolate, e usava o cabelo penteado para trás e amarrado em um rabo de cavalo alto ou cone em cima de sua cabeça a la "I Dream of Jeannie".

Seus olhos estavam sombreados com uma sombra turquesa brilhante e esfumados em preto com pontos brancos e vermelhos sob o delineador preto. 

Incrivelmente exótica, ela era uma dançarina exuberante. 
Suas fortes e graciosas mãos, unhas compridas pintadas de vermelho sangue, moviam-se delicadamente no final de seus braços cheios de braceletes. 

Ela parecia uma princesa Núbia, e parecia se mover em todos os lugares ao mesmo tempo. 

Depois de um turbilhão de atividade frenética, ela parava de repente, e olhava fixamente para o público, com um olhar penetrante e um aberto, envolvente, sorriso. 

Sua cabeça ia para o lado, arqueando uma sobrancelha na batida da música, repetindo a mesma ação para o outro lado. Era como ser hipnotizado por uma cobra. 

Uma vez que ela fixa seus os olhos, você estava paralisado. 

Seu estilo dinâmico e alegre era diferente do resto de dançarinos de Jamila

Nakish enchia o palco com energia. 

Esta foi a primeira vez que vi uma dançarina, com um estilo diferente de Jamila, que me atraiu.

Leia o texto completo aqui -  http://www.gildedserpent.com/art41/yasmelajamila.htm

12 de junho de 2015

LULU - HAHBIRU


Lulu (a male dancer with Habi'Ru Troupe)

Lulu, who dances with John Compton and troupe members of Hahbi'Ru, spoke of the major influences of Jamila Salimpour on many dancers who started at the same time he began. He mentioned Jamila's interpretation of the dance and the choreography that she created, which was based, not on actual ethnic reproductions, but Jamila's own versions. The Renaissance Faire was where Lulu first started his dancing under the Jamila Salimpour "ethnic" style.



2 de junho de 2015

AIDA AL ADAWI (em inglês)

Founded by Aida in 1988, the Middle Eastern Dance Ensemble preforms
traditional Arabic dance accompanied by live music in a variety of venues, most
notably, the Michigan Renaissance Festival.

The Middle Eastern Dance Ensemble was inspired by the original Bal Anat,
of which Aida was a member, performing at the Renaissance Pleasure Fair in California during the entire decade of the Seventies.

Jamilia Salimpour's Bal Anat inspired what is now three generations of oriental dancers, and is the recognised origin of "American Tribal Movement" in all its many variations. Aida Al Adawi, who is honored to have had the opportunity to study with Jamila Salimpour, was her teaching assistant for many years in San Francisco.

====

Before there was American Tribal (ATS), there was California Tribal in the 1970s, inspired by the legendary Bal Anat dance company directed by Jamila Salimpour. California Tribal dance is less codified than ATS and closely reflects the connections to North African dance and Orientalist paintings. Laurel Victoria Gray joined the Seattle based Jalaal Dance Company in 1976, initiating her into the popular California Tribal style.


23 de dezembro de 2014

114 - RASHID

114 por Carine Würch - SEMANA 30


O grande interesse do mundo ocidental na Dança Oriental continuou a inspirar a exploração artística de Rashid (Tom Ryan) e sua evolução além das culturas do Oriente Médio. Sua própria vivência multi-cultural deu-lhe grande sensibilidade às mudanças e nuances na música, dança e atitude, que influenciaram esta forma de arte. 


Rashid (Tom Ryan) foi um artista que contribuiu junto a Escola Salimpour por mais de 30 anos. Foi consultor artístico, designer, professor, coreógrafo, bailarino. 




TIMELINE

1999 - 2012 Salimpour School of Dance - Instructor, Choreographer, Performer, Artistic Consultant )
1992 - 1995 Arabian Nights Restaurant Featured Performer 
1983 - 1991 Marrakech Restaurant - Featured Performer 
1983 - 1991 El Morocco Restaurant - Featured Performer
1983 - 1989 Grapeleaf RestaurantFeatured Performer 
1985 - 1989 San Francisco Egyptian Dance Company - Director 
1988 - 1991 Salimpour School of Dance - Instructor 
1984 - 1985 Saratoga School of Music - Instructor 
1983 - 1984 Concord Park and Recreation Services - Instructor 
1983 Amwaj Egyptian Folkloric Dance Company - Director 
1980 - 1983 Salimpour School, San Francisco - Instructor/Performer with Suhaila Salimpour, Jamila Salimpour director 
1980 - 1983 The Rasheeds Dance Company - Director/Choreographer 
1978 - 1980 Featured Dancer, Marrakech Restaurant 
1978 - 1980 Dance instructor, Beg. And Int. Classes, Honolulu,Hawaii 
1975 - 1978 Jamila Salimpour, director, San Francisco 
1976 - 1978 Bal Anat (6-15 members Company member and instructor 
1975 - 1976 Troupe Al Kedar (4-6 members) Company member and choreographer



