9 de abril de 2015

ANTES-DURANTE-DEPOIS DE UMA SISTER STUDIO

Por Maria Badulaques

U-huuuu, caraca na terça-feira!!!!!

Segura, força-foco-fé!!!!

Então, falamos um pouco da Beth Fallahi, agora vem a Raisa Latorraca de Brasília trazer um pouco da sua experiência com a caminhada rumo ao Sister.

Impressionante como a dança impacta em nossa vida, muda nossa destino e nos motiva a seguir, isso pra não falar das amizades que cultivamos no caminho. Super boa sorte (estudo) para todas que almejam essa certificação, vamos a Raisa (vulgo Fernanda, Raisa é nome artístico :)

Na torcida, levem com vocês a energia e vibrações de toda equipe do Pilares do Tribal.


Olha o que Raisa nos confidenciou...


"A minha motivação principal pra fazer o sister foi estudar com a fonte original de criação do estilo. Quantas pessoas têm essa oportunidade? De aprender e se lapidar diretamente com as fontes primárias do que você ama fazer? Se eu fui presenteada por fazer parte de uma geração que ainda pode ter o contato direto com essa essência, não poderia deixar passar essa oportunidade. Muuuuuuita expectativa!

Minha preparação está sendo comer o ATS com farofa, respirar ATS. Revendo tudo e passando o conhecimento pra frente nas minhas aulas. Vendo a animação das alunas ao aprender e acreditando muito nas motivações e na responsabilidade de transmitir esse conhecimento.

A trajetória na dança começou antes de nascer. Minha mãe dançava quando estava grávida de mim, então é algo que faço desde sempre. Ela foi a minha primeira e mais forte referência, alguém que dançava simplesmente movida pelo amor à arte, totalmente entregue no que fazia. Pra mim, até hoje é a bailarina que mais me inspirou. Até chegar nas danças e culturas orientais pratiquei ballet clássico e jazz, mas o meu quadril tinha vontade própria e quando descobri a dança do ventre tive aquela sensação de ter encontrado o que eu nasci pra fazer. Essa mesma sensação eu tive anos depois quando vi o primeiro vídeo da Rachel e quase tive um troço! Eu me lembro da minha mãe dizer "ela me lembra alguma coisa que não sei o que é" hehehe... Exatamente isso, alguns anos depois percebi que o tribal conseguiu resgatar uma essência que está em todos nós, mas que a gente se esqueceu com o tempo. Daí em diante foram muitos os momentos em que eu sentia "é exatamente isso que eu quero!", no primeiro no contato com o Tribal Fusion, depois no resgate das origens no ATS, com as mestras que vou ter o prazer de encontrar daqui a uns dias e com as que já tive o prazer de encontrar. Eu acho que começar a estudar o ATS é um rito de iniciação, porque depois que começa a gente não consegue mais largar rsrs.. é algo que carrega todo o poder da ancestralidade, a egrégora. Também a expressão da Jamila Salimpour e todo o legado dela, enfim... coisas que mexem comigo física e quimicamente.



Hoje sigo no aperfeiçoamento tanto do ATS quanto do Tribal Fusion, sou muito grata às minhas parcerias que só me fazem crescer, pessoas com quem posso compartilhar o real sentido da dança pra mim, abrir o coração, deixar os olhos enxerem de lágrimas de alegria e admiração por essa arte. O estudo nunca acaba! Muita ansiedade e expectativa pra esse encontro com Carolena Nericcio e Megha Gavin!" (Raisa Latorraca)

Durante toda semana dos works e TT estaremos acompanhando as meninas e gravando os depoimentos :) Emoção a flor da pele.

Xeros no Pulsante.


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