2 de novembro de 2014

165 - ASMAHAN

165 por Maria Carvalho - SEMANA 22 (VÍDEO)

O que todas as bailarinas que falamos, pós Jamila, tem em comum? A vontade-desejo-necessidade de dançar fora, sair dos EUA e ganhar o mundo. Em cada biografia uma história de determinação e busca incensante dos objetivos é como se sair da América e ser reconhecida fosse o Certificado de Qualidade para um trabalho bem sucedido.

Várias histórias me marcaram até aqui, Mish-Mish cujo nome da vontade de ser pronunciando continuamente, Nakish pela forma integra com que tratava a dança e seus pupilos, John que me rouba altas risadas com a referência de sua dança, inicialmente, apenas no começo vamos frisar, parecer um frango atropelado, contudo as danças, ainda que havendo as influencias de Jamila, estão longe da Tribal praticada através do ATS e do Fusion

Uma pergunta não me deixa a mente, quais os motivos afastaram Suhaila da criação de algo como o ATS ou um padrão mais tribal? Por que todas pupilas de Jamila seguiram uma linha bellydance? Afinal Jamila é conhecida como o maior Pilar do Tribal, no entanto suas alunas  O que desencadeou em Masha uma ruptura dessa linha comum, onde todos navegavam?

No fim das contas, sendo sua linha o bellydance, tribal-fusion, dark-fusion, tribal-Brasil, ATS... todos sofremos influencias de nossos sucessores, conhecer o período em que trabalhavam, suas influencias é fundamental para que a identidade se forme e consolide.

Asmahan levou na mala muito mais que figurinos pesados, ela buscava reconhecimento e conseguiu, olha nós, décadas depois falando sobre seus feitos.

Xeros e vamo que vamo!!!
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