22 de dezembro de 2014

115 - RASHID

115 por Carine Würch - SEMANA 30

BIOGRAFIAAs influências artísticas de ambos os lados de sua família alimentaram o interesse de Rashid (Tom Ryan) pelas Artes. Ele foi incentivado a tocar piano e violão, desde cedo, mas não experimentou seu primeiro gosto pelo palco até uma apresentação de sapateado com oito anos.

No colegial, direcionou seus interesses para atuação e teatro musical. Esses interesses o levaram até a Renaissance Pleasure Faire, pois desenvolvia junto com a escola um trabalho sobre o período renascentista europeu. Foi neste local que ele primeiro testemunhou performances da trupe de Jamila Salimpour, o Bal Anat.

Rashid começou seus estudos em Dança Oriental em 1974, com Jamila Salimpour.


Sob a tutela de Jamila, ele mergulhou na Dança Árabe com apenas dezesseis anos. 

Possuindo um entendimento desenvolvido e respeito para a dança étnica, Rashid perseguiu a Dança Oriental, como artista, antropólogo e historiador. 

Quando as informações eram escassas, ele arduamente pesquisou por todas as vias disponíveis. Com a orientação de Jamila, estudou com muitos grandes artistas, incluindo Lala Hakim, Nadia Gamal e Mahmoud Reda, para citar apenas alguns.

Seu estilo e desempenho foram inspirados por muitos bailarinos lendários incluindo Aza Shariff, Nagwa Fuad, Sohair Zeki, e Mona Saiid. Como dançarino americano, foi muito influenciado pelas carreiras de Bobby Farrah e Ahmed Jarjour, primeiro bailarino do mundo ocidental.

Rashid rapidamente se tornou um dos bailarinos principais com o Bal Anat, dançando coreografias da companhia, que se tornaram inspirações para trupes de dança tribais em todo o mundo.

Dançou profissionalmente por mais de trinta anos.

Ensinou, fez palestras e apresentações em todo o ocidente. Dirigiu, coreografou e interpretou em várias companhias de dança, incluindo, Bal Anat (1974 - 1980 e 1999 até 2012 - quando faleceu), Os Rasheeds, o San Francisco Egyptian Dance Company (diretor) e Amwaj Fokloric Company (diretor, Samra Zuhur).

Foi descrito como "consumado bailarino... solista de técnica excelente, com conhecimento íntimo das nuances sutis de Dança oriental."

Os seus trabalhos têm sido aclamados pela sua capacidade técnica e pureza do movimento, "uma dança que nos puxa para seu feitiço, como uma droga de ação lenta."

FONTE:
** Tradução livre  - Carine Würch **

30 de outubro de 2014

168 - ASMAHAN

168 por Carine Würch - SEMANA 22

Minha aventura começa! por Asmahan - PARTE 1

Vivenciar a Renaissance Faire foi uma experiência que mudaria minha vida! Depois de terminar os meus estudos universitários, trabalhei como designer, e morei em Marin County, Califórnia, onde tive uma bela loja, "Aquarian Princess". Projetava e fazia roupas de alta costura, jóias e vestidos de noiva. Mesmo lojas na Rodeo Drive, em Beverly Hills estavam mostrando minha roupa em suas vitrines. Minha vida era fantástica. Estava quase noiva de um homem fabuloso, que apoiou a minha carreira artística, e tinha uma casa maravilhosa. Tinha um grande círculo de amigos e uma vida social fantástica. 

Bal Anat Troupe
Em setembro, eu ajudei uma grande amiga com sua estande na Renaissance FaireÀs 9:30 em um sábado de manhã, vi uma performance do Bal Anat

A primeira bailarina que eu vi foi Jamila Salimpour.

