22 de setembro de 2014

206 - DIANE WEBBER

206 por Maria Carvalho - SEMANA 17

A incômoda sensualidade de Diane Webber.
Falaremos desta linda integrante do Perfumes of Araby e aproveitando sua sensualidade vamos tocar neste ponto indigesto.

Podem observar que Diane tinha formas voluptuosas, a típica mulher que encheria uma cama e certamente valeria milhares de camelos. Que horror, piadinha xexelenta, sigamos com mais classe (blêh!!!!)



Então, ela a classe... versus a sensualidade. Hoje, alias ontem, conversava com uma amiga bailarina (elegante em cena pra chuchu) e sua visão do bellydance. Há um evidente incomodo para as mulheres, na plateia, ver a sensualidade, corpos muito expostos, movimentos muito sinuosos e tudo isto, muitas vezes em meio a um jantar, como é típico das apresentações dos famosos jantares árabes, passa o humus... passa o shimiiiie. Outra amiga, em visita a São Francisco fez o mesmo relato sobre as bailarinas de um famoso grupo tribal da região, porém da parte específica das bailarinas do ventre.  Ou seja, ninguém (opa, do gênero feminino) gosta de ver uma linda e exuberante jovem movimentando-se fluidamente, quando ao lado está o marido, namorado, caso, rolo, amancebado, principalmente se rolar muita sensualidade no ar. Há um liame tênue entre ser sensual e cair no vulgar, dosar para não escorregar no quiabo. E o mais importante, é isto que queremos deixar de mensagem com nossa dança?


Assim era também nas apresentações de Miss Webber na Renaissance Faire, havia muitas mulheres e crianças entre os expectadores, nem sempre agradava. Creio que o Dress Code da Tribal veio para jogar uma pá de cal em todo esse composto vulcânico, afinal é mais dança e menos bailarina.

Vamo que vamo com classe e fluidez!
Semana só começando.
Xeros

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