2 de agosto de 2014

257 - JAMILA

257 por Maria Carvalho - SEMANA 09

Bem pessoal, olha eu novamente com atraso de 1 dia, mas o importante é que tamo-junto.


Hoje, aliás já estava pensando em escrever sobre isso...quero abordar como já iniciei falando, na segunda (post 261), sobre os efeitos da dança, a superação, inclusive de doenças...


Procurando matéria para nós encontrei fotos antigas belíssimas (adooooro), artigos sobre ex-alunas de Jamila e os métodos que elas desenvolveram, ou seja temos muiiito para conversar adiante, mas sinto que o dia deve levar a mensagem do SIGA!!!

Bem, o depoimento da bela dançarina (foto anexa) retrata sua experiência com o SAD - Seasonal Affective Disorder. Ela mora ao norte dos EUA, onde por seis meses do ano o dia é curto e a noite é longa, e isto acabou por afetar sua saúde mental. Buscando certificações com Jamila Salimpour, ela se via nos altos e baixos da doença, quadros depressivos intensos no inverno, animação e euforia no verão, que logo daria lugar a outro profundo quadro melancólico.

O relato retrata a angústia do dia-a-dia, a incapacidade de concentração, a sensação de inutilidade e incapacidade, mas o refúgio foi a dança e um programa de auto-disciplina. O objetivo foi alcançar a Certificação dos Programas desenvolvidos por Jamila e Suhaila. Entre várias medidas adotadas a principal foi "ir pras aulas não importa como estivesse me sentindo"

Penso que todos sofremos de algum tipo de desanimo seja ele clinicamente diagnosticado seja "somente" um sofrimento umbilical. Desanimar, parar, voltar, desistir, se torturar porque não tentou mais, ou buscar freneticamente a perfeição, tudo isso, e não somente, faz parte da jornada. 

Acredito, uma convicção insofismável, no efeito terapêutico da dança, penso que se cercar das pessoas certas pode ser o início, depois se forçar a seguir o caminho, desviar das pedras e mirar no objetivo, a perfeição! Opa, claro que nãoooo....buscar a verdade que intenciona demonstrar com sua dança, identificar quem somos, um processo de auto-conhecimento que no final da trilha apresenta o seu verdadeiro EU...eis o presente que vos aguarda.

Vamo que vamo... seguindo sempre, retrocedendo quando necessário, jamais desistindo.
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