Depois Meta equilibrando uma bandeja, Aida dançando com véu, Rebaba dançando com um jarro, e Rhea dançando com uma espada. Galya dançou a última música, tocando snujs, fazendo floorwork e um solo de derbak. 

Todas as dançarinas do coro tocavam instrumentos autênticos. O som dos tambores, santour, mizmar, snujs, e acompanhado por zagareet (ululação), era o som mais exótico que tinha ouvido. Os figurinos de assuit, cintos de moedas e sutiãs, jóias, véus e belos tecidos esvoaçantes me encantou. Esta foi a primeira vez na minha vida tinha visto dança árabe e ouviu música árabe. Foi como uma experiência religiosa. 

Fui até Jamila após o show e disse que era a coisa mais linda que já tinha visto. Ela pegou minha mão e disse: "Você parece com uma egípcia, venha dançar comigo." Vi meu futuro. Usaria todas as minhas habilidades de design para fazer figurinos e me tornar uma dançarina. Foi como fugir para se juntar ao circo! 

Vendi minha loja e me mudei para a cidade para estudar com Jamila. Estava na sala de aula com Masha Archer, quem conhecia da Alameda Flea Market, onde costumava ir todos os domingos para comprar os tecidos para o meu design de roupas. As aulas eram muito difíceis e competitivas. Precisávamos tocar snujs (sagaat) (ou zills como Jamila chamado-os na língua turca). Nosso estilo era o estilo clássico árabe turco, com véus, tocando snujs, fazendo floorwork acrobático e solos de derbak. Assistia três aulas por semana e praticava em casa todos os dias. Um dia, disse a Jamila que queria ser uma dançarina profissional, ela disse: "Então você deve ter um nome!" 

Em um instante, ela disse: "Você vai ser Asmahan." 
SEGUE... 


** Tradução livre - Carine Würch **

1 de outubro de 2014

197 - REBABA | RITA ALDERUCCI

197 por Carine Würch - SEMANA 18

Rebaba at age 14 dancing with her first pot, selected with the help of Nakish. This photo was taken by my mom on the night of the day I bought my first pot with Nakish at White Front (which used to be on 16th Street and Potrero, and was kind of like the first Target) I was 14 years old and the year is 1969.
Por muitos anos, o lugar mais seguro e bem protegido para mim, era quando estava no palco, dançando e atuando. Representar me dava a segurança e o amor que eu ansiava (com e sem drogas). 

Assim, por muitos anos, eu era capaz de manter a minha doença viciante sob controle, e manter um certo controle sobre a minha vida. Não quero dizer que eu não "usar" drogas, mas, meu uso de drogas ainda não tinha se tornado o monstro que assumiu o controle sobre a minha vida, e, eventualmente, poderia ter terminado com ela. 

Agora que eu expus um pouco das minhas entranhas, meus esqueletos no armário, eu gostaria de lhes dizer mais sobre a imagem que eu vigorosamente mantive por muitos anos. É a história que eu acreditava naturalmente ser a minha vida pública, e não o grande segredo que eu tentei (com sucesso variável) manter escondido. Eu fui a última pessoa a entender que eu estava doente. Eu tinha me tornado um especialista em convencer-me de que meu comportamento era mais do que normal. Eu era uma dançarina profissional e entertainer, viajando pelo mundo, sendo pago para fazer o que eu mais amava: dançar, dançar, dançar! Eu tinha me convencido de que as drogas e transtornos alimentares eram tão naturais e necessários como eram os meus figurinos e maquiagem! A realidade era que, durante os anos que eu estava dançando e fazendo shows profissionalmente, eu era capaz de manter com sucesso a minha natureza aditiva sob controle. Meu comportamento mais destrutivo começou mais tarde na vida, uma vez que a dança do ventre tornou-se o meu hobby, e eu já não era um artista profissional.
1st Ren FaireThese two photos were taken at the first Renaissance Faire at Black Point in Novato California in 1970. Aida and I shared Pot Dancer duties (she is in the back round along with: Jamila and Suhaila, Mark Bell, Galia, Mehta, Lisa (the first Bal Anat snake dancer), Sharon Carew (who did the occational finali, Snake dancer and then Kahslama with me some years later).
 Jamila

Em 1970, dancei no primeiro Black Point Renaissance Faire em Novato, Califórnia. Aida e eu compartilhamos a primeira dança com jarros de água, alternando apresentações três vezes por dia. Parecia um sonho para mim, dançando com a companhia de dança incrível de Jamila. Eu já tinha visto o Bal-Anat como membro da platéia no ano anterior (1968), na primeira Renaissance Faire realizada na China Camp em Marin County. Eu me apaixonei imediatamente com os tambores hipnóticos, música e beleza misteriosa da arte performática que era a fabulosa criação de Jamila, o Bal-Anat. Eu comecei a ter aulas assim que suas aulas foram retomadas após a Feira, e exatamente um ano depois, eu estava lá em cima com Jamila, e uma muito jovem Suhaila, o Nakish, requintada (que foi minha acompanhante por causa da minha pouca idade, e levou-me a Novato todo final de semana, pois eu ainda não tinha carteira de motorista). Eu estava dançando no mesmo palco que Galya incomparável, Rhea, Anne Lippe, Reyna, Mehta, Lisa, e muitas outras mulheres bonitas, todos dançando com sabres, cobras, potes, véus, címbalos, e envolto em assiuts, muito assiuts! Era uma mistura única de fantasia e realidade, baseado em uma visão de Jamila da Dança Tribal egípcia. Ela era, e ainda é, uma das mulheres mais incríveis que eu já tive a honra de conhecer. Eu a considero uma historiadora astuta, cuja pesquisa pessoal e fascínio interminável com o Egito e o Oriente Médio, trouxe a ressurreição de uma forma de arte em Sao Francisco, em todos os lugares! 

Suas aulas nos deram muito mais do que apenas dança do ventre. Jamila, com sua maravilhosa contação de histórias e mão forte como professora me deu, e muitos como eu, um novo e feminista caminho de vida, que era forte e com poderio feminino.
1st Ren FaireThese two photos were taken at the first Renaissance Faire at Black Point in Novato California in 1970. Aida and I shared Pot Dancer duties (she is in the back round along with: Jamila and Suhaila, Mark Bell, Galia, Mehta, Lisa (the first Bal Anat snake dancer), Sharon Carew (who did the occational finali, Snake dancer and then Kahslama with me some years later).
Ela me deu um sentimento de orgulho e auto-estima pela primeira vez na minha vida. Foi a primeira vez na minha vida curta que agora que eu me sentia verdadeiramente especial, bonita e talentosa! Eu estava madura o suficiente para perceber que eu não estava sozinha no meu novo sentido de auto-estima. Muitos jovens americanas que começaram a ter aulas de dança do ventre com Jamila neste momento tiveram experiências semelhantes. Eu sempre me senti muito abençoada por ter conhecido Jamila, e ter estudou com ela como o fiz, especialmente por minha pouca idade (12 anos). Como você pode imaginar, do que eu já descrevi para você até agora, a influência de Jamila para mim foi muito útil para ajudar a me tornar uma mulher mais forte e muito mais segura, muito mais do que eu poderia ter feito se com meus próprios recursos. Suas aulas de dança do ventre na minha vida me deram a saída que eu tanto precisava para manter minha natureza viciante em cheque por muitos e muitos anos.

FONTE:

24 de setembro de 2014

204 - NAKISH

204 por Carine Würch
Nakish é conhecida como a primeira afro-americana nos EUA a ser bailarina de dança do ventre. 

Ela também foi a primeira e única bailarina negra no Bal Anat, no início dos anos 70.

Suas outras estreias incluem a primeira mulher negra a ensinar na YWCA (em San Francisco) em 1977, e uma das primeiras professoras do Rakkasah

Nakish nasceu em San Francisco. Dançarina desde de uma idade muito precoce, aos 6 ela tinhas aulas de ballet e mais tarde, na escola, ela estudou flamenco e dança moderna. Embora estudando a técnica de Martha Graham, ela não quis seguir para Nova York depois da escola, onde não conhecia ninguém. Em vez disso, ela foi para o San Francisco Conservatory of Dance e estudou dança moderna no City College simultaneamente. 

Em 1962, Nakish explorou outros aspectos de sua criatividade e foi para a Louise Slinger Academy of Fashion e formou-se em 1966, tornando-se assistente de Patricia do London Design em 1967. Nakish também teve interesse em design de pedras e lapidação e joalheria. 

Nakish foi apresentada a dança do ventre através de seu namorado que trabalhava na Renaissance Pleasure Faire como ferreiro. 

No início, ela não se sentia muito bem em participar como uma dançarina do ventre, porque não fazia parte de sua cultura étnica. Um ano depois, ela foi assistir e viu trupe de Jamila Salimpour: Bal Anat


Em entrevista à Gilded SerpentNakish disse: "Rhea estava dançando com sua espada. Ela me viu ali parada observando os dançarinos e veio até mim e disse: 'Você deveria dançar nosso grupo!"

E assim aconteceu. Em 1969 Nakish começou a estudar com Jamila e tornou-se a próxima dançarina espada no grupo, quando Rhea partiu para a Grécia.

Fonte:
http://thebellyblog.com/2014/02/13/tbt-the-lady-with-the-eyes-nakish-beautiful-one/
http://www.gildedserpent.com/art39/SausanNakishInterview.htm

23 de setembro de 2014

205 - DIANE WEBBER

205 por Carine Würch - SEMANA 17

Paralelo ao trabalho do Bal Anat, no Renaissance Pleasure Faire, temos o trabalho de Diane Webber, que teve uma carreira de atriz, modelo e bailarina, foi inclusive Playmate da Playboy em 1955 e 1956. 

A partir de 1969 até 1980 dedicou-se exclusivamente à carreira de bailarina (isto incluindo filmes em Hollywood), e formando seu próprio grupo o Perfumes of Araby, sendo uma das primeiras companhias de dança do ventre americanas.

Vivendo em uma década única, de expansão cultural, de arte, de vivências, experiências, esta oportunidade de crescimento e visibilidade de todo este movimento do Oriente Médio - música, língua, cultura, dança - abriu portas e oportunidades de trabalho.

 

 
Diane Webber foi professora de grandes nomes do cenário da Dança do Ventre nos Estados Unidos, como Jillina e Shareen El Safy, trabalhou com Jamila no Badgad em São Francisco, inclusive recomendando o trabalho de Jamila para suas alunas.

Ela mesma criava seus figurinos e incentivava suas alunas a fazerem o mesmo. baseava suas pesquisas em Ruth Denis, e nas pinturas orientalistas (um pouco de Jamila aqui também? Ou quem sabe de todas nós?). Se envolvia na escolha dos tecidos, e na estruturação dos figurinos. Eu acho isto o máximo. Acho que isto identifica muito o bailarino. Dá o toque pessoal a cada peça.




"Das longínquas performances dos anos 70 até as apresentações de grupo ou como artista solo, Diane Webber continuamente oferece a sua filosofia de se conectar a um entendimento espiritual: estando presente no momento e não pensando no futuro, vivendo a vida ao máximo nesse momento, em nosso próprio caminho; aspirando por uma conexão espiritual visceral, através da partilha de nossa dança. Nós somos os objetos de nossa própria fantasia." ( Stasha Vlasuk)



FONTES:
http://www.gildedserpent.com/cms/2011/07/05/stasha-perfumes-araby-diane-webber/#axzz3E9OZkW1k
http://scottpearce.com/2009/04/22/rip-diane-webber/
http://en.wikipedia.org/wiki/Diane_Webber
http://www.anaheed.com/perfumes.html
http://www.gildedserpent.com/cms/2011/08/08/stasha-perfumes-araby-diane-webber-2/#axzz3E9OZkW1k
http://www.gildedserpent.com/cms/2011/09/15/stasha-diane-webber-fantasy-part-3/

8 de setembro de 2014

220 - JOHN COMPTON

John Compton com 
Bal Anat, no início 
dos anos 1970
220  por Carine Würch - SEMANA 15

Esta semana será dedicada ao ícone John Compton, com quase dois anos do aniversário de sua morte, em outubro de 2012, transcrevo a carta de Suhaila Salimpour, assim passamos a conhecer um pouco de sua história:


Lembrando John Compton 
Postado em 16 de outubro de 2012 por Suhaila Internacional 
Fiquei muito triste ao ouvir a notícia de que John Compton faleceu esta semana. Ele teve uma carreira longa e próspera na dança do ventre, e eu quero compartilhar a minha história de como eu o conheci pela primeira vez.

John tinha visto Bal Anat apresentar no Renaissance Pleasure Faire e queria tanto estudar com a minha mãe. Ela ensinava em Sao Francisco, e John procurou seu estúdio. As aulas de minha mãe eram apenas para as mulheres, de modo que ela não permitiu que ele em sala de aula.

Eu era muito jovem na época, mas eu ainda me lembro de John - com seus longos cabelos quase alcançando sua cintura - sentado do lado de fora de classe da minha mãe, ouvindo a música e qualquer instrução que ele pudesse ouvir. Fiquei impressionado com persistência e compromisso da John. Eu estava lá no dia que minha mãe finalmente abriu a porta e disse-lhe "bom Okay! ENTRE! ", Permitindo assim que John para participasse de sua aula.

John foi o primeiro aluno do sexo masculino de Jamila, e as comportas foram abertas para mais maravilhosos dançarinos para estudar com a minha mãe. Com Bal Anat, primeiramente John se vestida como imitadora e dançarina marroquina. Você pode visualizar o seu desempenho relacionado no documentário Bal Anat abaixo (cerca de 08:50).

Suhaila and John Compton, Bal Anat
Mais tarde, ele se apresentava como um dos dançarinos com bandeja; se você olhar para a foto abaixo comigo e John, você vai notar a fivela do cinto. Jamila deu a ele que fivela do cinto, quando John a primeira partida de executar, e até onde eu sei, é a única que ele jamais usou ao longo de sua carreira.

Eu sempre me lembrarei John de seus dias iniciais de dança do ventre, e eu vou lembrar dele como aquele jovem tão fascinado com a dança do ventre e tão ansioso para aprender tudo o que podia.

Texto original aqui:

26 de agosto de 2014

233 - RHEA

233 por Carine Würch - SEMANA 13

Rhea de Atenas - Instigadora de revoluções, inovadora em estilo e forma, pioneira na Dança do Ventre, uma lenda em seu próprio tempo, mestre no emocionante estilo Greco & Turco! Com seu dinamismo na dança, Rhea combina os princípios da dança grega antiga com Cabaret turco moderno. 

Suas teorias atuais da dança enfatizam a Reconciliação dos Opostos - lados direito e esquerdo do cérebro, yin e yang, princípios masculino e feminino, o céu e a terra. Por que a mudança matriarcado para o patriarcado e o que a cobra tem a ver com isto? Conjecturas instintivas de Rhea iluminarão formas que irão encantar a mente e melhorar a sua dança! Todo mundo que cruza seu caminho irá atestar: Nunca um momento de tédio com Rhea

Rhea se interessou em dança do ventre depois de ver trupe de Jamila Salimpour - Bal Anat dançando na Renaissance Pleasure Fair na área da Baía de Sao Francisco em 1968 e tornou-se um das primeiras dançarinas de espada na trupe de Jamila além de se tornar a primeira bailarina nos Estados Unidos a colocar o equilíbrio de espadas no contexto de performance. 


No início dos anos 70, Rhea ensinou e se apresentou em uma infinidade de locais da área da Baía quando o interesse em dança do ventre tinha atingido o seu apogeu, além de criar suas duas filhas, Piper e Melinda, no coração da arte. Em 1977, Rhea deixou os EUA para explorar as diversas fontes de dança do ventre no Oriente Médio. Depois de ver as estrelas, então reinantes da época, Zohair Zaki e Nagwa Fouad, e de dançar no Egito, Rhea se estabeleceu em Atenas. Ela montou um pequeno estúdio de dança à la Isadora Duncan na base da Acrópole, onde a inspiração sobre novas maneiras de transmitir a arte da dança do ventre para seus alunos, floresciam, espontâneas à sua mente. Rhea é atualmente convidada para falar, se apresentar e realizar seminários em toda a Europa e os EUA. Suas aulas são muitas vezes aumentada pelas habilidades de percussão e vocais de seu marido Ali Arsoy, um músico iraquiano com raízes curdas, armênias e do Turmequistão. Rhea e seus alunos realizam tanto show de folclore e cabaré moderno ao redor da Grécia, de acordo com o local. Rhea acolhe bailarinos e estudantes de todo o mundo para se apresentar com sua trupe.

** Tradução Livre por Carine Würch **


20 de agosto de 2014

239 - MISH MISH {vídeo}

Mish Mish, 1973, 
SC. Renaissance Pleasure Faire
Posted with permission from 
Pamela Sklavos-Jaque (Mish Mish)

239 por Maria Carvalho - SEMANA 12

Seguindo nossos estudos sobre Mish Mish, aliás o nome é tudo de bom... 

Lendo ontem o post da Carine aprendemos o porque do nome, super sugestivo, e hoje observo no vídeo que separei a chamada da bailarina, as coisas meio que se casam.

Divirtam-se!
Vamo que vamo